Frontends com Vibecoding · Capítulo 19 de 35 · 35 min
Escolher mapas, diagramas e cenas espaciais
Mapa, diagrama e cena espacial passam a entrar só quando mudam a resposta, com o denominador na legenda e a tabela ordenada como alternativa.
Este capítulo faz parte do curso gratuito Frontends com Vibecoding.
Um mapa só vale a tela quando a geografia muda a decisão; quando um ranking por estado responde, a tabela ordenada vence. Quem escolhe entre mapa e lista para o próprio site termina com o teste que decide, o mapa sem chave paga e a cor que diz a verdade.
Ao terminar, você decide se um número da empresa merece mapa, diagrama ou tabela ordenada, e sabe o que perguntar a quem propõe um mapa interativo. Tempo de leitura: cerca de 35 minutos, e o teste sobre um relatório que já circula na sua diretoria, mais 15.
Antes de instalar qualquer biblioteca (o pacote de código pronto que desenha o mapa na tela), faça o teste do embaralhamento: troque o Acre de lugar com Sergipe. Se a conclusão continua a mesma, a geografia não muda a decisão, e uma lista ordenada resolve melhor.
Passam no teste a rota de entrega e o raio de atendimento de uma clínica, porque a distância entre os pontos é a própria resposta. Reprova quase sempre a penetração por estado, porque a cor muda a leitura sem mudar a decisão. O mapa custa tela e atenção, e precisa devolver algo que a lista não devolve.
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Fluxo de decisão. Dois estados, Acre e Sergipe, trocam de lugar. A pergunta é se a conclusão continua a mesma. Se sim, a lista ordenada resolve melhor. Se não, o mapa vale a tela. Embaixo, os exemplos: passam no teste a rota de entrega e o raio de atendimento da clínica; reprova quase sempre a penetração por estado.
Quando o mapa vence o teste, escolha o degrau mais baixo que resolve. O Leaflet põe meia dúzia de marcadores no ar numa tarde; fique na série 1, porque a 2.0 segue em alfa, sem data, e migrar hoje é aposta.
O MapLibre desenha o mapa vetorial, aquele que chega como desenho e não como foto, e por isso continua nítido em qualquer aproximação. Nele o mapa é feito de camadas empilhadas: uma para as ruas, outra para os bairros, outra para os seus pontos. Cada camada liga, desliga e muda de cor por conta própria.
Acima de centenas de milhares de pontos entra o deck.gl, porque manda o desenho para a placa de vídeo. Abaixo desse volume ele só pesa. O Kepler.gl explora o dado sem escrever código, e o trio com deck.gl e MapLibre é a pilha de geomarketing.
Mapbox GL JS entra só quando a licença paga já existe. O OpenLayers fica para trabalho de GIS, porque lê projeções, as várias maneiras de achatar a Terra redonda numa tela plana, que as outras bibliotecas não abrem.
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Árvore de decisão para escolher a stack de mapa: se são poucos marcadores use Leaflet; se precisa de mapa vetorial com custos de dados e hospedagem avaliados use MapLibre com PMTiles; se precisa plotar milhões de pontos ou agregar use deck.gl sobre MapLibre
O mapa sem chave troca a chave de API (a senha paga que libera cada carregamento do mapa) por um único arquivo PMTiles hospedado por você. O navegador pede só o trecho do arquivo que precisa, como quem lê duas páginas de um livro sem comprar o volume inteiro, e a hospedagem pode contabilizar essas requisições conforme sua política de cobrança.
Todo dia o Protomaps publica uma versão nova do mapa-base do OpenStreetMap, o mapa aberto que qualquer um pode baixar. Você passa a administrar armazenamento, requisições e atualização do arquivo. Verifique também o custo de transferência do provedor. No R2, por exemplo, armazenamento e operações podem ser cobrados mesmo sem cobrança de saída de dados; hospedar o arquivo não torna o custo necessariamente fixo.
A montagem tem ordem. Recorte só o território que precisa. Suba o arquivo com entrega parcial ligada, senão cada visita baixa o arquivo inteiro. Registre o protocolo antes de criar o mapa, senão o erro chega disfarçado de falha de rede.
