Saúde Mental para Autistas em IA · Capítulo 18 de 21 · 22 min
Claude, ChatGPT, Gemini e Grok diante de quem está em fragilidade
O que cada laboratório publicou sobre usuário em crise, com data: classificador, roteamento, encaminhamento humano e a ausência que a xAI deixou no lugar de uma política. Fecha na régua de cinco níveis da aula 17, onde nenhum dos quatro é o recurso.
Este capítulo faz parte do curso gratuito Saúde Mental para Autistas em IA.
Terminei uma apresentação sobre adoção de IA para um conselho, o CFO fez as perguntas de custo previstas na pauta e a que ficou comigo veio depois, de uma diretora que esperou a sala esvaziar para dizer, quase em voz baixa, que a filha adolescente conversava com um chatbot todas as noites e que ela só queria saber qual dos quatro era seguro. Naquele dia eu não tinha resposta boa. Passei os meses seguintes lendo as políticas publicadas pelos quatro laboratórios, os processos judiciais em andamento e o único estudo independente que comparou os produtos sob esse critério. Esta aula é a resposta que eu deveria ter dado.
A pergunta "qual é o mais seguro?" tem formato errado, e o formato é o que produz respostas ruins. O material público de 2025 e 2026 sustenta ordenação por dimensão, e as dimensões discordam entre si: o produto com a política de crise mais detalhada é o mesmo que acumula o maior volume de litígio por morte; o que melhor pontuou no único teste comparativo independente também falhou fora do risco suicida. Vou percorrer as quatro políticas com data, separar o que é documento do que é reputação construída por imprensa e terminar na única linha que os quatro compartilham: no nível de crise, nenhum deles é o recurso.
Objetivos desta aula (Bloom 3-6)
- Aplicar (Bloom 3) a distinção entre documento público datado e reputação de imprensa ao avaliar qualquer fornecedor de IA
- Analisar (Bloom 4) o que Anthropic, OpenAI, Google e xAI publicaram sobre crise, menores e bem-estar, com a data de cada publicação
- Avaliar (Bloom 5) o estudo comparativo da Northeastern de 27/07/2026 e os processos em curso como evidência de comportamento real dos produtos
- Criar (Bloom 6) o seu critério escrito de liberação de assistente, para uso pessoal e para uso do time
Glossário rápido
Classificador de crise
Um modelo auxiliar que roda em paralelo à conversa procurando sinais de risco de suicídio ou automutilação. Quando dispara, o produto muda de comportamento: exibe linha de crise, encaminha para atendimento humano ou restringe o tipo de resposta. É mecanismo de produto, e nenhuma avaliação clínica acontece ali. A diferença entre os quatro assistentes está em ter esse mecanismo publicado, com data, ou não ter.
Roteamento de conversa sensível
A prática de tirar a conversa do modelo rápido e barato e mandá-la para um modelo de raciocínio mais lento, treinado para respostas conservadoras em temas delicados. A OpenAI descreve isso publicamente desde setembro de 2025. Custa mais por resposta, o que explica por que nem todo fornecedor faz.
System card
O documento em que um laboratório descreve o que testou no modelo antes de lançar, o que ele mediu e onde o modelo falha. É declaração pública auditável. A ausência de system card sobre saúde mental pesa na decisão de compra, porque sem ele não existe compromisso escrito a cobrar depois.
Companion bot
A categoria 1 da aula 17: produto desenhado para conversa prolongada, presença e vínculo, sem desenho de intervenção clínica e sem ensaio clínico como tal. Importa aqui porque um dos quatro assistentes desta aula, o Grok, embute companions no mesmo aplicativo em que faz o trabalho.
Opt-out de treino
O padrão em que o fornecedor usa as conversas do usuário para treinar modelos até que o usuário desligue a opção manualmente. O contrário, opt-in, exige autorização antes. Num time inteiro, a diferença entre os dois padrões é previsível: quase ninguém desliga.
