Setup Inicial de Vibe Coding em computadores MAC Apple
16 módulos com instruções clique-a-clique para macOS — Apple Silicon (M1/M2/M3/M4) ou Intel. Você abre o Google Chrome e vai seguindo: Gmail, VS Code, GitHub, Python, Node.js, Claude Code, MCP do Chrome, Homebrew e atalhos nativos do Mac. Sem jargão técnico, sem comandos assustadores. Se você já sabe baixar um programa pela internet, você consegue.
Para quem é este curso
Para quem nunca programou e quer instalar o Claude Code no seu Mac sem se assustar. Cada módulo mostra exatamente onde clicar no Chrome, qual atalho usar no macOS e o que esperar de cada tela. Ao final, você vai conseguir criar um site real conversando em português com o Claude.
Por que começamos por aqui
Pense na conta Google como a chave-mestra do seu novo escritório digital. Em vez de criar um cadastro diferente em cada ferramenta que vamos usar (GitHub, Anthropic, Vercel...), você vai clicar em "Entrar com Google" e usar sempre a mesma conta. Menos senhas pra decorar, mais segurança.
Não tem nada para baixar — o Gmail mora no navegador. Você só precisa do Google Chrome aberto no seu Mac e dos passos abaixo.
Setup Inicial de Vibe Coding no Mac: Gmail e VS Code
O capítulo 1 em vídeo, com a ponte para o capítulo 2: a conta Google como chave-mestra do escritório digital, por que o curso usa o Chrome, o cadastro em accounts.google.com/signup com senha forte, a verificação em duas etapas, como saber se o Mac é Apple Silicon ou Intel, a instalação do Visual Studio Code, o comando code no Terminal, os ícones da barra lateral e o teste com a pasta teste-vscode.
Transcrição
0:00Bom, vamos direto ao assunto. O objetivo da nossa explicação de hoje é preparar um computador Mac da Apple para a criação de projetos com o auxílio de inteligência artificial.
0:09Todo esse processo de configuração inicial passa por conceitos fundamentais, viu? É um conteúdo pensado exatamente para quem nunca programou na vida, mas que precisa deixar a máquina pronta e organizada para o trabalho de desenvolvimento. Então, vamos lá.
0:23Para começar a estruturar esse nosso ambiente, a conta Google funciona como uma verdadeira chave mestra do novo escritório digital. Pensa bem, em vez de manter um cadastro separado em plataformas fundamentais como o GitHub, a Anthropic e a Vercel, a grande sacada aqui é centralizar tudo.
0:39A opção entrar com o Google substitui aquela necessidade de criar novos usuários em cada lugar. Com isso, a gente precisa memorizar menos senhas e, de quebra, ainda garante um nível de segurança muito mais alto.
0:49E para essa estruturação inicial da conta, não tem nada para baixar, tá? O Gmail mora integralmente no navegador. Basta ter o Google Chrome aberto no Mac e pronto. O navegador Safari até funciona de forma nativa, mas a configuração padrão aqui assume o Chrome.
1:04E o motivo é simples. Uma extensão de inteligência artificial que vai ser necessária mais à frente só existe para ele. Agora, caso o Chrome ainda não esteja instalado, a solução é super rápida.
1:13É só acessar google.com/chrome, baixar o arquivo .dmg e arrastar o ícone para a pasta aplicativos. O processo de cadastro começa utilizando aquele atalho clássico do sistema, Command e Espaço. Ao digitar Chrome, o navegador já se abre.
1:29Aí, lá na barra de endereço superior, onde a gente digita os sites, basta acessar accounts.google.com/signup. Isso vai carregar a tela com o título Crie sua Conta do Google. Quem já possui um Gmail antigo pode usar sem problemas.
1:43Porém, se o e-mail atual mistura assuntos pessoais e profissionais, é altamente recomendável criar uma conta nova, dedicada exclusivamente ao trabalho e aos estudos. O formulário na tela pede o preenchimento de dados bem diretos.
1:56É necessário informar o nome e o sobrenome, seguindo depois para a confirmação da data de nascimento e do gênero. Quando o sistema sugerir os nomes disponíveis por e-mail, uma boa prática é escolher a opção de criar um endereço próprio.
