Skills de IA: delegar tarefas e orientar agentes
Aprenda a pedir uma tarefa à IA, guardar um roteiro para repeti-la e conferir o resultado. Pratique com links de campanha, exemplos de erro e perguntas comentadas. Os arquivos técnicos ficam em abas próprias.
O que você vai praticar
Descrever uma tarefa, testar um resultado correto e outro com problema, e montar uma skill que outra pessoa consiga usar. O projeto final pode ficar no espaço privado da equipe.
Módulo 1Entender e preparar
Conheça o trabalho do agente e as regras do projeto.
Vibecoding: transformar um pedido em trabalho verificável
Vibecoding usa linguagem comum para orientar um assistente de código. Aprenda a definir a entrega, conferir evidências e decidir o que pode ser delegado antes de ampliar a autonomia.
Você pode acompanhar um projeto feito com IA sem saber programar. Precisa conseguir dizer o que a entrega deve fazer e reconhecer quando ela falha. Neste curso, vibecoding significa trabalhar com um assistente que escreve código a partir de pedidos em linguagem comum, com revisão e testes antes de usar o resultado.
Ver como texto
Comunicado da Anthropic datado de 22 de outubro de 2026 sobre a transferência de Agent Skills à Agentic AI Foundation.
Uma skill é um roteiro que o assistente pode usar várias vezes. Em vez de explicar a cada pedido como revisar links de campanha, você guarda os passos, um exemplo correto e o que fazer quando falta informação.
O Manifesto Vibecoding: especificar, lembrar e validar
O capítulo 1 em vídeo: a origem do termo Vibe Coding, a infraestrutura da Brasil GEO construída por agentes, o comparativo entre o desenvolvimento tradicional e o vibecoding, a fórmula P(T) = f(clareza, contexto, raciocínio), os três eixos do curso e a validação que nenhum agente dispensa.
Transcrição
0:00Vamos direto ao assunto. O mercado de tecnologia está passando por uma mudança de paradigma bem definitiva. Hoje, a gente vai destrinchar o primeiro capítulo do curso Skills de IA com Vibe Coding e Terminal, que traz exatamente o Manifesto Vibe Coding.
0:14A ideia aqui é entender uma transição fundamental, sair daquele modelo mental focado em escrever código manualmente e passar a dominar a orquestração de intenções. Para quem já usa assistentes de IA no dia a dia e quer construir software com agentes direto no terminal, como o Claude Code, mas sem abrir mão do controle do resultado final.
0:33Essa análise é simplesmente essencial. A nossa rota passa por alguns pontos estruturais bem claros. Vamos dar uma olhada na origem do Vibe Coding, entender por que a especificação vence a sintaxe, fazer um comparativo de paradigmas e depois explorar os três pilares fundamentais, o caso real da Brasil GEO e, por fim, a disciplina da validação.
0:54Começando pelo começo, a origem do Vibe Coding, de atalho à disciplina. Olha que interessante, tudo começou lá em fevereiro de 2025, com o tweet do Andrej Karpathy, que é cofundador da OpenAI e ex-diretor de IA da Tesla.
1:09Foi ele quem cunhou o termo Vibe Coding. O resumo dessa ideia é bem direto, dar-se ao fluxo, aceitar o que a IA sugere e esquecer a sintaxe. No início, muita gente achou que era só um atalho passageiro, Mas em questão de um ano, o que era um simples atalho, amadureceu e virou uma verdadeira disciplina de engenharia.
1:27E se isso parece muito teórico, a gente tem um exemplo bem prático da Brasil GEO. A infraestrutura deles hoje conta com dois sites em produção, cinco APIs de admin, 98 testes automatizados, um pipeline de deploy com auditoria SEO e até um agente multi-LLM de análise executiva.
1:44Sabe o que é mais impressionante? Toda essa estrutura foi construída sem uma única linha de código escrita manualmente. E isso não é história, viu? Está tudo registrado e rastreável no histórico do Git. O que nos leva à próxima parte.
1:57A especificação vence a sintaxe. O novo paradigma de 2026. Para quem aprendeu engenharia de software ali entre 2005 e 2022, essa mudança pode ser contraintuitiva no começo.
2:09Acontece que a habilidade de maior valor em 2026 deixou de ser o domínio sobre uma linguagem específica. Agora, o foco é dominar o processo de especificação. E veja bem, Vibe Coding não é simplesmente programar sem saber o que se está fazendo.