O que cada laboratório publicou sobre usuário em crise, levantamento de agosto de 2026
| Dimensão | Claude (Anthropic) | ChatGPT (OpenAI) | Gemini (Google) | Grok (xAI) |
|---|---|---|---|---|
| Documento público específico sobre bem-estar do usuário | Sim. Protecting the wellbeing of our users, de 18/12/2025, e Usage Policy de 15/09/2025 | Sim. Model Spec de 18/12/2025, com seção sobre delírio, mania, automutilação e suicídio | Sim. Módulo Help is available, de 07/04/2026, com diretora clínica nomeada, Megan Jones Bell | Não localizado. O Risk Management Framework de 20/08/2025 não menciona bem-estar emocional, menores nem crise |
| Mecanismo técnico em conversa de risco | Classificador de suicídio e automutilação no Claude.ai desde 18/12/2025, com encaminhamento a recurso humano por país | Roteamento de conversas sensíveis para modelo de raciocínio com safe completions desde 02/09/2025 | Acesso em um toque à linha 988 e a agente humano, com treino para não reforçar crenças falsas, desde 07/04/2026 | Nenhum mecanismo público localizado |
| Rede externa acionada: linhas de crise, especialistas, financiamento | Parceria com a ThroughLine, com cobertura declarada em mais de 170 países, e banner de crise no chat | Atualização de 03/10/2025 construída com mais de 170 especialistas, com redução declarada de 65% a 80% em respostas fora do padrão | US$ 30 milhões em três anos via Google.org e US$ 4 milhões para a ReflexAI, com botão permanente de linha de crise | Nenhum encaminhamento estruturado localizado |
| Idade mínima e proteção de menores | Produto 18+ desde dezembro de 2025, com classificadores de menoridade desde março de 2026 | Predição de idade e controles parentais desde setembro de 2025 | Guardrails contra intimidade romântica com menores; classificado como alto risco pela Common Sense Media em 05/09/2025, antes da reforma de abril | Companions com modo adulto dentro de aplicativo classificado 12+; nota Unacceptable Risk da Common Sense Media em 27/01/2026 |
| Ordem de prioridade declarada e avaliação externa | Constitution de 22/01/2026: segurança acima de ética, diretrizes e utilidade | Model Spec público e revisado, com adendo ao system card do GPT-5 em 27/10/2025 | Frontier Safety Framework v3.1, de 17/04/2026, com manipulação nociva tratada como risco de fronteira | Pior nota entre os grandes laboratórios na avaliação da SaferAI; o Midas Project registra dois prazos autoimpostos descumpridos |
| Encerramento de conversa abusiva | Permitido desde agosto de 2025 e expressamente proibido quando o usuário está em risco iminente | Sem política pública equivalente localizada | Sem política pública equivalente localizada | Sem política pública equivalente localizada |
Não localizado descreve o resultado da busca: este levantamento não encontrou documento público datado, e a prática interna pode existir sem estar escrita em lugar nenhum. Para decisão de compra vale o que está publicado, porque é o que se cobra depois.
Fonte: Documentos públicos de Anthropic, OpenAI, Google e xAI; as duas avaliações independentes citadas nas células (05/09/2025 e 27/01/2026); SaferAI e Midas Project. Levantamento de agosto de 2026.
A OpenAI foi a única que publicou o tamanho do problema
Em 27/10/2025, junto com um adendo ao system card do GPT-5, a empresa divulgou a proporção de conversas com sinais de sofrimento agudo na própria base, e acrescentou que 0,15% dos usuários ativos semanais mostram apego emocional elevado ao produto. Nenhum outro laboratório publicou número equivalente; a Anthropic divulgou uma medida diferente e também reveladora sobre a presença de temas de saúde nas conversas com o Claude. Os números dos dois recortes estão no painel a seguir, e o que importa é o que eles têm em comum: um comportamento de massa medido pelos próprios fornecedores, dentro de produtos que ninguém vendeu como serviço de saúde.
