MCP para quem decide · Capítulo 5 de 21 · 22 min
Ler a data de validade de cada recurso
Transforme o registro público de recursos depreciados em prazo de contrato e num plano de migração para a revisão 2026-07-28.
Este capítulo faz parte do curso gratuito MCP para quem decide.
Um contrato de 36 meses apoiado em recurso que pode ser removido em 2027 vence por dentro antes de vencer no papel. A CFO da rede de distribuição de material de construção fez essa conta numa pergunta simples. O CTO pediu verba para ligar o agente ao CRM e ao e-commerce próprio, com proposta de 36 meses. Ela quis saber se havia prazo de aviso ou se o fornecedor podia mudar de rumo no segundo ano.
Até meados de 2026 a pergunta não tinha resposta contratável. Um recurso do protocolo podia entrar numa revisão e sair na seguinte, sem prazo publicado. A revisão 2026-07-28, publicada em 28/07/2026, trouxe política formal de ciclo de vida. Há também uma página única que diz o que está saindo e a partir de quando.
Este capítulo entrega a leitura de compras dessa política, a lista datada do que já está em contagem regressiva e um plano de migração com dono. Entrega também a distinção entre núcleo e extensão, que decide quanto tempo de suporte a empresa pode exigir e quase nunca aparece na proposta comercial.
Existe piso público de doze meses entre um recurso ser depreciado e poder ser removido, com exceção de noventa dias só em risco de segurança ativo. Sampling, Roots, Logging e o registro dinâmico de cliente foram depreciados em 28/07/2026 e só podem sair a partir de 28/07/2027. O transporte antigo HTTP+SSE tem o relógio mais curto e já pode sair na próxima revisão.
- Etapa 1 de 5: Active
Recurso da revisão vigente, implementação nova permitida
- Etapa 2 de 5: Deprecated
Continua funcionando; implementação nova não deve adotá-lo; o relógio começa na publicação da revisão que o marca
- Etapa 3 de 5: Janela mínima de doze meses
Contada da publicação da revisão que depreciou, e não da data em que a proposta virou final
- Etapa 4 de 5: Exceção de noventa dias
Só com risco de segurança ativo: vulnerabilidade com aviso publicado ou exploração documentada, sem mitigação possível
- Etapa 5 de 5: Removed
Os Core Maintainers decidem a remoção, com veto dos Lead Maintainers; o recurso pode ficar depreciado muito além do mínimo
Três consequências de compras aparecem na ordem de uma negociação
- 01O piso de doze meses é citável em cláusula de continuidade, porque está publicado e independe da boa vontade do fornecedor. A ressalva vem junto: cai para noventa dias quando há vulnerabilidade com aviso publicado ou exploração documentada.
- 02Uma página única responde o que está saindo e até quando, e ela abre sem login. O auditor confere sozinho, sem pedir declaração ao fornecedor.
- 03As bibliotecas oficiais de nível 1 (TypeScript, Python, Go e C#) precisam marcar a interface depreciada na versão seguinte. A política recomenda também aviso em tempo de execução, então o log de produção denuncia a dívida. A parte que interessa ao caixa está no quadro seguinte.
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O que já está em contagem regressiva, com data e migração indicada
| Item | Depreciado em | Remoção possível a partir de | Migração indicada pela especificação |
|---|---|---|---|
| Transporte antigo HTTP+SSE | 26/03/2025, reclassificado pelo SEP-2596 | Três meses depois de o SEP-2596 chegar a Final. O SEP já consta como Final, incorporado em 18/05/2026: trate como removível na próxima revisão | Streamable HTTP, o transporte remoto padrão |
| Sampling | 28/07/2026, pelo SEP-2577 | Primeira revisão publicada em ou após 28/07/2027 | Integração direta com a API do provedor de modelo |
| Roots | 28/07/2026, pelo SEP-2577 | Primeira revisão publicada em ou após 28/07/2027 | Parâmetros de ferramenta, endereços de recurso ou configuração do servidor |
| Logging | 28/07/2026, pelo SEP-2577 | Primeira revisão publicada em ou após 28/07/2027 | Saída de erro padrão no transporte local, ou OpenTelemetry |
| Registro dinâmico de cliente OAuth (RFC 7591) | 28/07/2026, pelo PR #2858 | Primeira revisão publicada em ou após 28/07/2027 | Client ID Metadata Documents |
| Valores thisServer e allServers do campo includeContext, dentro de Sampling | 25/11/2025, reclassificados pelo SEP-2596 | No máximo junto com o próprio Sampling | Omitir o campo ou usar none |
Os itens seguem funcionando durante a janela. O que fica desaconselhado é implementação nova. Um ano cabe num ciclo orçamentário e é curto demais para descobrir na última hora.
