MCP para quem decide · Capítulo 17 de 21 · 24 min
Escolher entre comprar, conectar ou construir
Uma ordem de avaliação com critério escrito impede que a empresa construa em seis meses o que a licença atual já entrega.
Este capítulo faz parte do curso gratuito MCP para quem decide.
Projeto interno de seis meses para ligar o ERP ao agente pode ser dinheiro pago duas vezes. Entre dezembro de 2025 e maio de 2026, as grandes nuvens e os principais sistemas corporativos publicaram servidores MCP próprios. Autorização, auditoria e medição de consumo vêm dentro da licença.
O CTO da rede de distribuição chegou à reunião com esse projeto de seis meses. A CFO fez a pergunta que economizou o trimestre: o fornecedor que já nos vende esse ERP entrega isso dentro da licença atual? Em setembro de 2026 essa pergunta tem resposta na maioria dos casos, e o ponto de decisão deixou de ser técnico para virar contratual.
Avalie primeiro o que já vem na licença paga, depois o conector de terceiro revisado e só então o projeto próprio. Rota descartada com critério na mão é decisão defensável; rota descartada por preferência do time não sobrevive à primeira auditoria.
- Etapa 1 de 4: Rota 1: já vem na licença
Gasto marginal. Verifique escopo e teto de consumo na renovação.
- Etapa 2 de 4: Rota 2: conectar terceiro
Gasto de revisão. A listagem não prova segurança nem qualidade.
- Etapa 3 de 4: Rota 3: construir em casa
Gasto integral. Exige critério publicado em vez da preferência do time.
- Etapa 4 de 4: Decisão registrada
Com dono nomeado, teto declarado e prazo de reavaliação.
Na rota 1, a empresa usa o que já vem pronto de quem ela já contratou. A tabela abaixo prova uma coisa só: a pergunta da CFO tem resposta positiva com frequência suficiente para virar primeiro passo obrigatório de compras. Cada linha traz data e escopo, porque escopo sem data envelhece em semanas nesta categoria.
O que passou a vir dentro de licenças que a empresa provavelmente já paga
| Fornecedor e data | O que entrega | Autorização, auditoria e limites | Pergunta para a renovação |
|---|---|---|---|
| Google Cloud, suporte oficial anunciado em 10/12/2025 | Servidores remotos gerenciados para mapas, data warehouse, computação e contêineres, com descoberta por registro de API | Autorização pela camada de identidade da própria nuvem, auditoria no serviço de logs e proteção contra injeção indireta de prompt | Quem administra a política de identidade dessa nuvem hoje, e ela está madura para herdar o acesso do agente |
| Microsoft, evento de 02/06/2026 | Protocolo posicionado como camada de integração padrão, com caixas de ferramentas em prévia pública | Registro corporativo de agentes disponível desde 01/05/2026, incluindo descoberta de agentes locais não gerenciados | Quem entra no registro de agentes, quem aprova conector novo e como o antivírus trata servidor instalado por conta própria |
| AWS para SAP, disponibilidade geral em 01/05/2026 | Servidor para o ERP, com escrita em pedido de venda, pedido de compra, material e documento financeiro | Isolamento de sessão e conectividade privada | Como fica a segregação de funções e a trilha de aprovação quando o agente escreve no ERP |
| Salesforce, servidores hospedados em 29/04/2026 | Servidores prontos e personalizados expondo fluxos e ações da plataforma, para Enterprise Edition e superiores | Escopo mcp_api separado das permissões REST, com segurança de campo e regras de compartilhamento sob a identidade do usuário | O escopo mcp_api entra na renovação com teto de consumo declarado, como qualquer limite de chamadas |
| ServiceNow, 05/05/2026 | Servidor disponível, incluído nos pacotes de assistente da própria plataforma | Console de governança, medição de consumo, autorização gerenciada e trilha de auditoria | Qual é a unidade de medição de consumo e o que acontece quando ela estoura no meio do mês |
Em renovação, trate escopo de acesso do agente e teto de consumo com o mesmo rigor de um limite de chamadas. Escopo aberto e consumo sem teto são as duas cláusulas que produzem fatura surpresa.