2:08O formato mais recomendado para manter a clareza e o profissionalismo é bem simples. nome.sobrenome@gmail.com Agora, a definição da senha requer atenção. É absolutamente necessário estabelecer uma senha forte, com um mínimo estrito de 12 caracteres.
2:24E essa combinação tem que misturar letras, números e algum símbolo, tipo um arroba ou um ponto de exclamação, justamente para garantir a força da credencial. Após a confirmação da senha, basta adicionar um número de celular, que é vital para a recuperação da conta numa emergência, e finalizar clicando em Concordo.
2:41A proteção extra desse ambiente digital vem logo em seguida. Com o acesso já realizado, um clique no círculo com a inicial do nome, que fica localizado lá no canto superior direito do Chrome, abre um menu.
2:53Em seguida, basta selecionar a opção Gerenciar sua Conta do Google e navegar para Segurança ali no menu da esquerda. Ao localizar Verificação em duas etapas e clicar em Ativar, o sistema vai solicitar o número de telefone e enviar um código por SMS para validar essa proteção.
3:09Vale destacar que a importância dessa configuração é imensa. Essa camada de proteção leva literalmente apenas dois minutos para ser ativada e é totalmente grátis. Se por algum acaso a senha principal vazar, é apenas essa barreira da verificação em duas etapas que separam o invasor de toda a identidade digital recém-criada, o que inclui os acessos ao GitHub, à Anthropic e a vários outros serviços críticos.
3:32E para fazer o teste de funcionamento dessa segurança, o ideal é fechar o Chrome por completo, abrir o navegador novamente e acessar mail.google.com. Ao tentar entrar com a nova conta criada, o sistema tem que apresentar imediatamente o pedido daquele código de segurança.
3:48Se o aviso aparecer, perfeito. A configuração foi um sucesso e a base digital está devidamente protegida. Com a conta prontinha, o nosso foco muda para a ferramenta de trabalho, o Visual Studio Code, que a gente também chama de VS Code.
4:02Ele atua basicamente como o Word para arquivos de código. É um editor totalmente gratuito e bem mais leve do que os processadores de texto comuns. Em vez de páginas em branco, ele exibe os arquivos coloridos por tipo, com numeração de linha e uma árvore de pastas do lado esquerdo.
4:18E um detalhe crucial, não é preciso saber programar absolutamente nada para abrir, ler ou fechar documentos nele. Mas antes de realizar o download do editor, é obrigatório identificar a arquitetura do Mac em uso.
4:31Um clique no logo da Apple bem no canto superior esquerdo da tela, seguido da seleção da opção Sobre este Mac, vai abrir uma janela de informações. Lá dentro, deve-se procurar pela linha específica que diz chip ou processador. O detalhe anotado nessa janela é o que define exatamente o que baixar. Se a tela mostrar Apple M1, M2, M3 ou M4, a máquina é um Mac Apple Silicon, que engloba os modelos fabricados de 2020 em diante. Por outro lado, observando bem a diferença, se aparecer a inscrição Intel Core i5, i7 ou i9, aí se trata de um Mac Intel, que é a arquitetura padrão dos modelos lançados até o ano de 2020.
5:10Com a informação do processador em mãos, o próximo passo é acessar o site code.visualstudio.com usando Chrome. Na página inicial, bem ao lado do botão azul principal, existe uma setinha. Ela revela três opções de download.
5:23A opção Apple Silicon é otimizada para os processadores M1 ao M4. Já a Intel chip serve para os processadores Intel. E a opção Mac Universal funciona perfeitamente em qualquer Mac, sendo a versão mais recomendada quando bater qualquer dúvida sobre o modelo.
5:38Ao clicar na versão escolhida, o download entrega um arquivo .zip. Na própria pasta Downloads, basta dar dois cliques nesse arquivo para que o sistema macOS faça descompactação automática.
5:49A organização fica muito mais fácil abrindo duas janelas do Finder lado a lado, uma exibindo a pasta Downloads e a outra a pasta Aplicativos. Aí o ícone final do Visual Studio Code deve ser arrastado de uma janela diretamente para outro. Simples assim.
