MCP para quem decide · Capítulo 15 de 21 · 20 min
Comparar Claude e Gemini quando a casa já usa Google
Descubra quando o Workspace puxa a escolha para o Gemini e quando o Claude compensa a troca, antes de assinar com qualquer um.
Este capítulo faz parte do curso gratuito MCP para quem decide.
Quem já paga Google Workspace tem um desconto escondido na mesa. E-mail, agenda e planilhas da empresa moram no Google, e o Gemini chega a eles sem integração nova. O risco é aceitar esse atalho sem medir o que ele custa em controle, maturidade e fatura mensal.
Nos dois capítulos anteriores, o Claude apareceu como o criador do MCP, o padrão aberto que liga assistentes a sistemas como uma tomada universal. Aqui a pergunta muda. A casa já tem um fornecedor de escritório e de nuvem, e ele também vende modelo, agente e ferramenta de programação. Juntar tudo num só contrato simplifica ou prende?
Este capítulo compara os dois lados em setembro de 2026, com data em cada fato. No fim, uma tabela fecha a Parte 5 dizendo quando usar Claude, OpenAI, Grok ou Gemini.
Se o dado da casa mora no Workspace e o trabalho é ler, resumir e cruzar documentos, o Gemini sai na frente pelo acesso nativo. Se o trabalho é agente que grava em sistema crítico ou programa, o Claude compensa a integração extra. Em qualquer caso, conversa entre agentes de empresas diferentes só entra com portão humano.
A aposta do Google em dois protocolos
O Google fala MCP para ligar o agente a ferramentas e fala A2A, sigla de Agent2Agent, para um agente conversar com outro. A diferença lembra a de um funcionário que usa a calculadora e a de um funcionário que telefona para o fornecedor. No primeiro caso, a ferramenta faz só o que foi declarado. No segundo, do outro lado há alguém que decide sozinho.
Criado no Google em abril de 2025, o A2A foi doado à Linux Foundation em 23/06/2025. O comitê técnico reúne AWS, Cisco, Google, IBM Research, Microsoft, Salesforce, SAP e ServiceNow, e a versão 1.0 é a publicada no site oficial do protocolo. O próprio site resume a divisão: MCP é agente com ferramenta, A2A é agente com agente.
Para amarrar as duas pontas, o Google oferece o ADK, kit de desenvolvimento de agentes, uma caixa de peças prontas para montar agente sem começar do zero. A documentação oficial traz seções de ferramentas MCP e de exposição e consumo de A2A, em cinco linguagens de programação. O Google também é membro Platinum da Agentic AI Foundation, a fundação que governa o MCP, ao lado da Anthropic.
Se a figura ultrapassar a área visível, deslize para os lados. Pelo teclado, foque a figura e use as setas.
Onde o Gemini fala MCP hoje
Na Gemini API, a Interactions API aceita servidores MCP remotos desde que usem Streamable HTTP, o transporte atual do protocolo, como a linha telefônica padrão de uma central. Servidores no transporte antigo SSE ficam de fora. A configuração pede nome, endereço, cabeçalhos de autenticação e uma lista opcional de ferramentas permitidas. A Interactions API está em disponibilidade geral desde junho de 2026.
No Gemini Enterprise, a suíte corporativa, a empresa pode ligar um servidor MCP próprio como conector. A documentação atualizada em 24/09/2026 exige Streamable HTTP, certificado emitido por autoridade pública e autenticação OAuth 2.0, o crachá eletrônico que o servidor confere. As ações vêm todas desligadas, e o administrador liga uma a uma, até 100 por conector.
Para quem vive no Workspace, o Google publica servidores MCP próprios para Gmail, Drive, Docs, Planilhas, Apresentações, Agenda, Chat e contatos. O acesso ainda passa pelo programa público de prévia para desenvolvedores, então não é produto de prateleira. Tratar esses servidores como serviço estável no contrato é o erro mais comum de quem assina em setembro de 2026.
A troca de ferramenta de terminal
Em 19/05/2026, o Google anunciou que o Gemini CLI, o assistente de programação que roda na tela preta do terminal, seria substituído pelo Antigravity CLI. Desde 18/06/2026, o Gemini CLI parou de atender usuários individuais, gratuitos ou dos planos AI Pro e Ultra. Quem tem licença Gemini Code Assist Standard ou Enterprise mantém o acesso.