Fonte: Registro oficial de recursos depreciados da revisão 2026-07-28, consultado em 26/09/2026.
O transporte antigo HTTP+SSE merece atenção separada. A regra é remoção possível três meses depois de o SEP-2596 chegar ao estado Final, prazo menor porque o recurso já estava depreciado antes da política. Em setembro de 2026 esse SEP aparece como Final no repositório oficial, incorporado em 18/05/2026. Na prática, a próxima revisão já pode retirar o transporte. Peça ao time a lista de servidores da casa ainda nele, com data de corte de cada um, até o fim do trimestre.
Sampling aparece uma única vez neste curso, e por um motivo específico. A definição é curta: o servidor pede ao cliente que execute uma geração no modelo do cliente. Material antigo descrevia o recurso como captura de dados de amostra, o que está errado.
O desenho tinha uma virtude econômica. O servidor usava o modelo do lado do cliente e dispensava chave de API própria, então quem pagava a fatura do modelo era o cliente. A escolha do modelo seguia preferências de custo, velocidade e inteligência, com uma pessoa no laço com poder de negar.
A consequência executiva da migração cabe numa frase: a fatura do modelo volta para o lado do servidor. Quem construiu integração apoiada nisso tem, além do retrabalho, uma linha de custo nova. Pergunte ao fornecedor qual dos lados vai absorvê-la.
Roots pede uma correção mais grave. Era declaração do cliente sobre escopo, como um crachá de visitante que ninguém confere na porta, sem imposição pelo protocolo. Quem desenhou controle de segurança apoiado nisso precisa revisar o desenho. Essa classe de erro volta em "Reconhecer os ataques próprios deste protocolo".
A revisão 2026-07-28 mudou também o jeito de o servidor pedir informação no meio de uma tarefa. O protocolo ficou sem estado: cada pedido chega completo, com versão e capacidades, como uma carta que traz remetente e assunto sem depender da anterior. Saíram o aperto de mão inicial, chamado initialize, e o cabeçalho de sessão Mcp-Session-Id.
No lugar dos pedidos que o servidor fazia ao cliente entrou o MRTR, pedido de várias idas e voltas: o servidor devolve a resposta marcada como input_required, como um atendente que devolve o formulário pedindo o dado que faltou. O cliente reenvia o pedido original com a informação. Sampling, Roots e confirmação humana passam por esse caminho.
Duas descrições do mesmo recurso, e o custo de usar a errada
O que circulava em treinamento até o começo de 2026
Descrição de material antigo
- Sampling descrito como captura e processamento de dados de amostra pelo servidor
- Temperatura do modelo apresentada como o parâmetro central do recurso
- Recurso ensinado como pilar de arquitetura, com plano de implementação
- Roots apresentado como fronteira de arquivos imposta ao servidor
- Abertura de conexão com initialize e sessão ensinada como obrigatória
O que as revisões 2025-11-25 e 2026-07-28 definem
Descrição da especificação
- O servidor pede ao cliente uma geração no modelo do cliente, sem chave de API no servidor
- Escolha do modelo por preferências de custo, velocidade e inteligência, mais dicas
- Pessoa no laço com poder de negar, recomendada pela própria especificação
- Roots como declaração do cliente sobre escopo, sem imposição pelo protocolo
- Protocolo sem estado desde 28/07/2026, com Sampling e Roots depreciados e removíveis a partir de 28/07/2027
Falta a informação que decide contrato: onde o recurso mora. O protocolo tem duas classes de estabilidade, com regras diferentes. O núcleo segue a política de ciclo de vida com piso de doze meses. Extensão é adição opcional, com nome no formato de domínio invertido, e o prefixo io.modelcontextprotocol fica reservado às extensões oficiais.