6:03A abertura do programa pode ser feita através do Launchpad ou pelo atalho Command e Espaço. Na primeira execução, o macOS exibe um aviso padrão de segurança, perguntando se há certeza sobre abrir um app baixado da internet.
6:17A ação correta é clicar no botão Abrir. O sistema também pode perguntar se o atalho deve ser fixado no Dock.
6:27Ah, e a tela de boas-vindas do editor, que aparece logo na sequência, pode ser ignorada sem problemas. Já com o Visual Studio Code funcionando na tela, o teclado entra em ação. Pressionar as teclas Command, Shift e P ao mesmo tempo abre a paleta de comandos, lá no topo do editor.
6:40Essa barra de pesquisa interna é essencial para acessar configurações ocultas e ativar ferramentas do sistema de um jeito bem prático, sem complicação. Na paleta recém-aberta, a busca deve ser por shell command install.
6:52O painel vai exibir a opção exata, Shell Command: Install 'code' command in PATH. Um clique nela fará com que o sistema exija a senha de administrador da máquina. Após digitar a senha e apertar Enter, pronto.
7:04Esse comando especial fica habilitado para funcionar através de qualquer janela de terminal. Uma verdadeira mão na roda. A interface principal do programa possui uma barra preta vertical, fixa no canto esquerdo.
7:15Conhecer a função de cada ícone ali, de cima para baixo, é fundamental. O ícone de folha de papel representa o explorador de arquivos, que é a árvore do projeto. projeto. Em seguida, a lupa serve para buscar textos específicos. Logo abaixo, o símbolo que parece um Y deitado cuida do controle de versão, como o Git. Depois, o triângulo com um bug é usado para executar e depurar os projetos. E por fim, os quatro quadradinhos gerenciam as extensões.
7:42Para garantir que o ambiente está respondendo bem, criar uma pasta de verificação é o melhor caminho. Na área de trabalho do sistema, conhecida como mesa ou desktop, um clique clique com o botão direito, seguido da seleção de nova pasta, e inicie o nosso teste.
7:56O nome dado a essa pasta deve ser teste-vscode, tudo junto e com hífen. Voltando à tela do VS Code, o menu superior guia os próximos cliques. Na barra superior, basta acessar Arquivo e depois Abrir Pasta, ou simplesmente usar o atalho de teclado Command junto com a letra O, para abrir a janela de busca.
8:15Selecionar a pasta de teste e confirmar faz com que o editor questione se o autor dos arquivos é de confiança. É só marcar a opção Confiar. E aqui vai uma dica extremamente útil para abrir qualquer pasta de projeto diretamente no Finder no futuro.
8:30Com um clique com o botão direito sobre a pasta, o menu exibe Serviços. Clicando em Novo terminal na pasta, uma janela se abre. Digitar a palavra code, dar um espaço, colocar um ponto e apertar Enter faz com que o Visual Studio Code carregue aquela pasta de imediato.
8:45É um atalho definitivo no dia a dia. E, assim, a configuração chega à marca de checagem final. O VS Code abriu sem erros e a pasta criada na área de trabalho pode ser vista operando.
8:57O nome TESTE-VSCODE aparece de forma clara no canto superior esquerdo da interface do editor. Aquele comando especial no terminal, habilitado pela paleta de comandos, também está ativo. O computador está totalmente preparado para os próximos passos.
Gmail e VS Code, em conversa
Dois apresentadores percorrem a abertura do curso para quem nunca programou: a conta Google como crachá único, o Chrome em vez do Safari, o cadastro com senha forte e verificação em duas etapas, a escolha entre as versões do Visual Studio Code para Apple Silicon e Intel, o comando code no Terminal e o atalho Novo terminal na pasta.