2:23O agente é quem carrega a sintaxe, enquanto o esforço humano fica com a parte mais difícil e que raramente é ensinada. Descrever a intenção com absoluta precisão, avaliar o resultado com extremo rigor e iterar em ciclos bem curtos.
2:37Para visualizar isso melhor, vamos dar uma olhada num comparativo de paradigmas, o desenvolvimento tradicional contra o Vibe Coding com agentes. Essa tabela mostra o tamanho real dessa transformação. Pensa na interface primária, por exemplo.
2:51A gente sai dos editores e compiladores pesados e passa a usar terminais e chats. A lógica de construção deixa de ser aquela implementação linha a linha e vira uma pura descrição de intenções.
3:02A gestão de contexto, que antes dependia de uma documentação estática, agora vive em arquivos dinâmicos, como CLAUDE.md e SOUL.md. Até a resolução de erros evolui, saindo do rastreamento manual para uma depuração totalmente conversacional.
3:17O papel de quem atua deixa de ser o de um operador técnico para se tornar o de um orquestrador e validador. E fechando o quadro, a gente troca os velhos scripts de automação por agentes autônomos e servidores MCP.
3:30Avançando agora para os três pilares fundamentais. Vamos entender as bases estruturais disso tudo. O primeiro pilar é tratar a especificação como a nova programação. O material apresenta isso quase como uma fórmula exata.
3:43P de T é igual à função de clareza, contexto e raciocínio. Ou seja, a probabilidade de sucesso de uma tarefa depende diretamente dessas três variáveis. Quanto mais clara for a descrição e as restrições, menos o agente vai precisar iterar para acertar o alvo na mosca.
3:59O segundo pilar é a memória estrutural. Afinal, conversas isoladas no chat simplesmente não escalam. O conhecimento do projeto precisa ser injetado diretamente no que seria o sistema operacional do agente. E isso é feito através de arquivos específicos, como CLAUDE.md, SKILL.md e SOUL.md.
4:17São eles que garantem que o agente não perca o fio da meada e mantenha a coerência do sistema no longo prazo. A modularidade sempre vence a onipotência. Tentar criar um agente que faz tudo de uma vez só é uma receita rápida para o caos.
4:30O caminho correto é montar skills compostas e usar servidores MCP altamente especializados. Assim, o agente carrega estritamente o que a tarefa pede. E aquele famoso problema do limite da janela de contexto deixa de ser um gargalo.
4:44Entrando agora no caso real da Brasil GEO. Isso aconteceu em outubro de 2025. Para sair um pouco da abstração, temos um relato bem revelador do autor do curso. Esse número aí, 47, representa os dias exatos de vibe coding disciplinado que levaram para transformar um painel de administrador antigo, que era totalmente estático e feito em Next.js, num verdadeiro centro de operações.
5:09Em apenas 47 dias, a equipe colocou no ar um centro de comando robusto. O painel ganhou um resumo executivo de IA, que roda quatro modelos LLM em paralelo. Além disso, implementaram vigias de orçamento para o Meta e o Google Ads, e passaram a sustentar 36 endpoints ao vivo.
5:26Tudo isso construído do zero com o método, provando que a orquestração de intenções consegue erguer sistemas bem complexos. E chegamos à disciplina da validação. A IA acelera, mas não isenta ninguém. Esse é, de longe, o alerta mais crítico de todos.
5:42Vibe Coding não é uma delegação cega. Quem aceita tudo que a inteligência artificial devolve sem ler com atenção acaba enfrentando problemas graves. É assim que acontece vazamento de segredo em repositório público, cliente quebrando em ambiente de produção, ou aquele defeito bem sutil que se espalha por 15 arquivos de uma vez só.
6:01A disciplina central aqui exige validação. Isso significa ler o diff de ponta a ponta, rodar os testes, revisar cada detalhe do deploy e, acima de tudo, assumir a responsabilidade final pelo resultado. A tecnologia acelera o processo, sim, mas o peso da decisão final ainda é puramente humano.
6:20Fazendo uma síntese rápida do que vimos por aqui, o Vibe Coding precisa ser encarado como uma verdadeira disciplina de engenharia. Ele se apoia naquela fórmula matemática da probabilidade da tarefa e, no fim das contas, se sustenta em três eixos muito claros.
