Frontends com Vibecoding · Capítulo 1 de 33 · 32 min
Projetar o briefing, o repertório da marca e o custo de manter
Você sai com um briefing que nomeia escopo, público e tarefa, carrega o repertório da marca e já traz o custo de manter a tela depois de publicada.
Este capítulo faz parte do curso gratuito Frontends com Vibecoding.
A cor da marca copiada em 30 arquivos do site vira 30 edições no dia em que você decide trocá-la. Toda tela publicada tem três camadas, e o visitante enxerga só uma delas quando abre o site.
As outras duas ficam invisíveis e cobram meses depois, em manutenção e em risco que a empresa assumiu sem perceber. É nelas que mora o trabalho de quem aprova, contrata ou constrói a próxima tela. Enxergar as três muda a decisão, porque você para de julgar a página só pelo que aparece.

Se a figura ultrapassar a área visível, deslize para os lados. Pelo teclado, foque a figura e use as setas.
A primeira camada é a tela pronta, o que o visitante vê ao abrir o site. Qualquer pessoa julga essa camada em cinco segundos, e por isso ela rouba a atenção de quem pede e de quem constrói.
Vem em seguida a segunda camada, o que você mantém depois de publicar. Cada componente, a peça que se repete como o botão, vira responsabilidade sua, e cada biblioteca (o pacote de código pronto que poupa escrever do zero) também.
Manter custa porque o mundo em volta se mexe. As bibliotecas publicam correção de segurança, os navegadores mudam o comportamento de algum recurso, e a tela perfeita de março quebra em setembro sem aviso.
Fundamentos e briefing: as três camadas de uma tela e o pedido que o agente executa
As cinco aulas da trilha em vídeo: as três camadas de toda tela publicada, o briefing com assunto, público, tarefa e critério de sucesso, o repertório de marca antes do prompt, o prompt com âncora e a conferência do que voltou, e o critério de aceite quando o agente confere a própria tela.
Fundamentos e briefing, em conversa
Dois apresentadores percorrem as cinco aulas da trilha cobrando a prova de cada afirmação: o que uma tela custa manter, o briefing que evita retrabalho, a marca que se reconhece sem logotipo, o prompt com âncora e os quatro itens de aceite que continuam com a pessoa.

A terceira camada é o que a empresa assume ao publicar. O formulário de cadastro guarda dado pessoal do cliente, e alguém responde por essa guarda. A biblioteca de gráficos vem com licença, e algumas obrigam você a abrir o próprio código.
O cinza claro do preço decide se um cliente com baixa visão consegue ler quanto custa. Por isso cada peça que você instala resolve a camada um e entra nas camadas dois e três no mesmo minuto.
Se a figura ultrapassar a área visível, deslize para os lados. Pelo teclado, foque a figura e use as setas.
Uma página parece um bloco só e se monta a partir de poucas partes repetidas. Uma loja online tem cinco. O cabeçalho traz logo, busca e carrinho, seguido pela faixa de destaque com a oferta do dia. Vem depois a grade de produtos, feita do cartão de produto repetido, e o rodapé fecha com contato e política de privacidade.
As mesmas cinco partes aparecem no Mercado Livre, na Amazon e na Shopee. Quem lê a página como lista de peças pede cada peça uma vez só ao agente de IA, o programa que escreve o código do seu pedido.
O cartão de produto é a peça que mais ensina o método. Você desenha o componente uma vez, com foto, nome, preço e botão de comprar, e a página o repete dezenas de vezes com dados diferentes.
A cor da marca segue a mesma lógica e vira um token (o valor guardado com nome, como a etiqueta na lata de tinta). Copiada em 30 arquivos, a troca do azul vira 30 edições. A que você esquecer aparece numa página perdida do site.
Cada biblioteca instalada traz outras junto, e essas peças de terceiros formam boa parte do código que roda no navegador do seu cliente. Uma checagem de dependências por mês, a lista dessas peças, mostra quais ficaram para trás e qual mudou de licença.