Transcrição
0:00É, a imagem que vem à cabeça quando a gente fala de trabalhar com tecnologia é quase sempre aquela mesma cena de filme, né? Ah, total, aquela sala escura, a pessoa digitando super rápido Exatamente, um monte de letra verde subindo numa tela preta, uma coisa super intimidadora Sim, parece filme de ficção científica mesmo E o curioso é que muita gente tem ideias incríveis, decide dar o primeiro passo para criar projetos com inteligência artificial, mas acaba recuando A pessoa acha que vai dar de cara com esse cenário maluco logo no primeiro minuto E essa expectativa afasta muita gente boa, sabe?
0:33A pessoa sente que aquele ambiente é impenetrável. Mas a realidade de quem prepara um computador do zero para esse tipo de trabalho passa bem longe de telas verdes. Com certeza. O início não exige nenhum conhecimento de códigos complexos.
0:45É muito mais sobre ter uma organização lógica do espaço. E é exatamente isso que a nossa imersão de hoje propõe. Isso aí. Nosso objetivo hoje é montar a base de um escritório digital. E a gente vai focar especificamente em quem usa um computador Mac da Apple e nunca programou na vida.
1:01E vamos passar por esse processo com muita calma. O material que a gente está desbravando hoje é extremamente prático. Sempre que aparecer um conceito técnico, a gente vai desmontar esse conceito na hora, sem complicação nenhuma. Perfeito.
1:14E a primeira grande revelação desse guia é que, antes de baixar qualquer programa revolucionário, a fundação desse escritório todo começa com uma coisa super banal. Uma conta Google, né? O bom e velho Gmail. Exatamente.
1:25É uma escolha muito estratégica, porque, pensa bem, Quem começa a explorar ferramentas de desenvolvimento acaba criando um cadastro no GitHub, depois outro na Anthropic, um terceiro lá na Vercel.
1:36Nossa, e em pouco tempo a pessoa tem uma coleção de senhas que é impossível de gerenciar. Vira um caos. Então a conta Google entra aqui com a função de uma chave mestra.
1:45Quando a pessoa chega na porta de quase qualquer ferramenta moderna de inteligência artificial, tem sempre aquele botão bem claro escrito entrar com o Google. Faz todo sentido.
1:54Pensando por esse lado, o ambiente de projetos funciona tipo um prédio comercial moderno. Não faz sentido ficar carregando um molho de chaves super pesado. Imagina, uma chave de metal para a porta principal, outra para o elevador, outra para a sala.
2:08Ninguém faz isso. A conta Google é aquele crachá universal. Passou o crachá na catraca, todas as portas abrem ao mesmo tempo. Isso centraliza a segurança e tira aquele cansaço mental de ter que lembrar de um monte de login.
2:20E o ponto de partida para ter esse crachá é super acessível, porque o Gmail mora todo na nuvem. A pessoa não precisa instalar nenhum aplicativo nessa fase inicial. A única exigência estrutural que o material aponta é ter o navegador Google Chrome aberto no Mac.
2:35Mas aí surge uma dúvida natural de quem usa a Apple. Qual seria? Bom, a pessoa já está no ecossistema original, né? O Safari já vem instalado de fábrica. É super rápido, consome pouca bateria.
2:45Por que não simplesmente usar o Safari para acessar o Gmail e pronto? Tem algum motivo técnico para exigir o Chrome? Tem sim, e é um motivo forte. O Safari atende super bem para o dia a dia. Mas o obstáculo aparece mais lá na frente.
2:59O guia alerta que o ecossistema de extensões do Chrome virou meio que o padrão. Entendi. Então é pensando no futuro dos projetos. Exato. Tem uma extensão de inteligência artificial específica lá do módulo 10 que simplesmente não existe para o Safari.
3:13Ah, então não é frescura ou preferência estética. Não mesmo. É para prevenir um problema de compatibilidade que ia travar tudo lá na frente. Legal. Então, a gente prepara o terreno com a ferramenta certa.
3:24E para quem ainda precisa trazer o Chrome para o Mac, o processo é bem direto. O guia fala para acessar google.com/chrome. Isso. E aí a pessoa baixa um arquivo de instalação que termina com .dmg. O macOS é muito visual com isso.