6:33Requer uma especificação precisa, exige uma memória estrutural viva nos repositórios e depende completamente de uma arquitetura pautada pela modularidade. Para fechar, fica uma provocação para a gente refletir.
6:46Com esse declínio da sintaxe manual e a exigência cada vez maior por uma clareza absoluta nas intenções, será que a capacidade atual do mercado de especificar e validar fluxos sobrevive aos padrões de desenvolvimento de 2026?
7:00A resposta para isso, com certeza, é o que vai definir quem apenas acompanha a mudança e quem lidera a engenharia de software daqui para frente.
O Manifesto Vibecoding, em conversa
Dois apresentadores discutem o capítulo 1 a partir da desconfiança de quem aprendeu a programar do jeito tradicional: o que quer dizer construir sem escrever código à mão, por que a especificação passou a valer mais que a sintaxe, o caso do centro de comando da Brasil GEO em 47 dias e a rotina de ler o diff, rodar os testes e revisar o deploy.

Transcrição
0:00Existe um cenário que até pouquíssimo tempo atrás beirava a ficção científica, especialmente para quem aprendeu a programar varando madrugadas, resolvendo conflitos de dependências, sabe? Com certeza. Aquela decoreba exaustiva de regras estritas de sintaxe.
0:16Exato. Imagina só colocar uma infraestrutura inteira no ar, rodando múltiplos agentes de inteligência artificial em paralelo, sustentada por dezenas de testes automatizados e dor de cabeça zero com painéis complexos. E fazer rigorosamente tudo isso...
0:32Sem digitar uma única linha de código. Pois é, sem uma linha sequer. Para quem passou a última década forjando uma carreira na engenharia de software tradicional, esbarrar num conceito como Vibe Coding gera, inevitavelmente, uma desconfiança imediata.
0:48É muito natural. A impressão inicial que fica é de que estamos falando sobre aceitar cegamente o que a inteligência artificial cospe na tela. Como se fosse um atalho, sem qualquer rigor técnico. Perfeito. Hoje o nosso mergulho tem um alvo muito específico.
1:03Nós vamos analisar o primeiro capítulo do curso Skills de IA com Vibe Coding e Terminal. O título desse material é O Manifesto Vibe Coding, da Sintaxe à Orquestração de Intenções.
1:16Ok, vamos desempacotar isso porque a origem desse termo ajuda muito a entender o nível de ceticismo que ele carrega. Ajuda bastante. Lá em fevereiro de 2025, o Andrej Karpathy, que é cofundador da OpenAI e ex-diretor de IA da Tesla, ele cunhou esse exato termo, Vibe Coding, num tweet todo despretensioso, que acabou ecoando por toda a comunidade.
1:37E a definição curta que o curso faz logo de cara sobre aquele momento é fascinante. Na essência, eles resumem como dar-se ao fluxo, aceitar o que a IA sugere, esquecer a sintaxe.
1:49Soa, sim, como um pesadelo arquitetural para quem constrói sistemas críticos, não acha? Totalmente. Parecia mesmo uma terceirização irresponsável do trabalho. Mas a grande virada desse texto é mostrar o amadurecimento absurdo da coisa.
2:03Apenas um ano depois daquele tweet, o que parecia um atalho preguiçoso se transformou numa disciplina de engenharia extremamente rigorosa. E o interessante é que o material já abre ancorado em provas materiais, trazendo a infraestrutura da Brasil GEO para mostrar que o método cria, sim, sistemas robustos.
2:20Exatamente. A infraestrutura que eles listam impressiona pela abrangência. Eles estruturaram dois sites operando em produção, cinco APIs voltadas para painéis administrativos e 98 testes automatizados. Nossa, tudo isso de uma vez? Tudo. E tem mais.
2:37Implementaram um pipeline de deploy com uma auditoria de SEO embutida. Para fechar, ergueram um agente multi-LLM focado só em análise executiva. Tudo isso, friso bem, sem uma linha de código escrita manualmente. com um histórico inteiro verificável lá no Git.
2:54Certo, mas aí surge a dúvida implacável de quem escuta e programa no modelo clássico. Sem uma linha escrita à mão? O que isso quer dizer na prática? A máquina fez tudo sozinha e a pessoa cruzou os braços?