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Arquitetura tradicional de mapas com servidor de tiles, chave de API e fatura por uso, comparada à arquitetura PMTiles, com um arquivo único servido por range requests em storage estático, sem chave de um serviço de mapas, com custos de hospedagem a verificar
O erro mais fácil de cometer é colorir pelo número bruto. Vendas e clientes crescem junto com a população, e o mapa vira uma cópia do mapa demográfico.
Escolha o denominador (o número que divide o dado, como habitantes ou domicílios) antes da cor, e escreva o nome dele na legenda. A figura circula sozinha, e o que só você sabe não protege ninguém.
Numa imobiliária, a pergunta sobre qual bairro vende mais rápido passa no teste, e o mapa entra com MapLibre v6 lendo um PMTiles do próprio armazenamento. A pergunta sobre qual imóvel tem o menor preço reprova, e a lista ordenada resolve sem mapa.
Colorir pelo número de imóveis vendidos faz o bairro mais populoso brilhar. Dividir pelo total de imóveis do bairro mostra onde a venda é proporcionalmente mais forte, com o denominador escrito na legenda.
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Dois mapas esquemáticos com os mesmos quatro bairros. No da esquerda, a cor segue o número bruto de imóveis vendidos: Centro 120, Vila 40, Porto 60, Alto 30, e o Centro brilha por ser o maior. No da direita, a cor segue a taxa, vendidos divididos pelos imóveis do bairro: Centro 5%, Vila 10%, Porto 6%, Alto 6%, e a Vila aparece como a que vende mais, proporcionalmente. Cenário ilustrativo.
Antes de publicar o mapa, teste o embaralhamento na última pergunta que ele responde e confirme que ainda há geografia real ali. Divida sempre pelo denominador certo e confira na aba de rede do navegador que só o seu domínio aparece nas requisições.
Escolher o tipo de diagrama e montar o editor visual dele
O mapa entra quando a geografia muda a resposta, e relação e sequência pedem outra família, com o editor visual separado do painel que a equipe abre.
Diagrama é uma palavra para três famílias com preços diferentes. Quem desenha decide a família: você em texto, o cliente arrastando peças ou ninguém, porque a rede se acomoda sozinha. Quem pede a peça para o próprio site aprende a nomear a família certa, separar o editor visual do painel e recusar o 3D que raramente vale.
Na primeira família você escreve o desenho em texto e a máquina decide onde cada caixa fica. Isso vale a pena porque o diagrama passa a viver junto do código, e muda com ele. O Mermaid resolve até 12 elementos, a régua do hub de design; acima disso, ou com camadas dentro de camadas, o D2 agrupa melhor.
O modelo C4 (quatro níveis de zoom: contexto, contêiner, componente e código) define o que entra em cada figura. Um diagrama que mistura o nível de contexto com o de código fica ilegível para os dois públicos.
Saída de IA passa pelo portão mermaid.parse() antes de virar figura, porque o agente erra sintaxe em silêncio. O compilador mmdc roda na publicação e entrega SVG estático com as cores do site, e a figura se refaz sozinha a partir do mesmo texto.
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Fluxo vertical. O texto Mermaid mora no repositório, com a nota de que o Mermaid resolve até 12 elementos e, acima disso, o D2 agrupa melhor. O texto passa pelo portão mermaid.parse(), que barra a sintaxe errada antes de virar figura. Depois o mmdc compila na publicação. A saída é um SVG estático com as cores do site, que se refaz sozinho a partir do mesmo texto.
A armadilha de tema derruba o diagrama pronto. O SVG chamado como imagem externa não enxerga as cores da página, e por isso o texto preto some quando o leitor liga o tema escuro. Cole o SVG dentro da própria página, ou gere duas versões, clara e escura, e dê cor própria a cada texto do desenho.
Depois disso, guarde uma captura do diagrama a cada publicação e compare com a anterior. É assim que você descobre que uma palavra a mais empurrou uma caixa por cima da outra.
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Árvore de decisão: o que você precisa representar leva a uma das três famílias, sendo diagram-as-code para arquitetura ou fluxo fixo, canvas node-based para editor dentro do produto, grafos de rede quando a informação é a própria rede
Na segunda família quem usa o produto arrasta, conecta e apaga peças, e o desenho vira parte do que ele contratou. O React Flow e o Svelte Flow tratam cada nó como uma peça rica, com formulário e estado próprios.