3:39Quando a pessoa abre esse arquivo .dmg, ele abre como se fosse uma caixa de papelão virtual. É só pegar o ícone do Chrome, que está ali dentro, e arrastar para a pasta aplicativos. aplicativos. Aquele movimento clássico de arrastar e soltar do Mac.
3:52E pronto, o Chrome está instalado e aberto. Aí sim começa a construção da identidade digital de verdade. E os atalhos do sistema ajudam muito nisso. O texto recomenda usar Command mais espaço no teclado. Ah, essa barra de busca do Mac salva vidas. Salva muito.
4:08É só digitar Chrome e dar Enter. Já lá dentro do navegador, na barra de endereços, o caminho é accounts.google.com/signup. Isso vai levar direto para aquela tela de Crie sua Conta do Google.
4:22E aqui o material faz uma recomendação bem legal, que entra quase na psicologia do trabalho. Ah, a questão da separação dos e-mails, né?
4:29Sim. Muita gente tem uma conta antiga, que hoje em dia virou uma bagunça de promoção de loja, e-mail de família, boleto para pagar. Uma gaveta da bagunça digital. Exatamente. Então a sugestão é criar uma conta completamente nova.
4:42O objetivo é criar uma barreira, um isolamento sanitário entre a vida pessoal e essa nova fase de estudos e projetos. Traz um alívio mental enorme, né? A pessoa abre aquele e-mail novo e sabe que só vai ter coisa de trabalho.
4:54Notificação de código, é o momento de sentar na mesa e focar. E para manter esse tom profissional, o guia sugere usar um formato padrão para o endereço, tipo nome.sobrenome@gmail.com.
5:06O formulário em si é bem fácil, pede nome, sobrenome, data de nascimento e gênero. Mas aí chega na parte da senha Pois é, e a senha tem que ser levada a sério O padrão que eles indicam é uma senha forte Com no mínimo 12 caracteres E não é só ser longa, né?
5:22Não, tem que misturar letras maiúsculas e minúsculas Colocar números e adicionar algum símbolo Tipo uma arroba ou um ponto de exclamação Perfeito E o último passo desse formulário É colocar um número de celular para recuperar a conta Antes de clicar em concordo E é justo esse número de celular que puxa a próxima etapa, que é a segurança pesada da conta.
5:43A verificação em duas etapas. O material diz para clicar naquele círculo com a inicial do nome, lá no canto superior direito do Chrome. Isso. Aí vai em Gerenciar sua Conta do Google, clica na aba Segurança e ativa a verificação em duas etapas.
5:59O Google pede o número do celular de novo e manda um SMS com um código para confirmar. Mas deixa eu ser o advogado do diabo aqui rapidinho Manda O processo está fluindo super bem Ter que pegar o celular, esperar mensagem, digitar código Parece uma interrupção meio burocrática Pular isso e deixar para depois não pouparia tempo?
6:20A tentação de pular é gigante, mas o texto é super firme nisso Não pode pular Lembra do crachá universal? Lembro, que abre todas as portas Então, essa conta vai dar passe livre para o GitHub, para a Anthropic, para os servidores e até para cartão de crédito depois.
6:37Se uma pessoa mal intencionada descobre a senha, a única barreira que separa esse invasor da sua vida digital inteira é justamente esse SMS. Caramba! É, colocando desse jeito, dois minutinhos para configurar é um preço muito baixo a se pagar.
6:51Totalmente gratuito e evita um desastre enorme. E para garantir que a tranca funciona mesmo, o guia pede um teste de fogo na hora. A pessoa tem que fechar o Chrome por completo, abrir de novo e digitar mail.google.com.
7:04Se na hora de entrar a tela pedir o código de segurança do celular, é um sinal verde. Tudo certo. Identidade digital criada, separada e blindada. E com isso pronto, a gente muda de fase. O crachá está pronto, agora é hora de imobiliar a sala de trabalho.
7:20Instalar o lugar onde os arquivos reais vão existir, né? Onde eles vão ser editados e guardados. Isso. E o programa escolhido para isso é o Visual Studio Code. E eu confesso que esse nome parece meio complexo.