3:07O que é fascinante aqui é exatamente a redistribuição da carga de trabalho documentada nessa arquitetura. A máquina não tomou as rédeas de forma autônoma. O agente, de fato, escreveu o código e estruturou os arquivos.
3:19Mas a pessoa precisou especificar milimetricamente o que deveria ser construído, avaliar o retorno com o olhar cirúrgico e iterar de forma contínua. Mas espera um pouco. Avaliar e iterar sempre existiu na engenharia de software, certo?
3:34Quem atua na trincheira já passa o dia caçando defeitos e revisando lógicas. A validação nunca foi novidade. Concordo plenamente. A validação é indissociável da nossa área.
3:44A divergência aqui, e onde o manifesto bate forte, é a eliminação total do trabalho braçal focado na sintaxe. A mente humana realoca integralmente aquele esforço de lembrar regras e pontuações para focar estritamente na validação crítica e na intenção do sistema.
4:01O peso do esforço humano muda de lugar. Entendi. Isso embasa aquela tese contraintuitiva para a geração de engenheiros que se formou entre 2005 e 2022. É um choque de realidade para essa geração.
4:14O texto defende que, em 2026, a habilidade que mais rende dividendos deixa de ser o domínio sobre os meandros de uma linguagem de programação. E passa a ser dominar o processo de especificação. Exato!
4:26Porque Vibe Coding definitivamente não é programar sem saber o que se faz. O agente passa a carregar todo o peso de lembrar a sintaxe. A pessoa assume o trabalho mais difícil de todos, que é descrever a intenção com uma precisão absoluta, avaliar o que foi devolvido com rigor implacável e iterar em ciclos muito curtos.
4:45Essa mudança de foco mental exige processos inteiramente novos, né? O curso traça um comparativo bem direto entre o desenvolvimento tradicional e o Vibe Coding com agentes. Podemos percorrer essas linhas, bater uma bola sobre isso? Claro, vamos lá.
4:58Começando pela interface primária. A gente sai daquelas velhas IDEs, compiladores e debuggers pesados e migra direto para terminais agênticos e chats baseados em processamento de linguagem natural. E a lógica de construção vai junto.
5:13da implementação ali sofrendo linha a linha, para a descrição de intenções e fluxos. Deixa eu criar um exemplo hipotético rápido e sem números aqui, só para ilustrar o mecanismo de como isso roda. Manda bala. Imagina criar um login.
5:26Antes, a pessoa escrevia cada linha conectando no banco, verificando senha, criando a sessão. Hoje, o pedido é uma intenção clara. Pede-se a rota de login com bloqueio após falhas e criptografia, e o agente tritura essa especificação inteira. Isso.
5:40O que nos leva ao próximo ponto do comparativo, que é a gestão de contexto. O modelo antigo dependia daquela documentação estática que sempre desatualiza. Agora, a transição é para arquivos vivos de memória operando no projeto.
5:54Ah, sim. E na resolução de erros. Mudamos daquele rastreamento manual infinito de stack traces para uma depuração conversacional e de autocorreção. O que altera totalmente o papel de quem usa.
6:05Deixamos de ser aquele operador técnico especializado, bitolado em sintaxe, para assumir um papel de mentor, orquestrador e validador. Ferramenta de automação fecha a lista. Saímos de scripts e pipelines de CI engessados para orquestrar agentes autônomos e adotar o Model Context Protocol, o MCP.
6:24Se conectarmos isso ao cenário maior, a gente vê que essa tabela inteira se sustenta em ideias que são a espinha dorsal do curso. O material desdobra três fundamentos em 12 módulos.
6:35O primeiro desses fundamentos estabelece que a especificação é a nova programação. O material até entrega uma fórmula para cravar isso. Eu faço questão de ler em voz alta. A probabilidade de sucesso da tarefa é função de clareza, contexto e raciocínio.
6:51É a pura verdade matemática do método. Quanto melhor a descrição do objetivo, das restrições do sistema e dos casos de borda, muito menos iterações o agente precisa para acertar. Menos atrito, menos refação. E sobre a memória? Esse é um ponto crucial.
7:07O curso fala sobre a ilusão de apenas conversar bem numa sessão de chat isolada. Agentes precisam de arquivos estruturais. Eles mencionam arquivos como CLAUDE.md, SKILL.md e SOUL.md. Que funcionam como um cérebro, né?