A escala, medida pelos dois laboratórios que publicaram números
0,15%
dos usuários ativos semanais do ChatGPT mantêm conversas com indicadores explícitos de intenção ou planejamento suicida, o que a empresa traduz em mais de um milhão de pessoas por semana
OpenAI, divulgação de 27/10/2025
0,07%
apresentam, na mesma medição, sinais possíveis de psicose ou mania durante a conversa
OpenAI, 27/10/2025
27%
das conversas com o Claude tocam temas de saúde e bem-estar, por medição da própria Anthropic
Anthropic, 18/12/2025
81%
de falha de ChatGPT, Gemini e DeepSeek em questões sensíveis de saúde mental, no único teste comparativo independente publicado
Northeastern University, 27/07/2026
Fonte: OpenAI (27/10/2025), Anthropic (18/12/2025) e Northeastern University (27/07/2026). Google e xAI não publicaram números equivalentes até agosto de 2026.
O Google chegou depois, e chegou empurrado
A Common Sense Media classificou o Gemini como alto risco para crianças e adolescentes em 05/09/2025. Em março de 2026, a família de um homem de 36 anos ajuizou ação federal em San Jose, Gavalas v. Google, atribuindo ao produto a sustentação de um delírio sobre manter relação com uma esposa de IA senciente; ele morreu em 02/10/2025. O Google respondeu que o sistema direcionou o usuário à linha de crise muitas vezes.
A reforma veio em 07/04/2026, com nome e assinatura: módulo Help is available, sob a direção clínica de Megan Jones Bell, botão permanente de linha de crise, treino para não reforçar crenças falsas e US$ 30 milhões em três anos para linhas de crise via Google.org, somados a US$ 4 milhões para a ReflexAI. Uma frase do texto oficial merece registro porque nenhum outro dos quatro a escreve: o produto não substitui cuidado clínico. Reagir a processo não invalida a engenharia que veio depois, e conhecer a sequência de eventos muda como você lê a promessa.
No caso da xAI, a ausência é o achado. O Risk Management Framework publicado em 20/08/2025 foi lido na íntegra procurando seção sobre bem-estar emocional, menores ou crise. Não existe. Nenhum system card, classificador de crise ou política de bem-estar da xAI foi localizado em busca pública até agosto de 2026. No mesmo período em que os outros três reforçavam salvaguardas, a xAI lançou personas de companhia (Ani, Mika, Valentine e Rudi) com modo adulto dentro de um aplicativo classificado para 12 anos. Em 27/01/2026, a Common Sense Media deu ao Grok a nota Unacceptable Risk, a pior da escala, registrando que o Kids Mode falha e que os companions reforçam vínculo em vez de redirecionar quando o assunto é autolesão. Provar que a política não existe dentro da empresa está fora do meu alcance. O que a busca sustenta é que nada disso está publicado, e para quem assina contrato é isso que importa: só se cobra o que está escrito.
O único teste independente que comparou os produtos
Em 27/07/2026, uma equipe da Northeastern University liderada por Cansu Canca e Annika Schoene publicou a avaliação mais útil que existe para esta decisão: oito chatbots submetidos a 16 quadros clínicos distintos. Dois achados saíram de lá, e a manchete costuma repetir só o primeiro, que é o bom para quem já escolheu lado: o Claude teve o melhor desempenho relativo do grupo, enquanto ChatGPT, Gemini e DeepSeek falharam em 81% das questões sensíveis.
O segundo achado quase não circulou, e é ele que muda a decisão. O próprio Claude falhou fora do risco suicida, com transtornos alimentares, uso de substâncias, bipolaridade e insônia descobertos em toda a amostra testada.
A leitura que eu tiro do conjunto é desconfortável para os quatro fornecedores. A proteção que existe hoje foi calibrada para o quadro clínico que chegou aos tribunais, a ideação suicida, e para de valer no resto do que leva alguém a conversar com um assistente às três da manhã. Quem trabalha com IA e convive com comorbidade alimentar, uso de substância ou ciclagem de humor está fora da faixa que os produtos aprenderam a proteger.