Cinco atalhos que economizam hoje e cobram depois
| Atalho | O que economiza agora | O que cobra depois | Como você percebe |
|---|---|---|---|
| Escrever a cor da marca direto em cada tela | Uma linha a menos para configurar | Trocar a marca vira dezenas de edições | Você acha um azul diferente em cada página |
| Pular os estados de vazio, carregando e erro | Três telas a menos para desenhar | Refazer a estrutura da tela já pronta | O cliente vê tela branca no primeiro erro |
| Instalar biblioteca sem olhar peso e licença | O problema resolvido em cinco minutos | Página lenta no celular e licença ruim | O site demora a mostrar o primeiro texto |
| Deixar acessibilidade para o fim do projeto | Entrega mais rápida na primeira versão | Mexer de novo em todas as telas prontas | A tecla Tab não chega ao botão de comprar |
| Escrever um número de vitrine direto no código | Nenhuma ligação com o sistema para construir | Número velho anunciado como atual, sem dono | Ninguém diz de onde veio o número em dois cliques |
A última coluna é o sinal visível de cada atalho: quando ele aparece, a conta já está sendo paga.
Fonte: Quadro do autor; a quinta linha aplica o anti-padrão da métrica sem fonte, meta, baseline ou responsável, do manual de setembro de 2026.
Todo número que a tela mostra pertence à terceira camada, porque a empresa responde por ele. A regra dos dois cliques (quem lê o número descobre a origem dele em dois cliques, como a data de validade no rótulo) é o critério de conferência.
Ela cobra quatro coisas: fonte, de onde o número vem; definição, o que ele conta; frescor, quando foi atualizado; e responsável, quem responde se ele estiver errado. O contador de clientes atendidos escrito direto no código reprova nos quatro.
Se a figura ultrapassar a área visível, deslize para os lados. Pelo teclado, foque a figura e use as setas.
O anti-padrão correspondente é a métrica (o número que mede o negócio) sem fonte, meta, baseline (o valor de partida contra o qual você compara) ou responsável. Um painel com 40 indicadores e nenhuma decisão nasce assim: cada número foi pedido por alguém e nenhum tem dono.
Aplique a regra a todo número de desempenho: clientes atendidos, nota média, pedidos do mês. Dado cadastral, como telefone e endereço, pede só dono e data de atualização. Quando a tela não consegue ligar o número à fonte viva, escreva embaixo dele a data e a origem, e anote o responsável na planilha interna.
Antes de aprovar a próxima tela, escreva as três camadas numa folha e marque o cartão que se repete. Depois pergunte em quantos arquivos a cor da marca está copiada, porque esse número é o custo da próxima troca de identidade.
Passe cada número visível pela regra dos dois cliques. O contador de carros atendidos de uma oficina, escrito direto no código, reprova em três dos quatro e em seis meses anuncia um passado como se fosse hoje. Peça a lista de bibliotecas atrasadas há mais de seis meses, com data marcada para revisá-la.
Escreva o pedido de uma tela sem deixar buraco
As três camadas já explicam o que uma tela publicada custa, e falta transformar esse entendimento em um pedido com assunto, público, tarefa e critério de sucesso.
Um pedido de tela sem assunto, público e tarefa nomeados devolve a média de tudo o que o agente de IA já viu. Agente de IA é o programa que escreve o código do seu pedido, e essa média custa três rodadas de correção.
Escrito por partes, um briefing nomeia essas três coisas, fixa os eixos visuais que importam e diz o que conta como entrega boa. Eixo visual é cada decisão de aparência: cor, tipo de letra, fundo, ritmo das seções. Escrever tudo isso troca correção repetida por aprovação na primeira rodada.
Se a figura ultrapassar a área visível, deslize para os lados. Pelo teclado, foque a figura e use as setas.
Escreva o pedido em sete partes, na mesma ordem: objetivo, público, tokens (cores e espaçamentos da marca guardados com nome), layout, estados, acessibilidade e dados de exemplo. Layout é o arranjo das partes na tela, e acessibilidade é a página servir também quem enxerga pouco ou usa só o teclado.
Cada parte fecha um buraco onde o agente inventaria sozinho, e por isso pular uma delas transfere a decisão para o acaso.
A parte mais esquecida é a quinta, os estados. Estado é a situação em que a tela aparece: vazia, carregando, com erro e com sucesso. O rascunho bonito desenha só a última, e as outras três chegam com o cliente na frente do celular.
