Frontends com Vibecoding · Capítulo 2 de 33 · 23 min
Dirigir o prompt e avaliar a entrega do agente
A entrega é um pedido com referência anexada, uma primeira versão comparada ao briefing e o critério de aceite que o próprio agente aplica antes de devolver a tela.
Este capítulo faz parte do curso gratuito Frontends com Vibecoding.
Escrever "um cartão bonito e moderno" deixa o agente de IA escolher por você, e ele escolhe a média de tudo que já viu. Uma âncora, a referência concreta anexada ao pedido, troca esse adjetivo por evidência e corta rodadas de correção.
Sobre o briefing já escrito, o pedido ganha duas exigências: a âncora e a lista de escolhas antes do código. A entrega só é aceita com o print, a foto da tela como ela ficou, e com uma conferência por lista fixa.
A captura mostra o arranjo, nunca as regras, e por isso ela sozinha engana. Escreva ao lado dela quatro linhas curtas: o dado que muda, o estado que faltou, a cor certa e o que ignorar, como a barra do navegador.
Antes do código, peça ao agente a lista das escolhas: paleta, tipo de letra, arranjo e o motivo de cada uma. A skill frontend-design (o roteiro de projeto visual que o agente lê) manda comparar esse plano com o briefing. Toda escolha que ele faria para qualquer página parecida é trocada, e ele diz o que trocou e por quê.
A lista é o seu ponto de veto barato. Uma cor errada custa uma linha de resposta; a mesma cor espalhada em 20 arquivos custa uma tarde.
Se a figura ultrapassar a área visível, deslize para os lados. Pelo teclado, foque a figura e use as setas.
Exija o print da tela antes da entrega. A mesma skill manda o agente tirar a captura e criticar o próprio trabalho, porque uma imagem vale mil tokens (as unidades de texto que ele cobra). Na captura ele enxerga o botão cortado e o cinza ilegível que o código sozinho esconde.
Peça dois prints, celular e computador, nos temas claro e escuro, e a frase do que ele tirou depois de olhar. O conselho de Coco Chanel, citado na skill, resume o gesto: antes de sair de casa, olhe no espelho e tire um acessório.
Um ajuste por vez é a regra dos pedidos seguintes: contraste, depois estado, depois densidade. Pedidos juntos voltam num bloco grande, difícil de conferir, e um erro numa parte derruba a confiança no conjunto inteiro. Cada resposta negativa da conferência vira um pedido de uma linha sobre o ponto exato que faltou.
O contraste tem dois pisos, e o segundo é o esquecido. Contraste é a diferença de claro e escuro entre texto e fundo, e a régua pede 4,5:1 no texto normal e 3:1 no texto grande.
Esse segundo piso vale para o que não é texto. A borda do campo, o anel que marca onde você está com o teclado e o ícone com sentido pedem 3:1. Medir só o texto aprova uma tela em que ninguém acha onde clicar.
Se a figura ultrapassar a área visível, deslize para os lados. Pelo teclado, foque a figura e use as setas.
Lista de conferência de quem aprova: o que abrir, onde clicar, o que medir
| O que conferir | O que abrir | Onde clicar | O que medir ou ver |
|---|---|---|---|
| Os quatro estados | A tela no navegador do celular | Sem dados, com a internet desligada, durante o carregamento e no fim | Uma mensagem própria em cada estado, sem tela branca |
| Contraste do texto e do componente | A ferramenta de inspeção do navegador (F12), aba de acessibilidade | No preço, no texto menor, na borda do campo e no anel de foco | 4,5:1 ou mais no texto normal e 3:1 na borda, no anel e no ícone com sentido |
| Teclado | A mesma tela, sem mouse | Tab até o botão principal e Enter | O foco aparece em todo elemento e chega ao botão de comprar |
| Fidelidade à âncora e ao briefing | A captura de referência ao lado da tela nova | Nos eixos fixos: cor, fonte e fundo | Nenhum eixo fixo trocado; nenhum padrão genérico nos livres |
| Print e lista de escolhas | A resposta do agente | Na captura enviada e na lista de motivos | Print nos dois temas e um motivo por escolha; a falta de um dos dois devolve a entrega |
Confira na ordem da tabela; cada linha reprovada vira um pedido de uma linha.