Três regras publicadas mudam a conversa de compras
- Extensão vem desligada e exige adesão explícita das duas pontas, cliente e servidor.
- Biblioteca oficial pode não implementar uma extensão sem perder conformidade com o protocolo.
- Extensão evolui em ciclo próprio, e mudança que quebraria o que existe exige nome novo.
Dar suporte ao protocolo e dar suporte à extensão Tasks são afirmações diferentes. Tasks, o trabalho assíncrono de longa duração, saiu do núcleo em 28/07/2026. É o padrão da aprovação humana e do processamento em lote que interessa à operação.
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Trabalho assíncrono: o que mudou ao sair do núcleo para a extensão oficial
| Aspecto | Como era no núcleo (25/11/2025) | Como fica na extensão (28/07/2026) |
|---|---|---|
| Onde o recurso mora | Recurso experimental dentro do núcleo | Extensão oficial io.modelcontextprotocol/tasks, pelo SEP-2663, com adesão explícita |
| Como o cliente sabe que terminou | Método bloqueante de resultado | Consulta periódica por tasks/get, sem bloquear a chamada |
| Entrada do cliente no meio do trabalho | Sem mecanismo próprio | Novo tasks/update, para o cliente contribuir durante a execução |
| Inventário de tarefas | Existia tasks/list | tasks/list removido; o cliente guarda os identificadores que criou |
| Estados possíveis | Conjunto experimental, sujeito a mudança | working, input_required, completed, failed e cancelled; os três últimos encerram a tarefa |
Quem usou a interface experimental anterior precisa migrar. O roteiro de 22/08/2026 fala em levar a extensão de volta ao núcleo no futuro, sem data. Até lá, peça ao fornecedor que declare por escrito se implementa io.modelcontextprotocol/tasks.
Fonte: Changelog da revisão 2026-07-28 e página da extensão de tarefas, consultados em 26/09/2026.
Os quatro números que sustentam a cláusula de continuidade
12 meses
piso de aviso antes da remoção
contados da publicação da revisão que marca o recurso como depreciado
90 dias
piso na exceção de segurança
só com vulnerabilidade anunciada ou exploração documentada
28/07/2027
data de corte dos quatro itens de 2026
a primeira revisão publicada em ou após essa data pode removê-los
8 meses
vida do campo elicitationId
entrou em 25/11/2025 e saiu em 28/07/2026
Fonte: Política oficial de ciclo de vida e changelogs das revisões 2025-11-25 e 2026-07-28, consultados em 26/09/2026
Os oito meses do campo elicitationId são o argumento mais eficiente contra a pressa comercial. O campo entrou na especificação em 25/11/2025 para correlacionar pedidos de confirmação humana e saiu em 28/07/2026, quando o MRTR passou a resolver isso repetindo o pedido original.
Constar da especificação e ser estável são coisas distintas. Fornecedor que apresenta recurso recém-chegado como base de arquitetura pede à empresa um risco que a política ainda não cobre. O piso de doze meses protege quem já implementou algo depreciado, e não quem começa a implementar uma novidade agora.
Migrar para a revisão 2026-07-28 com dono e prazo
Seis passos para sair do diagnóstico e chegar a um plano que o comitê aprova. O dono padrão é a arquitetura, com compras e jurídico nos passos 4 e 5.
Passo 1: Fazer o inventário em duas semanas
Uma linha por servidor em operação, próprio ou de fornecedor, com as colunas do quadro de inventário logo abaixo.
Deu certo quando: Todo servidor em produção tem linha, responsável e a revisão do protocolo que fala.
Erro comum: Esquecer os servidores que rodam nas máquinas do time, fora do data center.