Um critério de aceite é a frase que diz, antes de começar, o que conta como entrega boa. "Contraste de 4,5:1 no texto" é critério de aceite; "bonito e moderno" é gosto.
Se a figura ultrapassar a área visível, deslize para os lados. Pelo teclado, foque a figura e use as setas.
O objetivo ganha três nomes concretos: o assunto da tela, o público que a usa e o trabalho principal que ela faz. A skill frontend-design (o roteiro de projeto visual que o agente lê) manda propor esses três quando o pedido não os traz, e confirmar com você.
Dessas três coisas saem as escolhas visuais próprias. A indústria, os materiais e o vocabulário do negócio decidem cor, tipo de letra e ritmo da página. Um brinquedo para meninas de oito a 11 anos e um painel para analista financeiro pedem desenhos que ninguém confunde.
No mesmo ramo vale o padrão. Uma pousada na serra tem madeira, lareira e hóspede cansado; um escritório de contabilidade tem prazo, guia de imposto e cliente que quer o número certo. Um agente que não recebe esses nomes desenha a mesma página para os dois, com o mesmo azul e o mesmo cartão arredondado.
Quem constrói por vibecoding, isto é, por conversa com o agente, instala a skill no próprio ambiente. Quem contrata escreve o mesmo briefing e pede que o fornecedor o use.
Divida os eixos visuais em dois grupos. Os que você fixa (a cor da marca, a fonte do logotipo, o fundo claro) o agente segue à risca. As palavras do briefing vencem a opinião dele, mesmo quando pedem um visual que ele acha batido.
Os que você deixa livres (o tipo de letra do corpo, o ritmo das seções, a ilustração) vêm com uma restrição. Nesses eixos o agente não pode gastar a liberdade nos padrões genéricos que aparecem em qualquer página gerada. A restrição precisa estar escrita, porque sem ela o agente escolhe o padrão.

Se a figura ultrapassar a área visível, deslize para os lados. Pelo teclado, foque a figura e use as setas.
Cinco padrões genéricos têm nome e cara, e você reconhece cada um em cinco segundos quando sabe o que procurar. Por isso a proibição vai pelo nome do padrão: pedir que a página não pareça feita por IA não dá ao agente nenhum critério de recusa.
Cinco padrões genéricos que o agente escolhe quando ninguém decide
| Padrão genérico | Como reconhecer | O que escrever no briefing |
|---|---|---|
| Fundo creme, título em serifa e detalhe cor de argila | Parece a página de qualquer produto de IA | Fundo e paleta fixados pela marca; sem tom terracota |
| Fundo quase preto com um único verde ácido ou vermelho | Parece site de startup de tecnologia | Tema claro por padrão; cor de destaque só a da marca |
| Colunas densas de jornal, linhas finas e canto reto | Parece jornal impresso na tela | Uma coluna de leitura; cantos e linhas conforme a marca |
| Tudo em cartões iguais, mesmo raio e mesma sombra cinza | Conteúdo picado em caixinhas idênticas | Cartão só onde há item repetido; hierarquia por tamanho |
| Rótulo em caixa alta sobre cada título, ponto no meio e seta no botão | O mesmo enfeite em qualquer assunto | Sem rótulo acima de título; o botão diz o que acontece |
Fixe o que a marca decide e proíba o resto pelo nome.
Fonte: Lista de calibração da skill frontend-design (anthropics/skills, commit 41bbe19 de 03/09/2026), traduzida e resumida pelo autor.
BRIEFING DE INTERFACE: página de matrícula da Escola de Idiomas Aurora
1. Objetivo: a família reserva uma aula experimental em até três toques, no celular.
2. Assunto, público e tarefa: escola de idiomas de bairro; pais de crianças de [6 a 12] anos, lendo à noite no celular; tarefa única: escolher idioma, turma e horário e confirmar.
3. Eixos fixos (siga à risca): verde da marca [#1f6f4a], fundo claro, fonte do logotipo [nome da fonte].
4. Eixos livres, com restrição: tipo de letra do corpo, ritmo das seções e ilustração. Proibido: fundo creme com título em serifa e detalhe terracota; fundo quase preto com verde ácido; cartões iguais com a mesma sombra; rótulo em caixa alta acima dos títulos; seta no texto do botão.