Fonte: Lista do autor; contraste e teclado herdados da versão de 27/08/2026 desta aula, print e lista de escolhas vindos da skill frontend-design.
A regra de dizer o que ignorar na âncora apareceu na vitrine online de uma loja de roupas. A foto de referência trazia sombra, cursor e barra do navegador, e o agente copiou os três porque o pedido não os excluía.
O dono reescreveu o pedido com uma linha dizendo o que ignorar, e a tela voltou limpa. Como a mesma foto mostrava só a arara cheia, o pedido passou a nomear à parte o estado "sem estoque".
Antes de enviar o pedido, anexe uma captura de referência com as quatro linhas do que muda. Peça a lista de escolhas com motivo e vete por escrito o que parecer feito para qualquer página.
Exija o print nos dois temas e a frase de autocrítica do agente. Depois confira na ordem da tabela: estados, contraste, teclado, fidelidade ao briefing e print. Libere a publicação só com as cinco respostas positivas, e peça os ajustes um de cada vez.
Diga o que conta como pronto agora que o agente testa
A conferência manual da entrega tem limite de tempo, e o passo seguinte é escrever o aceite que o próprio agente executa abrindo e testando a tela.
O agente abre a própria página, testa em vários tamanhos de tela e corrige antes de devolver. Essa rotina reduz a revisão humana a quatro itens sem medição pública: contraste, teclado, tela estreita e fidelidade ao real.
Essa mudança desloca o que você escreve no briefing, do como implementar para o resultado observável, e redefine o que continua sendo sua responsabilidade na aprovação.
Se a figura ultrapassar a área visível, deslize para os lados. Pelo teclado, foque a figura e use as setas.
Ferramenta de navegador é a permissão para o modelo abrir a própria página num navegador, como você faria. Com ela, o agente vê a página montada, percorre os caminhos do usuário, acha erro de estado e compara o resultado com a referência que você anexou.
A consequência prática é que o pedido deixa de ser sobre código e passa a ser sobre resultado observável. Escreva o que precisa estar funcionando, e não como implementar.
Três instruções mudam mais o resultado que qualquer outra. A primeira é o viés para a ação: trate um pedido como ordem de executar e siga até o objetivo, sem parar para pedir confirmação em passo reversível.
A segunda define o que conta como pronto, numa frase que se responde com sim ou não. A terceira diz onde o modelo age sozinho e onde precisa da sua aprovação, que chega sobre um resultado concreto já revisável.
Se a figura ultrapassar a área visível, deslize para os lados. Pelo teclado, foque a figura e use as setas.
Arquivo de instrução longo virou peso. Quem trabalha na ferramenta de desenvolvimento da OpenAI publicou em 4 de setembro de 2026 que receita rígida passo a passo prende o modelo novo.
Lembrete do tipo seja cuidadoso e teste tudo de novo gera trabalho redundante, porque ele já testa por conta própria. O que ajuda é definir o resultado esperado e a fronteira de autonomia.
Há um sinal simples de que o seu briefing envelheceu. Se o agente pede permissão para corrigir um erro de digitação, a instrução ainda está escrita para o modelo anterior. O que era proteção virou trava, e o conserto é apagar a linha.
Se a figura ultrapassar a área visível, deslize para os lados. Pelo teclado, foque a figura e use as setas.
O que o agente não confere continua com você, e a lista é curta. Não existe medição pública de contraste, de leitor de tela ou de comportamento em tela estreita para páginas geradas por esses modelos.
Fidelidade também é sua. Quando a peça representa algo real, um imóvel, um produto ou um equipamento, alguém confere contra a fonte. O modelo preenche lacuna com o que é plausível, e plausível às vezes é falso.
Esses quatro itens cabem numa folha e numa reunião de dez minutos. Escreva cada um como pergunta de sim ou não, para que a aprovação pare de depender de gosto.