O tldraw transforma rascunho em página pronta por IA. O Excalidraw converte Mermaid em formas editáveis e sincroniza o quadro via Yjs, a tecnologia que deixa várias pessoas desenharem juntas sem uma apagar a outra.
Editor sério, com conectores que grudam na peça e com desfazer, é categoria própria: GoJS ou JointJS sobre um canvas como o Konva ou o PixiJS. O Konva traz a alça que move e redimensiona, além de ligações para React, Vue, Svelte e Angular.
O Fabric.js faz editor de imagem tipo Canva, com ida e volta para SVG. O Paper.js teve a última versão em julho de 2024, sinal de manutenção lenta, então prefira Fabric ou Konva.
Nunca use a mesma pilha para o painel e para o editor visual: ECharts ou D3 de um lado, JointJS ou GoJS com Konva do outro. Os dois resolvem problemas opostos, porque um mostra número fechado e o outro guarda o desenho que alguém ainda está mexendo.
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Dois cartões lado a lado. O painel mostra número fechado, desenhado com barras, e usa ECharts ou D3. O editor visual guarda o desenho que alguém ainda está mexendo, com nós ligados e alças de seleção, e usa JointJS ou GoJS sobre Konva ou PixiJS. No rodapé: nunca a mesma pilha para os dois.
Na terceira família o desenho é a própria rede: cadeia de fornecedores, quem indicou quem, quais páginas apontam para quais. Essa rede tem nome técnico, grafo, e é só isso: pontos, chamados nós, ligados por linhas, chamadas arestas.
O Cytoscape.js já traz as contas que apontam quem é o nó central e quem ficou isolado. O vis-network deixa os pontos se acomodarem sozinhos, como ímãs que se repelem. O Sigma.js com Graphology desenha mais de 100 mil nós usando a placa de vídeo.
Acima desse teto, o deck.gl com WebGPU, a via mais nova de falar com a placa de vídeo, é o degrau seguinte.
| O que você precisa | Ferramenta | Critério ou limite |
|---|---|---|
| Fluxo ou arquitetura fixa com tamanho legível | Mermaid 11.10, compilado com mmdc no build | mermaid.parse() antes de renderizar saída de IA |
| Acima de 12 elementos ou com camadas | D2; Kroki como serviço | Agrupamento nativo; exporta SVG, PNG e PDF |
| Editor de fluxo dentro do produto | React Flow ou Svelte Flow (xyflow) | Nós como componentes; mais de 36 mil estrelas |
| Rascunho colaborativo | tldraw (Make Real) ou Excalidraw (edição de formas e colaboração conforme a integração) | Quadro branco, sem conectores formais |
| Editor com conectores e desfazer | GoJS ou JointJS sobre Konva 9 ou PixiJS | Stack separada do painel |
| Editor de imagem tipo Canva | Fabric.js 6 | Ida e volta para SVG; Paper.js parado desde julho de 2024 |
| Rede até dezenas de milhares de nós | Cytoscape.js ou vis-network | Algoritmos prontos, física de simulação |
| Rede com mais de 100 mil nós | Sigma.js com Graphology; depois deck.gl com WebGPU | WebGL, com layout pré-calculado |
| Hero institucional ou produto em 3D | model-viewer (GLTF sem código), Spline ou Three.js r184 | WebGPU é o piso desde o Safari 26 |
| Captura fotorrealista de ambiente ou produto | Spark 2.0, LumaSplats ou gsplat | Mais de 100 milhões de splats, inclusive celular e VR |
| Globo de dados | Globe.gl | Só quando a geografia muda a decisão |
| Gráfico 3D em relatório executivo | Nenhuma | Quase sempre vaidade |
Regra de board: 3D em relatório executivo é quase sempre vaidade; vale em hero institucional, produto e data art.
O 3D obedece à regra do conselho: em relatório executivo é quase sempre vaidade, porque impressiona sem esclarecer. Ele vale na vitrine institucional, na página de produto e na peça artística.
Quando vale, o Three.js é a base, e já desenha pela via nova da placa de vídeo em produção. Com o Safari embarcando essa via, ela virou o piso do mercado. Quem escreve em React usa o React Three Fiber com Drei, e há equivalentes no Vue e no Svelte.