O que está documentado em tribunal, fornecedor por fornecedor
OpenAI: o fornecedor mais denso em litígio
Raine v. OpenAI foi protocolado em 26/08/2025 na Superior Court da Califórnia sob o número CGC-25-628528, depois da morte de Adam Raine, 16 anos. A defesa da OpenAI sustenta que o produto indicou recursos de crise mais de 100 vezes nas conversas em questão. Em novembro de 2025 vieram sete ações do Social Media Victims Law Center e do Tech Justice Law Project, uma delas alegando psicose induzida por IA. Os casos foram consolidados em fevereiro de 2026 sob In re: ChatGPT Product Liability Cases, com o juiz Ethan P. Schulman, e seguiam em fase de produção de provas em junho de 2026. Em 01/06/2026, a procuradoria-geral da Flórida processou a OpenAI e Sam Altman pessoalmente.
No Google, um caso só, e com desfecho conhecido
No processo já citado, Gavalas v. Google, o detalhe processual é o ajuizamento por volta de 04/03/2026, em San Jose. Vale separar esse caso do episódio Please die, de novembro de 2024, que circula em publicações de 2026 sem a data original. É o mesmo caso antigo reembalado, e quem o cita como novidade entrega a própria credibilidade ao primeiro colega que abrir o histórico.
Character.AI: o precedente que muda a régua dos quatro
Não está entre os quatro assistentes desta aula, e é o que mais mexe com a exposição jurídica deles. O acordo noticiado pelo JURIST em 09/01/2026 encerrou cinco ações contra a Character Technologies, o Google e os fundadores Noam Shazeer e Daniel De Freitas. Em janeiro de 2026 o Kentucky abriu a primeira ação estadual conduzida por procuradoria-geral. Em 01/05/2026 a Pensilvânia foi além e enquadrou a empresa por exercício ilegal da medicina: a persona Emilie se apresentava como psiquiatra licenciada, com número de registro profissional falso, e acumulou cerca de 45.500 interações até 17/04/2026, segundo reportagem da NPR de 05/05/2026. O precedente em formação é que uma persona de software que se diz clínica cria responsabilidade regulatória para quem a hospeda.
Na xAI o volume é regulatório, fora do tema de saúde mental
Nenhum processo por morte associado ao Grok foi localizado até agosto de 2026. O que existe é uma sequência regulatória que nenhum dos outros três acumulou em oito meses: investigação da Comissão Europeia sob o Digital Services Act em 26/01/2026, atuação da DPC irlandesa em 17/02/2026, proibição judicial na Holanda em 27/03/2026 com multa diária na casa de US$ 115 mil, medidas na Índia, na Indonésia, na Malásia e do Ofcom no Reino Unido, e no Brasil a Nota Técnica nº 1/2026 da ANPD, de 20/01/2026, com MPF e Senacon acionados e processo administrativo por infração à LGPD. Ashley St. Clair processou a xAI em 15/01/2026 e a cidade de Baltimore, em 24/03/2026.
Três armadilhas de leitura antes de você formar opinião
A primeira é confundir volume de litígio com nível de risco do produto. A OpenAI acumula mais processos e também tem a maior base de usuários; a Anthropic não tem litígio público de saúde mental localizado e opera em escala menor no consumidor. A ausência de processo pode ser postura de engenharia, pode ser aritmética de exposição, e com o material público de hoje não dá para dizer qual das duas explica mais. Escrever o contrário seria vender uma conclusão que eu não tenho.
Declaração de fundador é a segunda armadilha. Elon Musk afirmou que o Grok 4.5 é comparável ao Opus 4.7, e o que existe ali é uma parte falando do próprio produto, sem medição independente atrás. Nada nessa frase toca comportamento em conversa sensível, que é o critério desta aula.
Sobra a notícia reciclada, a mais fácil de evitar e a que mais aparece em apresentação corporativa. O episódio em que o Gemini respondeu "please die" a um estudante é de novembro de 2024 e reapareceu em publicações de 2026 sem a data original. Procure a data primária antes de citar qualquer incidente numa reunião.