5. De onde vem o visual: [caderno pautado, giz, mapa-múndi na parede]; cor, textura e ilustração saem desses materiais, em vez de ícones genéricos.
6. Layout: uma coluna no celular; seletor de idioma, lista de turmas e botão de confirmar fixo no rodapé, acima da barra de gestos.
7. Estados: sem turma aberta ("Nenhuma turma aberta para [idioma]. Deixe seu telefone e avisamos."), carregando, erro de conexão e reserva confirmada.
8. Acessibilidade: contraste de 4,5:1 no texto, foco visível no teclado, alvo de toque de 44 px.
9. Dados de exemplo: idiomas [Inglês, Espanhol, Francês]; turmas às terças, 18h, e aos sábados, 9h; responsável "Marina Costa".
10. Critério de sucesso: a reserva sai em três toques, os quatro estados existem e o contraste foi medido.
Antes de escrever código, liste as escolhas de cor, tipo de letra e arranjo com o motivo de cada uma. Se alguma for a que você faria para qualquer escola, troque e diga o que trocou.Os materiais do assunto vencem o ícone de catálogo. Uma clínica de fisioterapia pedia a página com um estetoscópio genérico e trocou o pedido por maca, faixa elástica e toalha branca. O azul-petróleo da marca ficou fixo, e a ilustração ficou livre.
Dizer em voz alta o que a tela mostra quando não há horário livre é o teste de que o estado vazio já foi escrito. Quando a frase não sai, o estado não existe no briefing.
Antes de abrir o agente, escreva o briefing em sete partes. Nomeie assunto, público e tarefa em três linhas e separe os eixos que fixa dos que deixa livres, com a proibição dos cinco padrões genéricos.
Liste os quatro estados com o texto de cada um e feche com um dado de exemplo do seu ramo e o critério de sucesso com número. Confira se o texto cabe em dez linhas antes de colar na conversa com o agente.
Faça a página parecer sua marca, e não a ferramenta
O briefing já tem destinatário e critério, e ainda produz tela genérica enquanto não carregar referências de fora do algoritmo e eixos visuais fixados pela marca.
A ferramenta de IA amplia o que já existe no briefing, inclusive a falta de repertório, e devolve a saída mais provável entre tudo que já viu. Repertório é o acervo de referências próprias da marca: a loja, a embalagem, o letreiro, o jeito de falar com o cliente.
Quando o cliente reconhece a ferramenta antes da marca na própria página, o prejuízo é de identidade. O teste do sósia decide de quem é a tela. Três itens novos entram no briefing para vencer a média: referências de fora do algoritmo, eixos fixos da marca e uma frase de assinatura.

Se a figura ultrapassar a área visível, deslize para os lados. Pelo teclado, foque a figura e use as setas.
Design é escolha, repertório, contexto e identidade. Caio Camargo escreveu que a IA começou como design para quem não é designer e está virando design para quem não entende de design. O consumidor já tem a frase pronta: "isso tem cara de IA".
Quando a pessoa reconhece a ferramenta antes da marca, o problema é de marca. No mesmo artigo, uma estrategista de branding lembra que a marca com DNA bem definido e bem gerido "é rei diante de tanta coisa igual". Um head de UX completa: a IA expôs quem já era fraco, designers incluídos.
A média tem um mecanismo simples: o modelo devolve a saída mais provável entre tudo o que viu. O índigo que aparece em botão de página gerada tem endereço verificável. Ele vem do Tailwind, o kit de estilos usado em boa parte dos sites, onde é uma das cores que já vêm prontas.
Em repositório público está documentada a cadeia que espalha essa cor. O shadcn/ui, a coleção de componentes prontos sobre o Tailwind, é a biblioteca padrão de vários geradores de página. Ninguém declarou essa preferência, e ela chega pela cadeia de ferramentas.
A página gerada hoje volta para o treino de amanhã, e o laço se fecha: quanto mais igual a web fica, mais igual nasce a próxima página.