O Antigravity CLI herda Agent Skills, Hooks, Subagentes e Extensões, que passaram a se chamar plugins, sem garantia de paridade completa no início. O codelab oficial do Google para os servidores do Workspace mostra que o Antigravity lê os servidores MCP de um arquivo único, compartilhado entre terminal e editor. Manual interno que ensina o comando antigo para pessoa física está vencido.
Do lado da Anthropic, o Claude Code segue como ferramenta de terminal com skills, hooks, subagentes e plugins. Desde 25/09/2026, desenvolvedores de planos pagos também podem submeter conector MCP remoto ou plugin ao diretório do Claude, com varredura de segurança e revisão.
O que cada lado oferece em setembro de 2026
| Tema | Claude (Anthropic) | Gemini (Google) |
|---|---|---|
| MCP na API | Conector MCP em beta: só ferramentas, servidor remoto por HTTP, listas de permitidas e bloqueadas. Indisponível no Amazon Bedrock e no Google Cloud | MCP remoto na Interactions API, em disponibilidade geral desde junho de 2026: só Streamable HTTP, lista de ferramentas permitidas |
| Suíte corporativa | Diretório de conectores e portal de plugins aberto em 25/09/2026, com varredura e revisão | Gemini Enterprise liga servidor MCP próprio; ações desligadas até o administrador ligar, com confirmação do usuário por padrão |
| Dados de escritório | Via conectores do diretório ou servidor MCP próprio | Servidores MCP do Google para Gmail, Drive, Agenda e outros, ainda em prévia para desenvolvedores |
| Conversa entre agentes | A documentação do Claude consultada trata de MCP; não traz equivalente ao A2A | A2A 1.0, doado à Linux Foundation em 23/06/2025; o ADK usa MCP e A2A |
| Terminal de programação | Claude Code, com skills, hooks, subagentes e plugins | Antigravity CLI no lugar do Gemini CLI desde 18/06/2026 para usuários individuais |
| Modelos principais | Opus 5.5 a US$ 4 / 20 e Sonnet 5 a US$ 2 / 10 por milhão de tokens, 1M de contexto, disponibilidade geral | Gemini 3.1 Pro ainda em Preview, 1M de contexto, US$ 2 / 12 até 200K; Gemini 3.8 Flash estável, US$ 0,75 / 3,75 até 31/12/2026 |
| Governança do padrão | Criou o MCP; membro Platinum da AAIF | Criou o A2A; membro Platinum da AAIF |
Preço em US$ por milhão de tokens, entrada e saída. Contexto é a quantidade de texto que o modelo lê de uma vez, como a mesa de trabalho do analista.
Maturidade, com nome e data
Preview é a fase em que o fornecedor abre o produto para teste sem compromisso de estabilidade, como o prédio entregue antes do habite-se. Em setembro de 2026, o Gemini 3.1 Pro, modelo mais capaz do Google, continua em Preview. Ele tem 1M de contexto, e não os 2M de comparativos antigos. O Gemini 3.8 Flash, lançado em 02/09/2026, é estável. A família 2.5 está com acesso restrito.
Na Anthropic, o Opus 5.5 e o Sonnet 5 estão em disponibilidade geral. O conector MCP da API, porém, segue em beta e não é elegível a retenção zero de dados. A maturidade fica cruzada: o Google tem a API madura e o modelo principal em teste, e a Anthropic tem o modelo maduro e o conector em teste.
Segurança e onde fica a aprovação humana
MCP abre a porta de um sistema da casa para um agente. A2A abre a porta para o agente de outra empresa. O site oficial do A2A apresenta como virtude que os agentes interagem sem compartilhar memória, ferramentas ou lógica interna. Para quem governa, a mesma frase quer dizer que o lado de lá é uma caixa fechada, e a casa responde pelo que aceitar dela.
No Gemini Enterprise, toda ação pede confirmação do usuário por padrão, mas a ferramenta marcada como somente leitura pula essa confirmação. A marcação é declarada pelo próprio servidor. Então a revisão precisa conferir se cada ferramenta marcada como leitura realmente só lê. Na Gemini API, a documentação consultada lista as ferramentas permitidas e não descreve campo de aprovação, o que deixa o portão humano no código da própria empresa.
Para o Claude, a documentação do conector recomenda bloquear ferramentas de escrita quando a empresa quer confirmação humana antes de mudar dado. A regra prática vale para os dois: o agente pode ler sozinho, e todo compromisso com terceiro, como pedido, preço ou prazo, passa por uma pessoa com alçada.