7:31Visual Studio Code soa como um painel de foguete da NASA. Assusta um pouco o nome, mas a explicação do material tira todo esse peso. Ele fala que o programa é basicamente o Word para arquivos de código. Ah, isso facilita muito.
7:44É só um editor de texto mais inteligente. Exato. Ele é gratuito e ele colore os textos dependendo do tipo do arquivo. Ele também coloca uma numeração na lateral de cada linha e mostra as pastas organizadas numa lista do lado esquerdo. E o mais legal?
8:00Ninguém precisa saber programar nada para abrir um arquivo lá, ler e fechar de novo. Super tranquilo. Ele só organiza visualmente para não cansar a mente. Mas antes de sair correndo para baixar esse programa, o texto dá um alerta super importante sobre o computador.
8:14Tem que descobrir qual é o processador do Mac, não é? Isso mesmo, a arquitetura do computador. E o macOS deixa isso bem fácil de achar. Como é que faz? A pessoa clica naquele ícone da maçã, no canto superior esquerdo, e vai na primeira opção, Sobre este Mac.
8:29E aí abre uma janelinha com as informações. Exatamente. Nessa janela, a pessoa tem que olhar direto para a linha que diz chip ou processador. Os Macs passaram por uma grande mudança de tecnologia, então tem duas gerações no mercado.
8:42Tem os da Apple mesmo e os da Intel, certo? Isso. Se tiver escrito Apple M1, M2, M3 ou M4, O computador é da família Apple Silicon, fabricado de 2020 para frente. Agora, se tiver escrito Intel Core i5, i7 ou i9, é um Mac Intel, dos modelos até 2020.
9:01E essa mudança importa muito, porque eles meio que falam línguas diferentes por dentro. O material pede até para anotar se é Silicon ou Intel, porque isso volta nos próximos módulos.
9:12Depois de descobrir isso, a pessoa volta lá no Chrome e digita code.visualstudio.com. Na página inicial tem um botão azul grandão, mas do lado dele tem uma setinha discreta.
9:23Clicando nela aparecem as opções, versão Apple Silicon, versão Intel chip e uma chamada Mac Universal. E essa última opção é recomendada do guia. Ele diz que, na dúvida, a pessoa deve baixar a Mac Universal. Porque ela é a melhor escolha.
9:38Porque ela já vem com as instruções para os dois tipos de processador. É um arquivo um pouquinho maior, mas garante que vai funcionar em qualquer Mac. É uma escolha à prova de falhas.
9:47Maravilha. Aí, quando clica, o Chrome baixa um arquivo .zip, tipo VSCode-darwin-universal.zip. Dando dois cliques, o sistema descompacta sozinho e o ícone do programa aparece. Mas tem um detalhezinho aí.
10:03Muita gente descompacta direto ali na barra de downloads do navegador, se distrai e perde o programa de vista. É super comum. O arquivo fica lá na pasta downloads e a pessoa não acha. Mas o material ensina um truque de organização espacial usando o Finder, que é aquele gerenciador de arquivos do Mac, que resolve isso de um jeito muito elegante.
10:23Sim, é uma técnica excelente. O texto fala para abrir duas janelas do Finder e colocar as duas lado a lado na tela. Como se fossem duas caixas abertas em cima da mesa. Perfeito. A janela da esquerda fica mostrando a pasta Downloads.
10:36A da direita mostra a pasta Aplicativos. Fica muito visual. A pessoa pega o ícone do Visual Studio Code, que acabou de aparecer na esquerda, e arrasta para dentro da janela de aplicativos, na direita. E arrastar para aplicativos é muito importante.
10:51Não é só para ficar bonito. O sistema precisa que o programa esteja ali para conseguir atualizar depois. Pode ser que o Mac peça a senha do computador para autorizar essa mudança.
11:01Depois disso, o aplicativo já aparece lá no Launchpad e na busca do Command mais espaço. Aí é só abrir pela primeira vez e o Mac, que tem uma segurança bem rígida, vai soltar um aviso.
11:13Aquela janelinha dizendo que é um aplicativo baixado da internet e perguntando se tem certeza. Como veio do site oficial, é só clicar em abrir. Pode aparecer também uma pergunta se quer fixar o ícone no Dock, aquela barra lá embaixo.