Fonte: Anúncios oficiais dos fornecedores, 10/12/2025 a 02/06/2026
Se a figura ultrapassar a área visível, deslize para os lados. Pelo teclado, foque a figura e use as setas.
Na rota 2, a empresa conecta servidor de terceiro, e em setembro de 2026 existem três vitrines com garantias muito diferentes. Em 25/09/2026 a Anthropic abriu um portal para assinantes pagos publicarem conector MCP remoto ou plugin. Plugin é um pacote de conector com skills, instruções prontas que ensinam o assistente a usar a ferramenta.
Toda submissão passa por validação automática com varredura de segurança e por revisão antes de entrar no diretório do Claude. O portal mostra instalações por produto e versão, e aceita MCP Apps e a extensão Enterprise Managed Authorization. É a vitrine com mais filtro das três, e mesmo assim a varredura não substitui a revisão interna de quem conecta.
Do lado da OpenAI, o ChatGPT trabalha com plugins que combinam skills, um manifesto (a ficha técnica do pacote) e um servidor MCP opcional. O modo desenvolvedor dá MCP completo, com leitura e escrita, para Plus, Pro, Business, Enterprise e Edu na web, e só administrador publica.
O registro oficial do protocolo, em registry.modelcontextprotocol.io, continua em prévia em 26/09/2026, um ano depois da estreia em 08/09/2025. Ele não aceita servidor privado, não garante durabilidade dos dados e delega a varredura de segurança a npm, PyPI, Docker e agregadores. Política interna que manda usar o registro oficial está apoiada num controle que o próprio projeto declara provisório.
Três vitrines de servidor, e o que cada uma de fato verifica
| Vitrine | Quem entra | O que é verificado | O que continua com a empresa |
|---|---|---|---|
| Diretório do Claude, portal aberto em 25/09/2026 | Conector MCP remoto ou plugin enviado por assinante pago | Validação automática com varredura de segurança e revisão antes da publicação | Revisão do manipulador de ferramenta, versão fixada e controle de mudança depois da aprovação |
| Plugins do ChatGPT | Pacote com skills, manifesto e servidor MCP opcional | Critérios de listagem da OpenAI; na empresa, só administrador publica | Checar se o plugin traz servidor MCP e o que ele alcança; o manifesto sozinho não mostra comportamento |
| Registro oficial do protocolo, em prévia | Qualquer publicador que prove posse do namespace | Posse de namespace por GitHub ou DNS; moderação declarada como mínima | Toda a revisão de segurança, delegada pelo registro a npm, PyPI, Docker e agregadores |
Fonte: Blog do Claude, 25/09/2026; documentação da OpenAI e do registro MCP, consultadas em 26/09/2026
A política de moderação do registro oficial encerra o assunto. Ela declara moderação mínima a nula e lista o que não remove: servidor de baixa qualidade, servidor com vulnerabilidade de segurança e servidor duplicado.
Verificação, ali, prova só a posse do namespace em domínio reverso (o endereço escrito ao contrário, como com.empresa/servidor). A prova vem por conta, identidade de workflow, DNS ou HTTP. Não há revisão de código nem auditoria de comportamento. Em vez de perguntar ao fornecedor se o servidor está no registro, pergunte quem controla o domínio do namespace e quem assina o pacote a montante.
Se a figura ultrapassar a área visível, deslize para os lados. Pelo teclado, foque a figura e use as setas.
Todo número absoluto de servidores disponíveis citado em apresentação precisa dizer de onde saiu, porque a API do registro oficial não expõe contador agregado. As contagens públicas medem objetos diferentes. Em 24/07/2026, o agregador PulseMCP exibia 22.277 servidores indexados, enquanto o subregistro curado do GitHub listava 162. A distância entre os dois é a distância entre existir e alguém responder por aquilo. Em decisão de compra, vale o denominador do catálogo curado que a empresa aceitou.