Como a casa que já usa Google costuma errar e como acerta
Evitar
Coluna a evitar
- Assinar o Gemini só porque o Workspace já está pago, sem comparar a tarefa
- Tratar o Gemini 3.1 Pro ou os servidores MCP do Workspace como produto estável em contrato
- Comprar o Claude pelo Google Cloud contando com o conector MCP da API, que não está disponível ali
- Liberar A2A com agente de fornecedor para fechar pedido sem pessoa no meio
- Aceitar a marcação de somente leitura do servidor sem conferir o que a ferramenta faz
- Orçar o Gemini 3.8 Flash pelo preço promocional para o ano de 2027
Recomendado
Coluna recomendada
- Escolher por tarefa: leitura de documentos do Workspace para o Gemini, agente que grava ou programa para o Claude
- Escrever no contrato o estado de cada peça (Preview, beta ou disponibilidade geral) e a data de revisão
- Quem compra Claude pelo Google Cloud monta o próprio cliente MCP ou usa a API direta da Anthropic
- Começar A2A com um parceiro, um fluxo de consulta e portão humano antes de qualquer compromisso
- Revisar a lista de ferramentas de leitura a cada versão nova do servidor
- Orçar 2027 com o preço cheio de US$ 1,50 / 7,50 por milhão de tokens
Quanto custa o mesmo agente em cada modelo
Pense num agente de atendimento que lê 30 milhões de tokens por mês e escreve 3 milhões. Token é o pedaço de palavra pelo qual o modelo cobra, como a ficha de um telefone público. A tabela abaixo aplica o preço de lista de cada modelo a esse mesmo volume, sem desconto de cache nem de lote.
Dois ajustes mudam a leitura. O preço promocional do Gemini 3.8 Flash dobra em 01/01/2027, então o orçamento do ano que vem precisa da segunda linha. E, segundo a página de preços da Anthropic, desde o Opus 4.7 o mesmo texto gera cerca de 30% mais tokens nos modelos Claude.
Fatura mensal de um mesmo agente (30 milhões de tokens lidos, 3 milhões escritos)
| Modelo | Preço por milhão (entrada / saída) | Fatura do mês | Estado |
|---|---|---|---|
| Gemini 3.8 Flash até 31/12/2026 | US$ 0,75 / 3,75 | US$ 33,75 | Estável, preço promocional |
| Gemini 3.8 Flash a partir de 01/01/2027 | US$ 1,50 / 7,50 | US$ 67,50 | Estável, preço cheio |
| Claude Sonnet 5 | US$ 2 / 10 | US$ 90,00 | Disponibilidade geral |
| Gemini 3.1 Pro | US$ 2 / 12 (até 200K de contexto) | US$ 96,00 | Preview |
| Claude Opus 5.5 | US$ 4 / 20 | US$ 180,00 | Disponibilidade geral |
Conta: tokens lidos em milhões vezes preço de entrada, mais tokens escritos vezes preço de saída. Nos modelos Claude, some cerca de 30% de tokens para o mesmo texto antes de comparar.
Do A2A ao fim do preço promocional
- 23/06/2025Concluído
A2A vai para a Linux Foundation
O Google doa o protocolo de conversa entre agentes
- 19/05/2026Concluído
Anúncio do Antigravity CLI
O Google avisa que o Gemini CLI será substituído
- 18/06/2026Concluído
Gemini CLI deixa de atender pessoa física
Licenças Code Assist Standard e Enterprise continuam
- Junho de 2026Concluído
Interactions API em disponibilidade geral
É nela que a Gemini API aceita servidor MCP remoto
- 02/09/2026Concluído
Gemini 3.8 Flash lançado
US$ 0,75 / 3,75 por milhão de tokens, preço promocional
- 25/09/2026Agora
Portal de plugins do Claude
Submissão de conector MCP remoto ou plugin com revisão
- 31/12/2026Previsto
Fim do preço promocional do 3.8 Flash
Em 01/01/2027 passa a US$ 1,50 / 7,50
Escolher entre Claude e Gemini e pilotar um A2A controlado
Seis passos em seis semanas, cada um com dono e critério de conferência. O piloto de A2A fica restrito a consulta, com um parceiro só.
Passo 1: Mapear onde o dado mora
O gerente de TI lista, na semana 1, os cinco sistemas que o agente precisa ler e onde cada um está: Workspace, ERP, CRM ou planilha solta.