O gaussian splatting (a captura fotorrealista feita de milhões de pontos coloridos, como uma foto que dá para girar) ganhou o Spark, da World Labs. Ele transmite mais de 100 milhões desses pontos sobre o Three.js, inclusive em celular e em óculos de realidade virtual.
Para o caso mais simples, o model-viewer mostra um arquivo GLTF sem uma linha de código. O Globe.gl faz globo de dados quando a geografia muda a decisão.
Numa escola, o fluxo de matrícula tem nove caixas e sai em Mermaid compilado no build, no nível de contexto do C4. A coordenação que quer montar trilhas arrastando disciplinas pede outra família, o React Flow, com outro orçamento. O gráfico 3D no relatório à mantenedora sai do pedido, porque impressiona sem esclarecer.
Antes de pedir a próxima peça, escreva a família na primeira linha do pedido ao agente: texto compilado, editor com nós ou rede. Só aceite 3D em vitrine, produto ou peça artística, e mantenha painel e editor em pilhas separadas. Deu certo quando o diagrama cabe na tela e ninguém pergunta o que cada caixa significa.
Guia prático: o globo bonito da biblioteca e o custo que vem junto
Globo girando e mapa com pontos acesos viraram enfeite comum de página de SaaS, e quase sempre chegam por uma biblioteca de componentes. Na biblioteca de 1.451 componentes estudada em 07/10/2026, a busca por globos, mapas e diagramas nas tags, categorias e descrições deu este quadro:
| Tipo | Componentes | Dependência mais comum | Desenham em WebGL |
|---|---|---|---|
| Globo | 20 | cobe, em 16 | 18 |
| Mapa | 17 | maplibre-gl e dotted-map, 3 cada | 5 |
| Diagrama e grafo | 10 | framer-motion, em 7 | 1 |
São 43 componentes no total, e 21 deles desenham em WebGL. A biblioteca d3 aparece em 1 e three em 2. No acervo inteiro, 319 componentes usam WebGL, shader ou biblioteca 3D, 22% do total, e 245 desses não declaram dependência nenhuma, porque o código de desenho vem escrito dentro do componente. Dos 43, 28 trazem exemplo de uso preenchido e nenhum desses trata a preferência por menos movimento; 14 não têm licença declarada.
O cobe, a dependência dos globos, se apresenta como biblioteca de cerca de 5 kB, sem dependências e sob licença MIT. O peso de download é pequeno; o custo está no desenho contínuo na placa de vídeo, que gasta bateria enquanto gira. Aplique o teste do embaralhamento: um globo que só diz "atendemos o mundo" não passa nele. A lição: trate o globo como peça de vitrine, com orçamento, pausa e alternativa parada, e não como mapa.
Quero um elemento geográfico na seção [nome da seção].
O que ele precisa comunicar: [ex.: cidades onde temos loja, rota de entrega].
Antes de escrever código, me entregue:
1. Se a geografia muda a decisão de quem lê, ou se uma lista resolve.
2. Três opções, da mais leve à mais pesada: imagem SVG parada, mapa
vetorial com poucos pontos, globo em WebGL. Para cada uma: dependência,
peso estimado, se desenha na placa de vídeo e a licença do componente.
3. Para a opção escolhida: o que aparece com movimento reduzido ligado,
como a animação para fora da tela e qual é a imagem de reserva sem WebGL.
Não instale nada antes de eu escolher.Do globo da moda ao elemento geográfico que se paga
Cinco passos antes de colar um globo, mapa ou diagrama de biblioteca na página.
Passo 1: Diga o que o elemento comunica
Escreva numa frase: cidades atendidas, rota, cobertura, fluxo de um processo. Se a frase é "passar ideia de alcance", o elemento é decoração e entra com orçamento de decoração.
Deu certo quando: A frase cita um dado concreto ou assume que é decoração.
Erro comum: Colocar o globo porque o concorrente tem um.
Passo 2: Compare três opções pelo pedido acima
A imagem SVG parada costuma bastar para mostrar presença em poucas cidades. Mapa vetorial serve quando a pessoa precisa explorar. Globo em WebGL fica para a vitrine.
Deu certo quando: Você escolheu com peso, dependência e licença de cada opção na mesa.
Erro comum: Pedir "um globo interativo" e receber o mais pesado sem comparação.