Trocar de modelo não resolve o que sobra com você. Uma comparação de dois anos de modelos mostrou que os mais novos escrevem código que compila melhor sem escrever código mais seguro.
No mesmo levantamento, o código saiu com falha de segurança conhecida em 45% dos casos. A falha mais comum é a que aparece justamente em tela: o conteúdo escrito pelo visitante exibido sem limpeza.
Por isso o pedido leva uma linha fixa: todo texto que vem do visitante entra na página como texto, nunca como código.
Se a figura ultrapassar a área visível, deslize para os lados. Pelo teclado, foque a figura e use as setas.
Há um ponto de calibragem que surpreende quem vem do modelo anterior. Esforço é o ajuste que manda o modelo pensar mais antes de responder, e em página simples pedir o máximo piora o resultado.
Num teste de tela de acesso, o esforço no topo produziu rótulos repetidos e comandos duplicados numa tela que pedia simplicidade. Mais raciocínio virou mais elemento, e a clareza caiu.
Comece em esforço baixo ou médio para página de formulário, de acesso e de listagem. Guarde o esforço alto para tela em que a aparência decide a venda, e mesmo assim compare as duas saídas antes de aprovar.
Uma clínica que vai refazer a página de agendamento escreve o aceite em quatro linhas. O horário aparece em três toques no celular e o formulário envia só com o teclado. O contraste passa na ferramenta e o telefone da recepção confere com o cadastro. Com as quatro escritas, a aprovação deixa de ser conversa.
Antes de aprovar a próxima tela, escreva em uma frase o resultado observável, sem citar tecnologia. Dê ao agente a ferramenta de navegador e declare o que ele faz sozinho, o que exige sua aprovação e o que nunca deve fazer sem você.
Corte do briefing a receita passo a passo e o lembrete de cuidado. Confira pessoalmente os quatro itens sem medição pública: contraste, teclado, tela estreita e fidelidade ao que existe de verdade. A tela está aprovada quando as quatro perguntas têm resposta sim.
Guia prático: landing page de campanha, do gerador ao repositório
Gerador de tela no navegador serve para testar a oferta em horas. A página que recebe verba de mídia precisa de mais três coisas: código no seu repositório, evento de medição e conferência no celular. O roteiro abaixo usa o briefing e a âncora deste capítulo e vale para v0, Lovable e Bolt.
| Ferramenta | O que mudou entre julho e setembro de 2026 | Uso na campanha |
|---|---|---|
| Bolt | Edição visual direta na prévia, fila de até 20 pedidos e auditoria de segurança no menu Publish | Ajustar texto e cor da oferta sem gastar tokens até salvar |
| Lovable | Rascunhos em cópia separada do projeto, design system em todos os planos pagos e arquivo do Figma anexado no chat | Testar uma segunda versão do topo sem mexer na página publicada |
| v0 | Instala pacotes privados do npm com a credencial guardada em variável de ambiente compartilhada, desde 18/09 | Gerar a página já com o design system interno da empresa |
Analista de marketing de uma escola de idiomas, sozinha na campanha de matrículas de janeiro
Educação, captação de alunos por mídia paga
Dor
A agência pediu três semanas para a landing page. A verba de mídia começa em dez dias e a oferta ainda vai mudar duas vezes.
Solução
Ela gerou a primeira versão no Bolt com o briefing de uma tela e uma captura de referência, ajustou título e cor pela edição visual, exportou para o GitHub e pediu ao agente de código o formulário e o evento de medição.
Resultado
A página entrou em prévia no quarto dia, com o mesmo título do anúncio no topo e um envio de teste registrado. A leitura de resultado ficou marcada para depois de duas semanas de tráfego.
Cenário construído para fins didáticos. Números não correspondem a cliente específico.
Landing page de campanha em sete passos
Do pedido no gerador até a prévia conferida. O que decide é a mesma promessa do anúncio no topo, o formulário curto e o celular.