Quem assina a página: a ferramenta ou a marca
A página que a ferramenta assina
evite
- Fundo, cor de destaque e letra iguais aos de qualquer produto de tecnologia
- Foto de banco de imagem ou ilustração genérica no lugar do material do ramo
- Texto que serve para qualquer empresa: troque o nome e continua verdadeiro
- Sem logotipo, a pessoa de fora responde "alguma empresa de tecnologia"
A página que a marca assina
faça assim
- Cor, textura e letra vindas da loja, da embalagem, do letreiro e do uniforme
- Foto do balcão, do produto ou da equipe, feita no lugar
- Texto com o vocabulário do ramo e uma frase que só faria sentido ali
- Sem logotipo, a pessoa de fora acerta o ramo e chega perto do nome
Vibe coding é construir telas por conversa com o agente de IA, o programa que escreve o código do pedido. Um estudo da Universidade de Washington testou seis dessas plataformas, e todas reproduziram as convenções do treino.
Os autores chamam isso de armadilha do bom o suficiente. O leigo aceita o que parece pronto porque nada, na tela, pergunta se aquilo reflete a marca dele.
A perda de variedade já foi medida em texto por estudos revisados por pares. Quem escreve com ajuda de IA tem mais ideias sozinho, enquanto o conjunto do grupo fica mais parecido.
Essa causa tem endereço: o ajuste que deixa o modelo agradável ao gosto humano é o que reduz a variedade, e o modelo sem esse ajuste não reduz. Quando o modelo passa a treinar sobre a própria saída, as pontas raras somem de vez.
Para cor de site ainda não existe número publicado. A decisão prática não muda por isso: quando a sua página sai igual à do concorrente, o problema já está na sua mesa.
Se a figura ultrapassar a área visível, deslize para os lados. Pelo teclado, foque a figura e use as setas.
A web já convergia antes da IA. Os sistemas de design das grandes empresas, os manuais que padronizam botão, cor e espaçamento, já achatavam as diferenças. As marcas de luxo fizeram o mesmo ao trocar o logotipo desenhado pelo nome em caixa alta.
Nesse quadro a IA entrou como fotocopiadora de alta velocidade e como motor de média, e os antídotos cabem em qualquer negócio. Busque referências de fora do algoritmo, use a IA na geração e deixe o acabamento com a mão humana.
Referência de fora do algoritmo é a que você não achou rolando a tela: um livro, um filme, o prédio da esquina, a embalagem antiga guardada na loja.
O teste do sósia decide de quem é a tela. Tire logotipo e nome, mostre a página a alguém de fora do ramo e pergunte de quem é. Se a resposta for "alguma empresa de tecnologia", a peça é da ferramenta. Se a pessoa acerta o ramo e chega perto do nome, a peça é da marca.
A versão textual funciona igual: três parágrafos do site, sem nome, para a mesma pessoa. Se a ferramenta é reconhecida antes da marca, a marca perdeu. O critério final de Camargo vale como meta: alguém olhar a peça sem logotipo e pensar "isso só poderia ser dessa marca".
Essa saturação repete o ciclo dos bancos de imagem, os catálogos de fotos prontas que todo mundo compra: surpresa, comum, previsível, cansativo e repulsa. A tabela diz o que fazer em cada estágio, e quanto mais cedo você entra, menos estágios o site percorre.
O ciclo dos bancos de imagem aplicado ao site gerado
| Estágio | O que o público sente | O que você faz nesse estágio |
|---|---|---|
| Surpresa | A tela parece nova e o dono aprova na primeira olhada | Aplique o teste do sósia antes de aprovar; a surpresa some em semanas |
| Comum | O mesmo visual aparece nos concorrentes e ninguém estranha | Leve ao briefing três referências de fora do algoritmo e os eixos fixos da marca |
| Previsível | A pessoa adivinha a próxima seção antes de rolar a página | Troque a foto genérica pela foto do lugar e reescreva a frase de assinatura |
| Repulsa | O visual sinaliza descuido e a pessoa reconhece a ferramenta antes da marca | Refaça a página a partir do repertório, com a IA só na geração |
Quanto antes o teste do sósia entra, menos estágios do ciclo o site percorre.