O que a política interna trata como aprovação, e o que de fato aprova
Tratar a listagem como selo
Controle vazio
- Política que diz apenas usar servidores do registro oficial
- Presença em catálogo lida como atestado de segurança
- Rótulo de verificado tratado como revisão de comportamento, quando ele prova posse de namespace ou conformidade com política de listagem
- Aprovação do servidor sem fixar versão, o que aprova também tudo o que ele vier a se tornar
- Nenhuma hora de segurança reservada, porque se supõe que alguém já revisou
Catálogo interno aprovado, com dono e verba
Controle que existe
- Lista própria de servidores permitidos, mantida como artefato versionado da empresa
- Revisão interna do manipulador de qualquer ferramenta que toque execução, rede ou disco
- Pergunta registrada em ata: quem controla o domínio do namespace e quem assina o pacote a montante
- Versão fixada na aprovação e revalidação obrigatória quando a definição de ferramenta muda
- Horas de segurança reservadas como linha explícita, com dono nomeado
Glossário rápido
Namespace em domínio reverso
Identificador de publicador escrito ao contrário do endereço, no formato com.empresa/servidor. Prova que alguém controla aquele domínio ou aquela conta, e só isso.
Registro de pacote a montante
O repositório de onde o código do servidor é baixado, como npm ou PyPI. A varredura que o registro oficial não faz é delegada a essa camada, que também não a garante em contrato.
Subregistro curado
Catálogo menor, mantido por uma organização com critério próprio de entrada. Produz um denominador utilizável em decisão de compra, ao preço de cobrir muito menos servidores.
Plugin
Pacote que junta conector MCP e skills, instruções prontas de uso. No Claude passa por varredura e revisão desde 25/09/2026; no ChatGPT traz manifesto e servidor MCP opcional.
Testes de conformidade
Bateria automatizada que verifica se uma biblioteca implementa o protocolo como a especificação manda. Disponíveis desde 23/01/2026, são a base numérica do sistema de níveis publicado em 23/02/2026.
Bug crítico
No sistema de níveis oficial, vulnerabilidade com CVSS igual ou maior que 7,0 ou falha de funcionalidade central. É a definição que dá sentido ao prazo de sete dias do nível 1.
Na rota 3, a empresa constrói em casa, e desde fevereiro de 2026 existe critério defensável em auditoria no lugar da preferência do time. O projeto publicou níveis oficiais de biblioteca, apoiados em testes de conformidade automatizados, com obrigações numéricas por nível e processo declarado de rebaixamento.
A frase que sobrevive a comitê é curta: escolher linguagem de nível 3 para sistema crítico é aceitar ficar preso a uma versão do protocolo. Esse nível não tem compromisso de prazo. A revisão 2026-07-28 mostrou o tamanho do risco, porque tirou o estado do protocolo e mudou o núcleo que todo servidor implementa.
O acordo de nível de serviço que existe para cada biblioteca oficial
| Nível | Linguagens | Conformidade exigida | Triagem de issue | Bug crítico | Recurso novo |
|---|---|---|---|---|---|
| Nível 1 | TypeScript, Python, C# e Go | 100% | até 2 dias úteis | até 7 dias | antes da publicação da revisão |
| Nível 2 | Java e Rust | 80% | até um mês | até duas semanas | até 6 meses |
| Nível 3 | Swift, Ruby, PHP e Kotlin | sem mínimo | sem compromisso | sem compromisso | sem compromisso |
O rebaixamento ocorre após 4 semanas de falha contínua nos testes de conformidade ou dois meses de issue sem tratamento.