Deu certo quando: A lista mostra a fatia do trabalho que depende de documento do Workspace, em porcentagem.
Erro comum: Contar só o e-mail e esquecer que o pedido de venda mora no ERP.
Passo 2: Escolher o fornecedor por tarefa
Diretoria e TI decidem na semana 2: leitura e resumo de documentos do Workspace vão ao Gemini; agente que grava em sistema crítico ou programa vai ao Claude.
Deu certo quando: Cada tarefa tem um fornecedor e um motivo escrito em uma linha.
Erro comum: Escolher um fornecedor para tudo porque o contrato fica mais simples.
Passo 3: Desligar a escrita no primeiro mês
Segurança da informação liga só ferramentas de leitura, no Gemini Enterprise ou na lista de permitidas do conector do Claude, e confere cada ferramenta marcada como somente leitura.
Deu certo quando: Relatório de ferramentas ligadas sem nenhuma que grave, apague ou envie.
Erro comum: Confiar na marcação de leitura declarada pelo servidor sem testar.
Passo 4: Escolher um parceiro e um fluxo de A2A
O dono do processo escolhe, na semana 3, um único parceiro externo e um único fluxo de consulta, como prazo de entrega ou estoque.
Deu certo quando: Contrato ou aditivo diz o que o agente do parceiro pode perguntar e responder.
Erro comum: Abrir A2A para vários parceiros de uma vez e perder a trilha de quem disse o quê.
Passo 5: Pôr o portão humano na fronteira
O controle interno define que pedido, preço, prazo ou pagamento vindo do agente de fora vira proposta para uma pessoa com alçada aprovar.
Deu certo quando: Nenhuma resposta do parceiro vira compromisso sem nome e data de quem aprovou.
Erro comum: Aprovar em lote no fim do dia, o que transforma o portão em carimbo.
Passo 6: Medir 30 dias e decidir
O diretor financeiro compara fatura do modelo, horas poupadas e erros encontrados, e decide ampliar, manter ou encerrar.
Deu certo quando: Decisão registrada com os três números e a data da próxima revisão.
Erro comum: Ampliar o piloto sem olhar a fatura que o preço promocional escondeu.
No fim você tem: No fim da sexta semana, a casa tem um fornecedor por tarefa, só ferramentas de leitura ligadas e um fluxo de A2A com aprovação humana registrada.
Os pedidos chegam por Gmail, a produção é controlada numa planilha do Drive e o faturamento sai do ERP. A transportadora parceira ofereceu ligar o agente dela ao agente da malharia por A2A, para cotar e agendar coletas. O time de TI tem duas pessoas e já compra nuvem do Google.
Qual caminho a sócia deve aprovar para o primeiro trimestre?
O fecho da Parte 5
Os três capítulos desta parte mostraram que os quatro fornecedores falam MCP em setembro de 2026. O que muda entre eles é onde fica a aprovação humana, qual peça ainda está em teste e quanto custa a mesma tarefa. A tabela abaixo junta Claude, OpenAI, Grok e Gemini num critério só, para levar à reunião em que a diretoria escolhe.
Quando usar qual, em setembro de 2026
| Fornecedor | Use quando | Cuidado principal | Onde fica a aprovação humana |
|---|---|---|---|
| Claude (Anthropic) | O agente grava em sistema crítico, programa ou precisa do harness mais completo (Claude Code, skills, plugins) | Conector MCP da API em beta, fora do Bedrock e do Google Cloud, sem retenção zero de dados | Lista de bloqueio das ferramentas de escrita no conector e confirmação no Claude Code |
| OpenAI | A empresa já usa ChatGPT em escala e quer apps e plugins sobre MCP dentro dele; GPT-6 Sol custa US$ 2 / 10 | Modo desenvolvedor com leitura e escrita exige governança de quem liga o quê | Configuração do cliente e política de quem pode ativar o modo desenvolvedor |
| Grok (xAI) | O caso pede MCP remoto na API com preço baixo de saída: Grok 4.7 a US$ 2 / 6, 500K de contexto | Sem servidor local e sem campo de aprovação na Responses API | No código da própria empresa, antes de cada chamada que grava |
| Gemini (Google) | O dado mora no Workspace e o trabalho é ler, resumir e cruzar documentos; volume alto com 3.8 Flash | 3.1 Pro em Preview, servidores do Workspace em prévia, preço promocional até 31/12/2026 | Confirmação por padrão no Gemini Enterprise; no código da empresa na Gemini API; portão próprio no A2A |
Preço em US$ por milhão de tokens, entrada e saída. Os quatro falam MCP; o servidor que a casa escreve uma vez vale para todos.