Passo 2: Classificar por risco e relógio
Cruze cada item marcado com o processo que ele apoia. Processo que escreve em sistema de origem sobe para o topo.
Deu certo quando: Existe uma ordem de ataque, com HTTP+SSE e processo crítico nas primeiras linhas.
Erro comum: Ordenar por facilidade técnica em vez de prazo e impacto no caixa.
Passo 3: Tirar primeiro o transporte antigo HTTP+SSE
É o único item que já pode sair na próxima revisão. A migração é para Streamable HTTP. Prazo sugerido: até o fim de 2026.
Deu certo quando: Nenhum servidor da casa responde mais no transporte antigo.
Erro comum: Esperar a próxima revisão sair para começar a migrar.
Passo 4: Pedir ao fornecedor três respostas por escrito
O identificador da revisão implementada, o plano datado de saída de Sampling, Roots, Logging e registro dinâmico, e as extensões que o produto declara.
Deu certo quando: As três respostas chegam no corpo da proposta em até uma semana.
Erro comum: Aceitar compatível com o protocolo como resposta, sem identificador de revisão.
Passo 5: Colocar a cláusula de continuidade no contrato
Suporte à revisão implementada por no mínimo doze meses após a publicação da sucessora, com aviso escrito de todo item que entrar no registro público de depreciados.
Deu certo quando: A cláusula cita o registro público e a revisão 2026-07-28 pelo nome.
Erro comum: Prazo de adoção agressivo, que obriga a aceitar mudança sem janela de teste.
Passo 6: Migrar o resto antes de 28/07/2027, com o log como prova
Sampling vira integração direta com o provedor de modelo, Roots vira parâmetro, Logging vira saída de erro padrão ou OpenTelemetry, registro dinâmico vira Client ID Metadata Documents.
Deu certo quando: O log de produção fica sem aviso de recurso depreciado por 30 dias seguidos.
Erro comum: Migrar Sampling sem orçar a fatura do modelo que passa para o servidor.
No fim você tem: Um plano com dono por linha, o transporte antigo desligado primeiro e a casa fora de todo recurso depreciado antes de 28/07/2027.
Quadro de inventário: como achar cada item e para onde levá-lo
| Item | Como o time detecta | Para onde migrar | Prazo interno sugerido |
|---|---|---|---|
| Transporte HTTP+SSE | Servidor remoto que abre canal de eventos separado do envio de pedidos | Streamable HTTP | Até 31/12/2026 |
| Abertura com initialize e sessão | Uso de initialize ou do cabeçalho Mcp-Session-Id; biblioteca anterior à revisão 2026-07-28 | Biblioteca de nível 1 atualizada, com versão e capacidades em _meta e server/discover no servidor | Até 31/03/2027 |
| Sampling | Servidor que pede geração ao modelo do cliente | API do provedor de modelo, com a fatura orçada | Até 31/03/2027 |
| Roots | Servidor que lê a lista de pastas declarada pelo cliente; pior caso quando isso é controle de acesso | Parâmetro de ferramenta ou configuração do servidor | Até 31/03/2027 |
| Logging do protocolo | Uso de logging/setLevel ou de mensagens de log pelo protocolo | Saída de erro padrão ou OpenTelemetry | Até 30/06/2027 |
| Registro dinâmico de cliente | Cliente que se registra sozinho no servidor de autorização | Client ID Metadata Documents | Até 30/06/2027 |
Os prazos internos são sugestão para terminar com folga antes de 28/07/2027. O transporte antigo vem primeiro porque o relógio dele já correu.
Material para repassar ao time técnico
Onde conferir, sem intermediário, o que está saindo e até quando
Registro de recursos depreciados em modelcontextprotocol.io/specification/2026-07-28/deprecated. Política de ciclo de vida em modelcontextprotocol.io/community/feature-lifecycle. Changelog da revisão vigente em modelcontextprotocol.io/specification/latest/changelog. O rascunho da próxima revisão fica em modelcontextprotocol.io/specification/draft.