Passo 3: Confira a licença do componente
Abra o link de origem do componente e confira a licença do código, além da licença da biblioteca que ele usa. Componente sem licença declarada fica fora de projeto comercial.
Deu certo quando: O componente e a dependência têm licença anotada no projeto.
Erro comum: Ver MIT na biblioteca e presumir que o componente montado sobre ela também é livre.
Passo 4: Faça o globo parar
Fora da tela, a animação pausa. Com movimento reduzido ligado, aparece a imagem parada. Sem WebGL, uma imagem de reserva ocupa o mesmo espaço.
Deu certo quando: Rolando para longe, o uso da placa de vídeo cai; com movimento reduzido, nada gira.
Erro comum: Deixar o globo girando no rodapé enquanto a pessoa lê o topo.
Passo 5: Meça no celular mais fraco que você tiver
Abra a página no celular, deixe a seção do globo na tela por um minuto e observe aquecimento e rolagem. Compare o pacote de JavaScript antes e depois do componente.
Deu certo quando: A rolagem segue fluida e o aumento de peso está anotado.
Erro comum: Testar só no computador com placa de vídeo dedicada.
No fim você tem: Um elemento geográfico escolhido pelo que comunica, com licença conferida, peso medido e um estado parado para quem precisa.
O que mudou de agosto a outubro de 2026
O MapLibre GL JS, a biblioteca aberta de mapas citada acima, publicou três versões em outubro: 6.13.0 em 06/10, 6.14.0 em 11/10 e 6.15.0 em 18/10. A 6.13 corrigiu um defeito que derrubava o mapa depois de uma atualização, quando o navegador ainda guardava a peça antiga. Para quem aprova, a lição é de gestão: mapa interativo pede um responsável por atualizar a biblioteca, com data na agenda.

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Página inicial do MapLibre em fundo escuro, com o logotipo, o menu About, Jobs, Roadmap, Sponsors, News e Community, a frase de que a organização MapLibre reúne bibliotecas de mapa de código aberto e, abaixo, o bloco MapLibre GL JS descrito como biblioteca em TypeScript para publicar mapas em sites, com desenho de mapas vetoriais pela placa de vídeo, ao lado de um globo colorido.

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Galeria de exemplos da documentação do MapLibre GL JS, com o selo da versão v6.15.0 no canto superior, a aba Examples selecionada e seis cartões: exibir um mapa, exibir um mapa de satélite, exibir um mapa sem interação, mudar a posição da atribuição, verificar se o WebGL é aceito e exibir um mapa com MLT.

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Página PMTiles Concepts da documentação da Protomaps. O texto define o PMTiles como formato de arquivo único para pirâmides de dados em ladrilhos, que pode ficar num armazenamento como o S3 e permite mapas de baixo custo e sem manutenção de servidor. A lista explica que o leitor busca só o pedaço necessário por requisições de intervalo HTTP e que o formato é somente leitura.
Duas formas de pôr um mapa interativo no site
Mapa de fornecedor, cobrado por uso
Rápido de começar
- Começa em uma tarde, com chave de acesso
- Conta cresce com cada carregamento de página
- Estilo e dados presos ao contrato
- Indicado para teste curto ou campanha com prazo
MapLibre com arquivo PMTiles próprio
Barato de manter
- Exige alguém que gere o arquivo e atualize a biblioteca
- Custo é o do armazenamento, que não cresce por visita
- Arquivo somente leitura: refazer a cada mudança de dado
- Indicado para mapa permanente com dado que muda pouco
Faça agora: o teste do embaralhamento num relatório real
Escolha um relatório da sua área que mostre números por estado, cidade ou região.
Passo 1: Escreva em uma frase a conclusão que o relatório quer passar.
Deu certo quando: Uma frase como "o Nordeste cresceu mais que o Sul".
Passo 2: Imagine dois estados trocados de lugar no mapa. A conclusão muda?
Se não muda, a posição geográfica não carrega informação e a tabela ordenada responde melhor.
Deu certo quando: Você sabe se o lugar importa para a decisão.
Passo 3: Confira o denominador: o número está dividido pela população, pelos clientes ou pelo total da região?
Deu certo quando: A legenda diz "por mil habitantes" ou "por cliente".
Erro comum: Número bruto, que pinta de forte a região mais populosa e esconde a taxa.