Verificação rápida
A empresa compra o Claude pelo Google Cloud e quer que o modelo chame um servidor MCP remoto do ERP. O que ela precisa saber antes?
Material para o time técnico
Como a Gemini API declara um servidor MCP remoto
Na Interactions API, a ferramenta tem tipo mcp_server, com nome, endereço, cabeçalhos HTTP enviados a cada chamada (por exemplo, a credencial) e allowed_tools para restringir o que o agente pode chamar. Só Streamable HTTP; SSE não é aceito. O nome do servidor não pode ter hífen: use sublinhado. A documentação consultada, atualizada em 23/09/2026, não descreve campo de aprovação humana.
O que o conector MCP da API do Claude aceita
Beta com o cabeçalho mcp-client-2025-11-20. Só chamadas de ferramenta do protocolo; recursos, prompts e servidores locais por STDIO exigem cliente próprio com os auxiliares do SDK. Servidor público por HTTP, em Streamable HTTP ou SSE. Listas de permitidas e bloqueadas, configuração por ferramenta e credencial OAuth Bearer. Disponível na API do Claude, na Claude Platform on AWS e no Microsoft Foundry; indisponível no Amazon Bedrock e no Google Cloud. Não elegível a retenção zero de dados.
Requisitos do servidor MCP próprio no Gemini Enterprise
Só Streamable HTTP. Certificado TLS emitido por autoridade pública, sem certificado autoassinado, inclusive para servidor privado. Autenticação sem credencial ou OAuth 2.0, com PKCE opcional. Ações desligadas por padrão, até 100 por conector. Confirmação do usuário por padrão; readOnlyHint pula a confirmação e destructiveHint marca a ação que altera dado. Exige ajuste de política da organização e lista de domínios de saída liberados.
Onde o Antigravity guarda os servidores MCP
Segundo o codelab oficial dos servidores do Workspace, o Antigravity lê um arquivo de configuração compartilhado entre o terminal e o editor, em ~/.gemini/config/mcp_config.json, e conecta aos servidores remotos do Google com credencial OAuth 2.0. Os servidores do Workspace exigem inscrição no programa de prévia para desenvolvedores e a ativação dos serviços no Google Cloud.
O que olhar num agente A2A de parceiro
A versão 1.0 é a publicada, sob licença Apache 2.0, com comitê técnico de oito empresas. O protocolo trata o agente remoto como opaco: ele não expõe memória nem ferramentas. Registre cada troca do seu lado, limite o fluxo a consulta no piloto e trate toda resposta como proposta até uma pessoa aprovar.
Liste até sexta-feira as cinco tarefas que a casa quer entregar a um agente. Ao lado de cada uma, escreva o fornecedor escolhido e o estado da peça usada: Preview, beta ou disponibilidade geral. Confira em 30 dias três condições: zero ferramenta de escrita ligada, zero compromisso de agente externo sem aprovador nomeado e orçamento de 2027 com o preço cheio do Flash.
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Estude antes
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- Comparar Claude e Gemini depois da troca pelo Antigravitysugerido pelo grafoApresenta o conceito “Antigravity”, usado em “Comparar Claude e Gemini quando a casa já usa Google”.
- CursoAgentes de código para executivossugerido pelo grafo5 capítulos de “MCP para quem decide” usam conceitos apresentados em “Agentes de código para executivos”.
Depois, siga para
- CursoMCP com Chrome: Automação com IAsugerido pelo grafo7 capítulos de “MCP com Chrome: Automação com IA” usam conceitos apresentados em “MCP para quem decide”.
- CursoClaude Code CLI: Programação com IAsugerido pelo grafo7 capítulos de “Claude Code CLI: Programação com IA” usam conceitos apresentados em “MCP para quem decide”.
- CursoDo Agile ao Agentic Operating Modelsugerido pelo grafo4 capítulos de “Do Agile ao Agentic Operating Model” usam conceitos apresentados em “MCP para quem decide”.
- CursoSegundo cérebro com IAsugerido pelo grafo3 capítulos de “Segundo cérebro com IA” usam conceitos apresentados em “MCP para quem decide”.
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