Como o identificador de revisão funciona, e por que isso importa em contrato
É uma data no formato AAAA-MM-DD que marca a última mudança incompatível. Ele não muda enquanto as alterações mantêm compatibilidade. Desde 28/07/2026 a revisão vigente é 2026-07-28; a anterior é 2025-11-25. Duas implementações podem estar atualizadas e falar revisões diferentes, o que quebra a conversa entre elas sem que nenhuma esteja errada.
O que o time muda no código por causa do protocolo sem estado
Sai o aperto de mão initialize e o cabeçalho Mcp-Session-Id. Cada pedido leva versão e capacidades do cliente em _meta. O servidor precisa oferecer server/discover, que anuncia versões, capacidades e identidade, e o cliente pode chamá-lo antes do primeiro pedido. Pedido de informação no meio da tarefa segue o MRTR, com resposta input_required e reenvio do pedido original.
Migrações indicadas, na forma em que a especificação as descreve
No lugar de Roots, parâmetros de ferramenta, endereços de recurso ou configuração do servidor. No lugar de Sampling, integração direta com a API do provedor de modelo. No lugar de Logging, saída de erro padrão no transporte local ou OpenTelemetry, com o nível de log definido por pedido em _meta. No lugar do registro dinâmico de cliente, Client ID Metadata Documents; o registro dinâmico fica só para servidores de autorização que não aceitam o novo caminho.
Como saber se o fornecedor implementa extensão ou só o núcleo
Peça por escrito a lista de identificadores de extensão que o produto anuncia no campo extensions das capacidades. Extensão oficial usa o prefixo io.modelcontextprotocol. Extensão em incubação vive em repositório com prefixo experimental-ext- e não deveria sustentar processo crítico.
O fornecedor finalista apresenta dois diferenciais. O primeiro é o registro dinâmico de cliente, vendido como cadastro automático sem configuração. O segundo é o uso do modelo do próprio cliente para gerar texto no servidor, vendido como economia de inteligência artificial. A proposta é de 36 meses, com o primeiro ano pago adiantado.
O que a CFO faz com a apresentação que acabou de ver?
Verificação rápida
O time informa que o servidor da casa usa o log do protocolo e que a aprovação de crédito depende de trabalho assíncrono de longa duração. Qual é a leitura correta de risco e prazo?
Exposição da casa a recurso em contagem regressiva
Uma dimensão por recurso em saída. Pontue de 0 a 4 com o inventário na mão: 0 sem dependência, 1 só em teste, 2 em produção com plano datado, 3 em produção sem plano, 4 em processo crítico sem plano e sem responsável. Some e leia a faixa. O resultado dimensiona a verba de retrabalho do próximo trimestre.
O relógio mais curto: a proposta que dispara a remoção já está Final, e a próxima revisão pode retirar o transporte.
Migração para integração direta com o provedor de modelo. A fatura do modelo passa para o servidor, então afeta custeio além de desenvolvimento.
Era declaração do cliente sobre escopo, sem imposição pelo protocolo. Se a segurança depende disso, a revisão é de arquitetura.
logging/setLevel já saiu na revisão 2026-07-28. Migração para saída de erro padrão ou OpenTelemetry, que reaproveita a observabilidade contratada.
Migração para Client ID Metadata Documents. Se aparece como diferencial em proposta, a proposta descreve caminho em saída.
Virou a extensão oficial io.modelcontextprotocol/tasks, com consulta periódica e sem tasks/list. Quem usou a interface anterior precisa migrar.
A casa tem pouca dependência de recurso em saída. Coloque a conferência do registro público de depreciados na revisão trimestral e exija o identificador de revisão em toda contratação nova.
O plano está pronto quando cada servidor tem linha no inventário, cada item depreciado tem dono e data, o transporte antigo HTTP+SSE tem corte marcado ainda em 2026 e o contrato cita o registro público de depreciados e a revisão implementada pelo nome.
Peça hoje o inventário ao time de arquitetura, com prazo de duas semanas e as seis linhas do quadro. Confira a entrega por dois números: servidores em produção sem linha no inventário, que precisa ser zero, e servidores ainda em HTTP+SSE, que precisa ter data de corte até 31/12/2026.
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