Fonte: Ciclo descrito por Caio Camargo (LinkedIn, 7 de setembro de 2026) por analogia com os bancos de imagem; a coluna da direita é critério do autor.
Tudo isso entra no briefing da aula anterior como três linhas a mais. Primeiro, três a cinco referências de fora do algoritmo: o material do ramo, a loja, a embalagem, o letreiro. Segundo, os eixos fixos da marca, que o agente segue à risca. Terceiro, a frase de assinatura: "o que só poderia ser nosso".
O prompt (o pedido escrito que vai para o agente) carrega o repertório porque a ferramenta amplia o que recebe. Sem repertório, volta a média; com repertório, volta uma versão maior do que a marca já era.
A referência que serve é a que nenhum concorrente conseguiria copiar. Numa cafeteria de bairro, a primeira versão da página tinha foto de banco de imagem e um azul qualquer, e ninguém a distinguia das outras.
O dono fotografou a xícara esmaltada no balcão e o letreiro pintado à mão. A cor da xícara virou o destaque e a letra do letreiro virou o título. Quem viu a página sem logotipo passou a responder "uma cafeteria", em vez de "uma empresa de tecnologia".
Antes de aprovar a próxima tela, esconda o logotipo, mostre a página e três parágrafos do texto a alguém de fora do ramo e anote a resposta literal. Fotografe três referências que nenhum concorrente conseguiria tirar.
Escreva em uma linha o que só poderia ser da sua marca e liste os eixos que o agente não pode mudar. Cole essas três linhas no briefing, gere de novo e repita o teste: só aprove quando a resposta acertar o ramo.
Guia prático: começar de um template que já traz CLAUDE.md e DESIGN.md
A página em branco obriga o agente a decidir tudo, e ele decide pelo padrão da moda. Um template profissional chega com as decisões tomadas e com dois arquivos que o agente lê antes de editar: o CLAUDE.md, que diz como rodar e onde está cada coisa, e o DESIGN.md, que guarda a identidade. A galeria de 51 templates estudada em 07/10/2026 traz os dois arquivos em todos os 51.
Os 51 não são iguais. Medidos um a um, eles caem em três famílias
| Família | Templates | O que é | Onde ficam os textos |
|---|---|---|---|
| Premium em português | 12 | React 19, TypeScript, Tailwind v4, GSAP e Lenis, com mídia local | Num único objeto de configuração no topo da página |
| Importados de gerador de interface | 36 | React 18 ou 19 em JSX, Tailwind v3, maioria em inglês | Espalhados, em média por 8 componentes |
| HTML puro | 3 | Tudo num index.html de até 2.479 linhas | No próprio HTML |
A família muda o pedido que você faz ao agente: num template premium, você edita um objeto; num importado, caça texto em vários arquivos. O setor também pesa. Advocacia (5 templates) e clínicas (4) estão só na família premium; SaaS (9), alimentação (5) e fitness (3), só na importada.
O custo de manter entra na escolha. Os 12 premium carregam dependências que a página não usa, como um driver de banco de servidor num projeto que se diz sem backend, e só aproveitam 12 dos 53 componentes de interface que vêm junto. A mídia local tem mediana de 6,9 MB por template. Nos importados, 35 templates puxam imagens do Unsplash e 19 apontam para o armazenamento do próprio fornecedor: se ele sair do ar, a imagem quebra no seu site.
# [Nome do negócio]: site institucional
## Como rodar
npm install | npm run dev | npm run build | npm run lint
## Onde está cada coisa
- Textos, contatos e listas: [arquivo e objeto de configuração]
- Imagens: [pasta], no tamanho em que aparecem, em WebP
- Identidade, ordem das seções e movimento: DESIGN.md
## Regras para o agente
1. Personalize sem reconstruir: troque conteúdo, mantenha estrutura.
2. Não mude paleta nem fonte sem pedido; se mudar, atualize o DESIGN.md.
3. Edite o componente da seção; não crie arquivo paralelo.
4. Nenhum dado de exemplo vai ao ar: registro profissional, telefone, link vazio.
5. Antes de dizer que terminou, rode build e lint e abra a página em 390 px.Do template escolhido ao projeto que você consegue manter
Cinco passos antes do primeiro pedido de personalização.