11:26E a tela de boas-vindas do programa, que vem cheia de coisas, pode ignorar por enquanto. O editor está instalado, só que a configuração não acaba aí. O material mostra como criar uma ponte entre o Visual Studio Code e o sistema interno do Mac.
11:40É o momento de usar o atalho Command-Shift-P lá dentro do programa. Esse atalho é poderoso. Quando aperta Command-Shift-P, desce uma barra de pesquisa lá no topo que chama Paleta de Comandos. O texto manda digitar shell command install.
11:56E aí a pessoa escolhe exatamente a opção Shell Command: Install 'code' command in PATH. e o Mac vai pedir a senha de novo para aprovar. Mas traduzindo esse jargão, o que significa colocar no tal do path?
12:09Imagina que o path é um grande catálogo de endereços do computador. O terminal do Mac não sabe onde os programas moram na pasta aplicativos. Ele é meio cego para isso. Isso. Se você digita o nome de um programa no terminal, ele fala que não conhece.
12:24Quando a gente roda esse comando, a gente está adicionando o endereço do Visual Studio Code nesse catálogo. A partir de agora, se digitar a palavra code com C minúsculo no terminal, o sistema entende e abre o editor.
12:37Sensacional. É um atalho universal no sistema. E como o programa já está aberto, o guia faz um passeio visual rapidinho pela barra da esquerda, para a pessoa não se assustar. É bom porque tira o medo. O primeiro ícone lá em cima é uma folha de papel.
12:51É o explorador de arquivos, onde a pessoa vê as pastas do projeto. Logo embaixo, tem uma lupa. Bem intuitivo. Serve para buscar uma palavra em vários arquivos de uma vez só. O terceiro é um Y deitado. Esse é o controle de versão.
13:05É como se fosse uma máquina do tempo. Se a pessoa fizer alguma besteira no arquivo, ela consegue voltar no tempo para quando estava funcionando. E o material até avisa que isso usa uma coisa chamada Git, que vai ficar para o próximo módulo.
13:18O quarto ícone é um triângulo com um inseto. Na tecnologia, inseto é bug, que quer dizer erro. Então ali é a área para executar o código e caçar os bugs. E o último ícone, aqueles quatro quadradinhos, é a área de extensões.
13:33É a loja de acessórios para instalar temas e colocar inteligência artificial lá dentro. Com esse mapa na cabeça, o material pede um teste prático final. A pessoa tem que ir lá na área de trabalho do Mac, que chama Mesa, e criar uma pasta vazia chamada teste-vscode.
13:50Aí, volta no Visual Studio Code, clica em Arquivo e em Abrir Pasta. Ou usa o atalho Command mais O. O objetivo é achar essa pasta na mesa e abrir. Pode aparecer um aviso perguntando se a pessoa confia nos autores dos arquivos.
14:05Como foi a própria pessoa que criou, é só confirmar. E o teste dá certo quando O nome TESTE-VSCODE aparece grandão lá no canto superior esquerdo. Tudo conectado. E aí o texto fecha com o meu truque favorito, que é o pulo do gato para quem usa Mac.
14:20Esse atalho é bom demais. Conta aí. Lá no Finder, quando você achar a pasta do projeto, você clica nela com o botão direito. Aí desce até Serviços e clica em Novo terminal na pasta. O terminal já abre direto no endereço certo.
14:34E aí brilha aquele comando que a gente configurou. É só digitar code, espaço, ponto e dá Enter. O code chama o programa e o ponto avisa para abrir tudo o que tem ali dentro.
14:45E num piscar de olhos, o Visual Studio Code pula na tela com o projeto inteirinho carregado. Poupa um tempo absurdo no dia a dia. E com isso, chegamos no nosso Checkpoint. Exato. Fazendo uma revisão, o Visual Studio Code está aberto, a pasta de teste está aberta no editor e o comando code está habilitado no terminal.
15:03Tudo pronto. Quem está acompanhando a gente já pode fechar o programa e o navegador com tranquilidade porque a base está sólida e eles vão ser usados de novo mais para frente. O escritório digital está com a chave na porta e a mesa pronta.