Passo 4: Peça a mesma informação como tabela ordenada do maior para o menor e compare com o mapa.
Deu certo quando: Você decide qual das duas leva a conclusão em menos tempo.
No fim você tem: Uma decisão anotada: mapa, tabela ou os dois, com o denominador escrito na legenda.
Aplicar os recursos ao projeto
- Etapa 1 de 4: Descrever
Etapas, relações e exceções
- Etapa 2 de 4: Gerar
SVG durante a preparação
- Etapa 3 de 4: Conferir
Sentido, rótulos e caminhos
- Etapa 4 de 4: Distribuir
Figura local e explicação
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- Descrever: Etapas, relações e exceções
- Gerar: SVG durante a preparação
- Conferir: Sentido, rótulos e caminhos
- Distribuir: Figura local e explicação
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Em cima, o texto DOT: digraph com Conteúdo levando a Revisão e Revisão levando a Publicação. Ao lado, o desenho que o motor calcula, três caixas em sequência. Embaixo, dois quadros: a rede inteira encolhida numa tela, com dezenas de nós minúsculos e nomes ilegíveis, e o recorte por assunto, com poucas caixas e nomes legíveis.
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A conexão também precisa de significado
Uma rede ilustrativa liga três equipes e um serviço. Linhas representam relações, sem afirmar hierarquia, distância ou importância por posição na figura.
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Em cima, uma cena de traço solto com a recepção de uma clínica: chegada, cadastro e atendimento, ligados por setas tortas, todos editáveis. A cena se divide em dois destinos: quem só lê recebe o SVG exportado; quem precisa mexer ganha o editor embutido. Embaixo, o lembrete de exportar no tema do documento, com contraste e com as imagens anexadas junto.
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Um mapa combina dados e apresentação
Três planos representam base, regiões e marcadores. Os recursos de estilo, fontes e dados usados em cada plano precisam estar acessíveis no modo de entrega escolhido.
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Três camadas empilhadas em perspectiva. Embaixo, o mapa de fundo, peça à parte. No meio, a ScatterplotLayer, que posiciona cada registro por getPosition com longitude e latitude. Em cima, cor ou tamanho ligados a uma medida explicada na legenda. Ao lado, o clique num ponto abre o painel e filtra a tabela. Embaixo, o alerta: latitude no lugar da longitude joga o ponto no oceano.
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A profundidade muda o que precisa ser explicado
Uma planta mostra posição e passagem entre volumes. Uma vista espacial acrescenta altura e perspectiva, mas também introduz superfícies ocultas. Ambas podem representar o mesmo arranjo.
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Leve uma ideia para a prática
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Laboratórios ao vivo deste curso
Cada laboratório monta a biblioteca real dentro da aula, com controles para você mexer e o código do exemplo para copiar. O texto de reserva descreve a demonstração para quem lê sem JavaScript. O link abre o capítulo já no ponto do laboratório.
Base UI
Prenda o foco num diálogo sem escrever o comportamento
Abra a janela Agendar visita, percorra os campos com Tab, feche com Esc e acompanhe no painel onde o foco está e para onde ele volta.
Pacote
Abrir no capítuloConstruir componentes, usar o registro e publicar o catálogo@base-ui/reactLucide e Iconify
Mantenha uma família de ícones coerente e nomeie cada botão
Mude tamanho, traço e cor da barra, veja o símbolo do Iconify acompanhar o Lucide e rode a auditoria de nomes acessíveis.
Pacote
Abrir no capítuloProjetar uma linguagem de ícones e ilustraçãolucide-react, @iconify/reactMotion
Testar os três sinais que autorizam o terceiro degrau
Reproduza a entrada em sequência, aperte o botão com mola e arraste o cartão; ajuste rigidez e amortecimento e veja o que muda.
Pacote
Abrir no capítuloProjetar movimento, assinatura e narrativas por rolagemmotionVidstack
Ver o que separa um player de um vídeo cru
Dê o play, troque a velocidade e ligue a legenda; o painel ao lado mostra o estado que o player publica e que a etiqueta crua esconde.
Pacote
Abrir no capítuloProjetar movimento, assinatura e narrativas por rolagem@vidstack/reactcmdk
Achar um destino entre quarenta digitando três letras
Abra a paleta, digite fat e escolha um item só pelo teclado; o painel embaixo conta o que o filtro deixou passar e quanto tempo levou.