7:21Exatamente. Eles atuam como o verdadeiro sistema operacional do agente, codificando aquele conhecimento vivo do projeto de forma contínua. Aqui é onde a coisa fica realmente interessante. Porque a gente chega no último pilar.
7:33A vitória da modularidade sobre a onipotência. Acaba aquela ideia de um superagente que sabe de tudo. E entra a montagem de skills compostas e servidores MCP altamente especializados. É o fim do gargalo da janela de contexto.
7:47O agente carrega estritamente o que a tarefa atual pede e ignora o resto. A fragmentação inteligente resolve o limite de memória. Beleza, mas como tudo isso suporta o peso do mundo real? O curso documenta um caso sobre isso, não é?
8:01Sim. O próprio autor relata um caso formidável acontecido em outubro de 2025. O painel de admin da Brasil GEO, que era totalmente estático em Next.js, precisou ser transformado num centro de comando massivo. E olha o tamanho do que foi construído.
8:17Eles subiram um resumo executivo de IA rodando quatro LLMs em paralelo. Acoplaram vigias de orçamento, os watchdogs, acompanhando o Meta e Google Ads em tempo real. Além de impressionantes 36 endpoints ao vivo. E o dado que realmente choca é o prazo.
8:35Esse centro de comando específico foi para o ar em exatos 47 dias de Vibe Coding disciplinado. Repito, nenhuma linha escrita à mão a partir do zero. É crucial reforçar para a nossa audiência que esse é um caso real, extraído diretamente da operação da empresa.
8:51Passar longe de ser um tutorial genérico ou uma daquelas situações hipotéticas de laboratório. Isso levanta uma questão importante. O destaque para a palavra disciplinado atrelada a esses 47 dias nos leva ao perigo da negligência.
9:05Existe uma fronteira muito clara entre dominar o método e a imprudência técnica. Sem dúvida. O lado sombrio disso tudo é a delegação cega. Quem usa a ferramenta só para aceitar o que a IA sugere, sem uma leitura atenta, colhe desastres brutais.
9:20A fonte aponta consequências bem diretas sobre isso. E os exemplos assustam. Publicar segredos da empresa em repositórios públicos. Quebrar clientes inteiros no ambiente de produção. Ou espalhar um defeito lógico super sutil simultaneamente por 15 arquivos só porque a pessoa piscou na hora da revisão.
9:39O estrago é sistêmico. Por isso, a disciplina central do Vibe Coding profissional é e sempre será a validação. A IA acelera o ritmo das entregas, mas ela não isenta absolutamente ninguém da responsabilidade.
9:53É imperativo ler o diff, rodar os testes e revisar o deploy minuciosamente. A responsabilidade final pelo código gerado permanece inteiramente humana. Então, o que isso tudo significa?
10:05Esse mergulho de hoje prova que o Vibe Coding superou de vez aquela fase inicial de só aceitar sugestões e se firmou como uma disciplina de engenharia pesada.
10:14Apoiada na fórmula, onde a probabilidade de sucesso da tarefa é função de clareza, contexto e raciocínio. Tudo isso sustentado pela especificação, pela memória estrutural e pela modularidade dos agentes.
10:28Os próximos módulos do curso desenvolvem cada um desses eixos de forma bem profunda. E para garantir que isso não fique só na teoria, a diretriz inegociável para a próxima segunda-feira é clara.
10:39Quem escuta precisa voltar ao trabalho tratando cada pedido feito ao agente de IA como uma especificação técnica formal. Isso significa definir sempre o objetivo primário, as restrições do sistema e os casos de borda.
10:52E para fechar a trinca de ouro da segurança, antes de apertar o botão de aceitar qualquer código, a validação é soberana. ler o diff rigorosamente, rodar todos os testes automatizados e revisar cada etapa do processo de deploy.
11:06Fica o recado de que o atalho produtivo agiliza as mãos, mas a responsabilidade técnica e o julgamento crítico seguem sendo, mais do que nunca, humanos. Obrigado.
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Especificação Agent Skills mostrando a árvore de pastas com SKILL.md, scripts, references e assets.
Exemplo hipotético: a diretoria pede uma página de inscrição. O pedido verificável diz quais campos são necessários, o que aparece quando falta um e onde o cadastro deve chegar. A primeira entrega é uma prévia com dados fictícios. Você confere o percurso completo antes de autorizar publicação. Uma tela bonita, sozinha, não demonstra que o cadastro funciona.