Fonte: Model Context Protocol, sistema de níveis de SDK, publicado em 23/02/2026
Onde cada rota se sustenta
Eixo horizontal: Criticidade do processo apoiado (baixa à esquerda, alta à direita)Eixo vertical: Diferenciação competitiva do que o servidor expõe (baixa embaixo, alta em cima)
Alta diferenciação, baixa criticidade: construir, começando por documentação
- Servidor que expõe a documentação da própria API a agentes de clientes
- Estreia barata: expor conhecimento em vez de operação
- Erro tolerável, aprendizado retido pela casa
Alta diferenciação, alta criticidade: construir com nível 1 e verba de manutenção
- Regra comercial própria que nenhum fornecedor entrega
- Linguagem de nível 1 obrigatória, com o compromisso de sete dias para bug crítico
- Verba de retrabalho reservada para a próxima revisão do protocolo
Baixa diferenciação, baixa criticidade: conectar terceiro do catálogo aprovado
- Utilitários de produtividade sem acesso a dado sensível
- Preferência por conector revisado no diretório do assistente contratado
- Versão fixada na aprovação e revalidação em mudança de definição
Baixa diferenciação, alta criticidade: usar o que já vem na licença
- ERP, CRM e service management, onde o fornecedor já publicou servidor próprio
- Construir aqui é assumir risco que o contrato do fornecedor já cobre
- Se o fornecedor não entrega, a conversa é de renovação antes de ser de projeto
Gerente comercial da rede de distribuição, preso ao processo manual de cotação
Distribuição de material de construção, operação em quatro estados (cenário ilustrativo)
Dor
O time quer que o agente escreva pedido direto no ERP. O projeto interno estimado é de seis meses, com quatro pessoas, e trava na revisão de segurança porque escrita em documento financeiro exige segregação de funções.
Solução
A rede começa pelo padrão de estreia mais barato: o primeiro servidor expõe documentação, catálogo e política comercial em vez de operação. Escrita no ERP fica para a segunda fase, apoiada no servidor que a AWS publicou para SAP em 01/05/2026, com isolamento de sessão e conectividade privada.
Resultado
Em cinco semanas o gerente comercial consulta condição comercial e disponibilidade dentro da conversa, e a revisão de segurança pesada fica só na fase que escreve. A primeira fase vira laboratório de governança para a segunda.
Custo apurado: Referência pública comparável: a Celcoin, infratech brasileira, publicou em 19/05/2026 um servidor que expõe documentação, guias e perguntas frequentes. Os 70% de economia do anúncio são autodeclarados, sem metodologia publicada, e não devem virar projeção.
Cenário construído para fins didáticos. Números não correspondem a cliente específico.
Comprar, conectar ou construir em quatro semanas
Roteiro para o comitê decidir com critério escrito, sem abrir projeto antes de esgotar as rotas mais baratas.
Passo 1: Perguntar ao fornecedor atual, por escrito
Dono: compras com o dono do sistema, na semana 1. Pergunte se existe servidor MCP oficial, qual escopo ele cobre, qual o teto de consumo e em que data sai o que falta.
Deu certo quando: Resposta formal com data e escopo, anexada ao processo.
Erro comum: Aceitar resposta verbal de gerente de contas, que não vale em renovação.
Passo 2: Procurar conector revisado nos assistentes já contratados
Dono: líder de plataforma, na semana 1. Consulte o diretório do Claude e os plugins do ChatGPT; o registro oficial entra só como pista, nunca como aprovação.
Deu certo quando: Lista curta de candidatos com vitrine, publicador e versão.
Erro comum: Tratar presença no registro oficial como prova de segurança.
Passo 3: Pontuar as rotas no comitê
Dono: CTO, com CFO e segurança, na semana 2. Use a calculadora deste capítulo: lacuna de cobertura, diferenciação, nível da linguagem, manutenção, horas de segurança e urgência.
Deu certo quando: Pontuação registrada em ata, com a rota escolhida e as descartadas.
Erro comum: Pontuar depois de já ter escolhido, para justificar a preferência.
Passo 4: Rodar prova de conceito com prazo fechado
Dono: dono do processo de negócio, semanas 3 e 4. Quinze dias úteis, só leitura, dados fictícios e critério de sucesso escrito antes de começar.
Deu certo quando: Relatório de uma página dizendo se o critério foi atingido, sim ou não.
Erro comum: Prova de conceito sem data de fim, que vira produção sem homologação.
Passo 5: Registrar a decisão com dono, teto e reavaliação
Dono: CFO, no fim da semana 4. A decisão leva nome do responsável, teto de gasto mensal e data de reavaliação em 90 dias.