Pacote
Abrir no capítuloConstruir formulários e estados de interaçãocmdknumber-flow
Animar indicadores que mudam ao vivo com formato pt-BR
Veja três indicadores fictícios rolarem a cada troca e compare com o número em texto puro. Pause, reinicie e observe o separador de milhar.
Pacote
Abrir no capítuloProjetar gráficos e painéis pela decisão@number-flow/reactApache ECharts
Medir o custo de desenhar 200 mil pontos com o ECharts
Troque o tipo de gráfico e o volume de pontos, leia o tempo de desenho e alterne o eixo em zero. Mude o tema do site e veja as cores refazerem.
Pacote
Abrir no capítuloProjetar gráficos e painéis pela decisãoechartsApache ECharts
Painel grande com visões coordenadas
Clique num canal para filtrar todas as visões, troque a densidade entre 6, 9 e 12 visões, alterne tema e movimento e abra a tela cheia.
Pacote
Abrir no capítuloProjetar gráficos e painéis pela decisãoechartssharp e svgo
Escolher a variante certa da imagem e conferir o teto de 150 KB
Arraste a largura da tela simulada, troque a densidade entre 1x e 2x e veja qual arquivo o navegador escolhe, quanto ele pesa e se cabe no orçamento.
Pacote
Abrir no capítuloValidar desempenho, autenticação e segurançasharp, svgoReact Flow (xyflow)
Disparar um pedido e ver o orquestrador distribuir, conferir e responder
Alterne paralelo e sequencial, ligue e desligue a verificação e use a medição real; observe o tempo de parede em cada combinação.
Pacote
Abrir no capítuloConstruir as cenas do orquestrador, do paralelismo e do robô@xyflow/reactGSAP, Web Workers e number-flow
Dividir mil tarefas entre trabalhadores reais e correr três ritmos de geração
Execute com um trabalhador, depois com quatro e oito, e compare o tempo; em seguida percorra a corrida e separe a espera inicial do ritmo.
Pacote
Abrir no capítuloConstruir as cenas do orquestrador, do paralelismo e do robôgsap, @number-flow/reactThree.js com React Three Fiber, drei, Rapier e XR
Carregar o braço robótico, ver a física trabalhar e entrar na cena com o visor
Carregue a cena pelo botão, inicie o ciclo, mostre os ângulos das juntas, troque a câmera e a velocidade; com visor, entre em realidade virtual.
Pacote
Abrir no capítuloConstruir as cenas do orquestrador, do paralelismo e do robôthree, @react-three/fiber, @react-three/drei, @react-three/rapier, @react-three/xrMotion
Ver quatro agentes em raias trocando mensagens e a revisão devolvendo um trecho
Reproduza os 60 s de modelo, percorra o tempo pelo controle e esconda as mensagens para comparar a leitura; repare no tempo de parede contra a soma.
Pacote
Abrir no capítuloEspecificar, medir e produzir as cenas da máquinamotionMediaRecorder, Canvas 2D e Long Animation Frames (plataforma)
Medir o quadro da cena e gravar seis segundos dela em vídeo
Suba as partículas, force um bloqueio de 300 ms e leia o medidor; depois grave seis segundos, veja o codec escolhido e baixe o arquivo.
Pacote
Abrir no capítuloEspecificar, medir e produzir as cenas da máquinasem pacotesigma.js, graphology com ForceAtlas2 e cosmos.gl
Ver o grafo real do curso e um grafo de milhares de nós se organizarem em aglomerados
Rode o layout no grafo real, passe o mouse pelos nós e busque uma entidade; troque para 20 mil nós e leia o medidor; depois carregue o modo massivo na placa de vídeo.
Pacote
Abrir no capítuloAnimar um grafo de conhecimento amplo em movimentosigma, graphology, graphology-layout-forceatlas2, graphology-generators, @cosmos.gl/graph
Capítulos vizinhos em Frontends com Vibecoding
- 17Projetar gráficos e painéis pela decisão
- 18Dimensionar tabelas e organizar o cálculo das métricas
- 19Escolher mapas, diagramas e cenas espaciais
- 20Comparar direção visual em Stripe e Apple
- 21Avaliar busca, conversão e padrões de comércio