15:17A gente agradece muito a companhia de todo mundo nesse mergulho técnico de hoje. Um grande abraço e até a próxima.
Não tem o Chrome no seu Mac? O Safari (navegador padrão do macOS) funciona, mas o curso assume Chrome porque a extensão de IA que vamos usar no Módulo 10 só existe no Chrome. Baixe em **google.com/chrome**, abra o arquivo `.dmg` e arraste o ícone do Chrome para a pasta **Aplicativos**.
Passo 1 — Abra a página de cadastro
- 1.Abra o Google Chrome (Cmd + Espaço, digite Chrome, Enter).
- 2.Na barra de endereço (lá em cima, onde você digita sites), apague o que estiver e cole: accounts.google.com/signup
- 3.Aperte Enter. Vai abrir uma tela com o título "Crie sua Conta do Google".
Já tem uma conta Gmail que você usa há anos? Pode usar ela mesma — pule esta etapa. Mas se a conta atual mistura coisa pessoal e profissional, vale a pena criar uma nova só para trabalho/estudos.
Passo 2 — Preencha o formulário
- 1.Digite seu nome e sobrenome. Clique em Próxima.
- 2.Confirme sua data de nascimento e gênero. Clique em Próxima.
- 3.O Google vai sugerir nomes de email. Escolha um ou clique em "Criar seu próprio endereço Gmail" — recomendo o formato `nome.sobrenome@gmail.com`.
- 4.Crie uma senha forte (no mínimo 12 caracteres, com letras, números e algum símbolo como @ ou !). Confirme a senha. Clique em Próxima.
- 5.Adicione um número de celular (importante para recuperar a conta se esquecer a senha). Clique em Próxima.
- 6.Confirme as informações de recuperação e aceite os termos clicando em Concordo.
Passo 3 — Ative a verificação em duas etapas (proteção extra)
- 1.Já logado, clique no círculo com sua inicial no canto superior direito do Chrome.
- 2.Clique em Gerenciar sua Conta do Google.
- 3.No menu da esquerda, clique em Segurança.
- 4.Procure a opção Verificação em duas etapas e clique em Ativar.
- 5.Siga o passo a passo — vai pedir seu número e enviar um código por SMS para confirmar.
- 6.Pronto. Agora, mesmo se alguém descobrir sua senha, ainda precisa do seu celular para entrar.
Não pule a verificação em duas etapas. Se sua senha vazar, é só essa proteção que separa um invasor da sua identidade digital inteira (GitHub, Anthropic, banco, tudo). Leva 2 minutos para ativar e é grátis.
Feche o Chrome, abra de novo e digite **mail.google.com**. Você deve conseguir entrar com a nova conta, e ao entrar deve aparecer um pedido de código (verificação em duas etapas). Se aparecer — perfeito, está tudo certo.
Perguntas frequentes
Eu nunca programei. Esse curso é mesmo para mim?
Funciona em Mac Intel ou só em Apple Silicon (M1, M2, M3, M4)?
Preciso pagar alguma coisa?
Quanto tempo demora para terminar o curso?
Já fiz a versão Windows do curso. Preciso refazer no Mac?
Preciso usar Homebrew para Python e Node?
Qual a diferença entre o Claude (claude.ai) e o Claude Code?
Vou precisar mesmo do Terminal?
É seguro? O Claude pode estragar meu Mac?
E se eu travar em algum passo do curso?
Depois do curso, o que mais posso fazer?
Alexandre Caramaschi
Chief Strategy Officer da Nuvini (Nasdaq: NVNI), Founder da Brasil GEO, cofundador da NAIA e cofundador da AI Brasil. Foi CMO da Semantix, empresa brasileira de dados e IA listada na Nasdaq. É pioneiro em Generative Engine Optimization e no conceito de Business-to-Agent no mercado brasileiro.
Este guia faz parte do material educacional da Brasil GEO para democratizar o acesso a ferramentas de IA generativa. Se tiver dúvidas, entre em contato pelo WhatsApp ou LinkedIn.