Passo 1: Escreva o briefing de uma tela e anexe a âncora
Promessa do anúncio, público, uma única ação, campos do formulário (no máximo quatro) e o que é proibido: pop-up na entrada, vídeo em reprodução automática, carrossel no topo. Anexe a captura de referência com as quatro linhas do que muda.
Deu certo quando: O gerador devolve um plano ou uma lista de seções antes de construir.
Erro comum: Colar só o texto do anúncio e receber seis seções genéricas com três cartões iguais.
Passo 2: Peça a lista de escolhas antes do código
Paleta, tipo de letra, arranjo e o motivo de cada um. No Bolt e no Lovable, use o modo de plano; no v0, peça o plano na primeira mensagem.
Deu certo quando: Você veta por escrito o que serviria para qualquer página parecida, e o gerador diz o que trocou.
Erro comum: Aceitar o roxo em degradê e a fonte padrão porque a primeira tela já parece pronta.
Passo 3: Ajuste texto e cor pela edição visual
No Bolt, ative a ferramenta Select na caixa de conversa, clique no elemento da prévia, altere texto, cor, tamanho e alinhamento e junte as mudanças num lote. Editar é gratuito; os tokens só são cobrados ao salvar.
Deu certo quando: O lote aparece acima da caixa de conversa e um clique em Save changes atualiza o código.
Erro comum: Gastar uma rodada de conversa para trocar uma palavra do título.
Passo 4: Teste a segunda versão numa cópia
No Lovable, abra um rascunho: ele explora a mudança numa cópia separada do projeto, sem tocar na página publicada.
Deu certo quando: As duas versões do topo existem lado a lado e só a escolhida volta ao projeto.
Erro comum: Pedir a variação na conversa principal e perder a versão que já estava aprovada.
Passo 5: Leve o código para o seu repositório
Conecte o GitHub na própria ferramenta e continue no Claude Code, no Cursor ou no Codex. Rode a auditoria de segurança do menu Publish do Bolt antes de sair.
Deu certo quando: O repositório tem histórico de commits e a página sobe com o comando de desenvolvimento na sua máquina.
Erro comum: Deixar a página só no gerador e descobrir, na semana da campanha, que não há como instalar a medição.
Passo 6: Instale formulário e medição no código
Siga o guia do capítulo "Construir formulários e estados de interação": validação nos dois lados e o evento generate_lead no envio.
Deu certo quando: Um envio de teste aparece uma vez no modo de depuração.
Erro comum: Medir só a página de agradecimento e perder quem fecha a aba antes do redirecionamento.
Passo 7: Confira a prévia no celular antes de trocar a URL do anúncio
Peça os dois prints, celular e computador, e percorra a ordem da tabela deste capítulo: estados, contraste, teclado e fidelidade ao real. Preço, prazo e nome do curso conferem com a fonte.
Deu certo quando: O título do topo repete a promessa do anúncio e o formulário envia com o teclado do celular aberto.
Erro comum: Aprovar pelo computador e pagar clique para uma página que corta o botão em tela estreita.
No fim você tem: Uma landing page no seu repositório, com a oferta do anúncio no topo, formulário curto, medição instalada e prévia conferida em tela estreita.

Se a figura ultrapassar a área visível, deslize para os lados. Pelo teclado, foque a figura e use as setas.
Guia prático: revisar a entrega como diretor, com nota que o agente consegue executar
"Não gostei do meio, melhora" é a nota mais cara que existe: o agente adivinha, refaz o que estava certo e você revisa tudo de novo. O curso de edição de vídeo estudado em 07/10/2026 ensina a revisar como diretor, com três regras que servem igual para uma página.
Primeiro, assista ou percorra a entrega inteira uma vez sem anotar. Na segunda passada, anote com posição: no vídeo, o tempo (aos 0:15); na página, a seção e a largura de tela (no topo, a 390 px). Segundo, uma nota por linha, todas mandadas juntas, para o agente refazer uma vez só. Terceiro, diga o que quer ver, e não como fazer: "o botão visível sem rolar" é executável; "aumenta o padding do container" amarra o agente a uma solução que pode estar errada.