Verificação rápida
Quatro frases que circulam em apresentação corporativa sobre IA e saúde mental. Qual delas é um fato documentado, com fonte, data e alcance que você conseguiria defender se fosse contestado na hora?
Onde esta comparação para de valer
A aula 17 montou uma tabela de cinco níveis de necessidade, do dia comum à crise, com o recurso primário de cada um. Esta aula inteira opera nos níveis 1 e 2, e de forma parcial no nível 3, apenas para preparar consulta. Do nível 4 em diante, a diferença entre os quatro assistentes deixa de importar, porque nenhum deles é o recurso indicado.
No nível 5, com ideação, autolesão ou dissociação, o caminho é humano e imediato: CVV pelo 188, CAPS da sua região, SAMU 192, ou a pessoa de confiança que você mapeou no plano pessoal. Comparar Claude e ChatGPT nesse momento é escolher a marca do celular durante um infarto. A escolha existe, é irrelevante, e o tempo gasto nela é justamente o recurso que estava faltando.
Nenhum dos quatro é cuidado de saúde. Claude, ChatGPT, Gemini e Grok são produtos de software de uso geral. Nenhum deles avalia, diagnostica ou trata. A American Psychological Association escreveu isso no Health Advisory de 13/11/2025: chatbot genérico não deve ser usado para psicoterapia, diagnóstico ou manejo de crise, com apoio complementar como teto do que ele pode ocupar. No Brasil, o Conselho Federal de Psicologia publicou posicionamento em 03/07/2025 e duas cartilhas em dezembro de 2025 na mesma direção. Em risco imediato, o número é CVV 188, e o serviço de emergência é o SAMU 192.
A minha posição, com o critério à vista
Não existe vencedor único, e quem entrega um ranking de uma linha está simplificando por conveniência de slide. O que a evidência de agosto de 2026 sustenta é ordenação por dimensão, e a dimensão desta aula é risco de conteúdo nocivo para alguém em fragilidade.
Nessa dimensão, coloco o Claude à frente, pelo conjunto de política publicada, classificador com encaminhamento humano por país e o melhor resultado no único teste comparativo independente. Logo atrás vem o Gemini, com investimento clínico documentado, direção clínica nomeada e a única declaração explícita de que o produto não substitui cuidado clínico. A política mais detalhada dos quatro é a do ChatGPT, escrita depois de litígio por morte, o que ao mesmo tempo comprova engenharia de segurança real e marca onde o problema apareceu em escala primeiro.
O Grok não entra na ordenação de risco de conteúdo nocivo. Nenhuma política pública de bem-estar foi localizada, o Risk Management Framework de 20/08/2025 passa ao largo do tema, a Common Sense Media deu a pior nota da escala em 27/01/2026 e o mesmo aplicativo que faz o trabalho oferece companions com modo adulto. Quatro fatos independentes apontando para o mesmo lado deixam pouca margem de leitura.
A consequência prática, se você lidera um time: liberar o Grok num ambiente com pessoas em sofrimento ou com dispositivos compartilhados com menores é a única das quatro escolhas que eu não conseguiria defender por escrito num comitê de risco. É também o que eu responderia hoje à diretora que me parou na saída da sala, com a ressalva que a aula 17 já tinha imposto: acima do nível 3, a marca escolhida deixa de mudar o desfecho. As outras três exigem regra de uso, e a regra é o assunto das duas próximas aulas.
Feche esta aula com quatro respostas no papel, porque lembrança de leitura recente engana: (a) qual documento público cada laboratório tem sobre usuário em crise, e de que data; (b) o que o estudo da Northeastern de 27/07/2026 mostrou sobre o vencedor, que é a metade cortada pela manchete; (c) por que "nunca foi processado" não sustenta um argumento de segurança numa reunião; (d) a partir de qual nível da tabela da aula 17 a escolha de assistente perde qualquer efeito. Se a letra (d) ainda estiver vaga, releia a aula 17 antes de seguir, porque as duas próximas aulas tratam essa fronteira como assunto encerrado.
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