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Documentação do Claude Code sobre criação e carregamento de skills, com instruções e opções de configuração.
Combine quem faz cada parte: você descreve a necessidade; o agente prepara a entrega; quem conhece o projeto confere os arquivos e os testes. Por exemplo: você testa a inscrição, enquanto a equipe técnica verifica se o cadastro chegou ao lugar certo.
Guarde três coisas: o pedido, o roteiro da tarefa e um exemplo de resultado correto. Ao repetir o trabalho, compare a nova saída com esse exemplo. Se aparecer uma situação diferente, atualize o roteiro e teste novamente.
Transforme uma ideia em um pedido
Escolha uma tarefa pequena da sua rotina.
Passo 1: Diga o que deve sair.
Exemplo: uma lista dos links de campanha que estão incompletos.
Deu certo quando: Outra pessoa entende qual documento receberá.
Passo 2: Mostre um caso correto e um com problema.
Use dois links fictícios e aponte qual informação falta em um deles.
Deu certo quando: O agente distingue os dois casos e explica a diferença.
Passo 3: Confira antes de ampliar.
Compare o relatório com os exemplos. Corrija a instrução que levou ao erro.
Deu certo quando: A segunda tentativa acerta os mesmos dois casos.
No fim você tem: Você fica com um pedido e um modo simples de conferir a resposta.
Comece com uma tarefa que possa ser revisada em poucos minutos, como conferir um link de campanha. O resultado pequeno permite perceber onde a instrução está ambígua antes de ampliar o trabalho para uma página ou um processo inteiro.
Use dados fictícios na primeira tentativa. Antes de publicar ou enviar algo, abra a prévia e confira a ação completa: preencher, enviar e receber a confirmação.
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Terminal e Claude Code: preparar o primeiro acesso
Reconheça o terminal, a pasta do projeto e a conta do Claude Code. Confira instalação e permissões com a equipe antes de executar os primeiros comandos.
CLAUDE.md: registrar regras reutilizáveis do projeto
CLAUDE.md reúne instruções do projeto para o Claude Code. Diferencie essas orientações, a memória de trabalho e os controles que realmente impedem uma ação.
Permissões: decidir o que o agente faz sozinho
Compare modos de permissão do Claude Code e suas regras de aprovação. Separe leitura, edição, execução e publicação para conceder somente a autonomia necessária.
Como pedir uma tarefa à IA e conferir a entrega
Engenharia de prompts organiza o pedido feito à IA. Descreva entrega, contexto, limites e evidências e use exemplos para avaliar o resultado, sem exigir acesso a raciocínio interno.
Agent Skills e SKILL.md: instruções reutilizáveis
Uma skill organiza uma habilidade que o agente pode reutilizar em outros projetos. Leia nome, objetivo, instruções e arquivos de apoio do SKILL.md antes de instalar ou executar.
Sua primeira skill: revisar links de campanha
Monte uma skill pequena de revisão, com instruções e exemplos de entrada e saída. Teste casos válidos e inválidos e confira a execução no Claude Code antes de reutilizá-la.
Skills com vários arquivos: referências e validação
Separe instruções, referências, scripts e verificações quando a skill cresce. A divulgação progressiva apresenta o conteúdo conforme a necessidade, facilitando manutenção e revisão.
MCP: conectar a IA às informações de que ela precisa
Model Context Protocol, ou MCP, permite conectar o agente a ferramentas e dados. Diferencie a conexão das instruções de uma skill e avalie permissões antes de liberar ações.
Coordenar agentes e tarefas recorrentes
Orquestração distribui trabalho entre agentes e define como acompanhar sua execução. Examine memória, agendamento e retomada de tarefas, incluindo o exemplo de OpenClaw, com responsabilidades e limites.
Antes de instalar: confira origem, acessos e arquivos
Antes de instalar uma skill, confira autoria, código, permissões e dados acessados. Entenda o papel do isolamento de execução e da revisão humana para reduzir riscos do agente.
Projeto final: entregar uma skill que outra pessoa consiga usar
Entregue instruções, exemplos, testes e orientação de manutenção junto da skill. Revise o que pode ser compartilhado no GitHub e verifique se outra pessoa consegue reproduzir o procedimento.