O quarto hábito fecha o ciclo: ajuste que se repete vira regra no arquivo de instruções. No material estudado, cada erro corrigido duas vezes passou para a lista de armadilhas da skill, e um deles virou aviso automático no script que monta os planos. Na página, a nota que você deu em dois projetos vai para o CLAUDE.md ou para o DESIGN.md.
O mesmo vale para o pedido de personalização de um template. O pedido sugerido pela galeria estudada manda ler os dois arquivos, adaptar mantendo a estrutura e rodar o projeto. Faltam o plano antes de editar, os dados reais do negócio, a varredura de dados de exemplo e o teste em 390 px. Escreva o seu pedido com as suas palavras e peça um piloto pequeno antes do todo.
PEDIDO DE PERSONALIZAÇÃO
Leia CLAUDE.md e DESIGN.md. Não edite nada ainda.
Negócio: [nome, cidade, o que vende, para quem]
Dados reais: [telefone ou WhatsApp, registro profissional, endereço, horários]
Serviços: [lista com uma linha cada]
1. Me devolva o plano: arquivos que vai tocar e o que muda em cada um.
2. Depois do meu ok, faça só o topo e a primeira seção como piloto.
3. Liste todo dado de exemplo que ainda sobrou no projeto.
4. Abra em 390 px e 1440 px e me diga como ver o resultado.
NOTAS DE REVISÃO (uma por linha, todas juntas)
- topo, 390 px: título em no máximo duas linhas
- serviços, 1440 px: os quatro cartões na mesma altura
- depoimentos: tira o terceiro, ainda não tenho autorização
- rodapé, 390 px: telefone tocável, com área de toque maiorUma rodada de revisão que o agente executa de primeira
Cinco passos para cada entrega que chegar.
Passo 1: Percorra a entrega inteira uma vez sem anotar
Abra a página no celular e no computador e role do topo ao rodapé. A primeira passada é para ver o conjunto; detalhe anotado cedo desvia a atenção do problema maior.
Deu certo quando: Você sabe dizer em uma frase se a página cumpre a tarefa dela.
Erro comum: Começar a corrigir o primeiro botão e não perceber que falta uma seção inteira.
Passo 2: Anote com posição e largura
Na segunda passada, cada nota começa pelo lugar: seção, largura de tela e, se houver animação, o momento. Sem posição, o agente procura e às vezes acha o lugar errado.
Deu certo quando: Toda nota diz onde está o problema.
Erro comum: Escrever "o botão está estranho" numa página com seis botões.
Passo 3: Diga o resultado, não a técnica
Troque "muda o flex para grid" por "os quatro cartões na mesma altura". Você descreve o que quer ver; o agente escolhe como chegar lá e você confere o resultado.
Deu certo quando: Cada nota pode ser conferida olhando a tela.
Erro comum: Ditar a solução técnica e receber exatamente ela, mesmo quando não resolve.
Passo 4: Mande todas as notas numa mensagem
Uma por linha, no formato do bloco acima. O agente refaz uma vez, e você confere uma vez. Peça a lista de arquivos alterados junto.
Deu certo quando: A rodada inteira sai de uma mensagem e volta com a lista do que mudou.
Erro comum: Mandar nota a nota e ver a terceira desfazer a primeira.
Passo 5: Promova a nota repetida a regra
Ao fim da rodada, pergunte quais notas você já tinha dado em outra entrega. Essas entram no CLAUDE.md, se forem de conduta, ou no DESIGN.md, se forem de aparência.
Deu certo quando: O arquivo de instruções ganhou ao menos uma regra nova com data.
Erro comum: Corrigir o mesmo título quebrado em todo projeto novo porque a regra ficou só na conversa.
No fim você tem: Revisões que saem numa mensagem, voltam certas na primeira vez e deixam o arquivo de instruções mais esperto a cada projeto.
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- 01Projetar o briefing, o repertório da marca e o custo de manter
- 02Dirigir o prompt e avaliar a entrega do agente
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