Deu certo quando: Decisão assinada e marcada na agenda do comitê para o 90º dia.
Erro comum: Decisão sem data de reavaliação, que ninguém revisita quando o fornecedor lança o servidor oficial.
No fim você tem: Uma decisão de aquisição defensável em auditoria, tomada em um mês, com as rotas mais baratas descartadas por critério e não por preferência.
Material para o time técnico: bibliotecas e ferramenta de teste
Quais bibliotecas estão atualizadas para a revisão 2026-07-28
Segundo o post oficial de 28/07/2026, as bibliotecas de nível 1 (TypeScript, Python, Go e C#) saíram atualizadas para a revisão, e a de Rust ficou em beta. As de nível 1 somam perto de meio bilhão de downloads por mês. Fixe a versão exata homologada em todo projeto: o nome e a versão do pacote que o time instala denunciam a safra do projeto.
Como testar um servidor sem escrever cliente
O inspetor oficial mantido pelo próprio projeto tem interface web e modo de linha de comando. Ele conecta ao servidor e lista o que ele de fato expõe. É a evidência mais barata de homologação, e o roteiro de uso está em "Testar e contratar antes de aprovar".
O que muda no critério de escolha de linguagem
A escolha passa a ser justificável por documento público. Biblioteca de nível 1 traz 100% de conformidade, triagem em dois dias úteis, correção de bug crítico em sete dias e recurso novo antes da publicação da revisão. Nível 2 aceita 80% de conformidade e prazos maiores. Nível 3 não compromete prazo nenhum, e projeto crítico nessa faixa precisa orçar a própria manutenção do protocolo.
# Material do time técnico. Sempre com a versão exata homologada no lugar de <versao>.
npm install @modelcontextprotocol/server@<versao> @modelcontextprotocol/client@<versao>
pip install "mcp==<versao>"
# Homologação sem escrever cliente: inspetor oficial do projeto.
npx @modelcontextprotocol/inspectorVerificação rápida
Um fornecedor apresenta o servidor dele como seguro porque está publicado no registro oficial do protocolo e tem selo de publicador verificado. O que essa combinação prova?
Licença já paga contra projeto interno equivalente
Seis dimensões decidem se a rota interna se justifica diante do que o fornecedor atual já entrega. Pontue cada uma de 0 a 4 conforme a régua da ajuda, some e leia a faixa. Pontuação alta empurra para construir; pontuação baixa indica que o projeto interno está comprando algo que a empresa já pagou.
0 = o servidor do fornecedor cobre o caso inteiro. 2 = cobre a leitura, não a escrita. 4 = o fornecedor não publicou servidor nem tem data anunciada.
0 = igual em qualquer concorrente. 2 = regra própria com valor moderado. 4 = regra comercial que sustenta preço ou margem.
0 = nível 1, com correção de bug crítico em sete dias. 2 = nível 2, com duas semanas. 4 = nível 3, sem compromisso de prazo.
0 = time nomeado, com verba de manutenção e reserva de retrabalho para a próxima revisão do protocolo. 2 = time compartilhado sem verba própria. 4 = ninguém nomeado depois da entrega.
0 = reservadas, com dono. 2 = previstas sem verba. 4 = não previstas.
0 = o negócio pode esperar o prazo estimado. 2 = aperta, mas cabe. 4 = a necessidade é deste trimestre e o projeto é de semestres.
O que o time quer construir já está em grande parte pago. Leve o caso de uso para a renovação, exija escopo de acesso do agente e teto de consumo por escrito, e guarde a verba do projeto para o que ninguém entrega.
Procedência de servidor de terceiro: oito itens antes de entrar no catálogo aprovado
Origem e identidade
0/3Escopo e comportamento
0/3Governança da aprovação
0/2Mande hoje a pergunta por escrito aos três maiores fornecedores de sistema da empresa: existe servidor MCP oficial dentro da licença atual, com que escopo e com que teto de consumo? Nenhum projeto interno de servidor deve ser aprovado antes de as três respostas chegarem. Confira em quatro semanas se a decisão está registrada em ata, com dono, teto e data de reavaliação.
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