Passo 1: Escolha pelo setor e pelo estilo, nessa ordem
Filtre os templates do seu setor primeiro, porque a ordem das seções já vem testada para aquele cliente. Entre os que sobram, escolha o estilo que serve à tarefa da página.
Deu certo quando: Você tem dois candidatos do seu setor e sabe dizer por que cada um serve.
Erro comum: Escolher o mais bonito de outro setor e reescrever a estrutura inteira depois.
Passo 2: Peça ao agente o diagnóstico da família
Antes de editar, peça para dizer se o projeto é React em JSX, TypeScript com componentes prontos ou HTML puro, onde ficam os textos e quantos arquivos você precisa tocar para trocar nome, telefone e serviços.
Deu certo quando: Você sabe em quantos arquivos mora o conteúdo e se existe um objeto de configuração.
Erro comum: Pedir "adapte para o meu negócio" sem saber onde estão os textos e receber trocas pela metade.
Passo 3: Meça o que vem junto e não é usado
Peça a lista de dependências que nenhum arquivo importa, os componentes de exemplo e o peso da pasta de mídia por tipo. Remova o que sobra antes de construir em cima.
Deu certo quando: Cada dependência restante tem um arquivo que a usa.
Erro comum: Deixar o boilerplate inteiro e atualizar, por anos, pacotes que a página nunca chamou.
Passo 4: Traga a mídia remota para dentro do projeto
Liste toda imagem que vem de outro servidor, baixe, converta para WebP na largura em que aparece e troque o endereço. Vídeo acima de 5 MB vai para armazenamento de objetos, não para o repositório.
Deu certo quando: Nenhuma imagem depende de servidor de terceiros e você sabe o peso total da mídia.
Erro comum: Publicar com imagem apontando para o armazenamento do fornecedor do template.
Passo 5: Reescreva o CLAUDE.md com as suas regras
Use o molde do bloco acima: como rodar, onde está cada coisa e cinco regras de conduta. Curto de propósito; o detalhe de identidade fica no DESIGN.md.
Deu certo quando: O CLAUDE.md cabe numa tela e aponta para o DESIGN.md.
Erro comum: Manter o CLAUDE.md genérico do template, que não fala de dado de exemplo nem de teste em 390 px.
No fim você tem: Um projeto que nasce de decisões já tomadas, sem peso morto, e com instruções que o agente lê antes de cada edição.
Sócio de um escritório de contabilidade em Campinas, que quer o site novo em uma semana
Serviços profissionais, captação por WhatsApp
Dor
Ele começou do zero com um agente e, depois de três dias, tinha uma página de SaaS em inglês com faixa de logos e plano de assinatura mensal.
Solução
Escolheu um template de contabilidade da família premium, pediu o diagnóstico antes de editar e descobriu que todo o conteúdo morava num objeto só. Removeu as dependências sem uso, converteu as fotos para WebP e reescreveu o CLAUDE.md com a regra de não publicar registro profissional de exemplo.
Resultado
A personalização virou edição de um único arquivo de conteúdo, e o projeto ficou mais leve do que o template original.
Cenário construído para fins didáticos. Números não correspondem a cliente específico.
Guia prático: o briefing que vira configuração do agente e teste automático
O briefing deste capítulo diz assunto, público, tarefa e critério de aceite. Entre maio e setembro de 2026, três peças passaram a carregar esse texto para dentro da máquina: skills que ensinam o agente a escolher recurso do navegador pelo público, servidores MCP (o protocolo que deixa o agente abrir e inspecionar um programa) para Chrome e Safari, e uma auditoria do Lighthouse que lista os recursos da página. Você sai daqui com uma linha de compatibilidade no briefing e cada critério medível transformado em teste.
Funções, casos de uso e aplicações
Funções
O que leva o briefing da conversa para a ferramenta
| Função ou recurso | O que faz | Quando usar | Desde |
|---|---|---|---|
| Modern Web Guidance (skills do Chrome para agentes) | Ensina ao agente práticas atuais de HTML, CSS, acessibilidade e segurança, e escolhe recurso e reserva pelo alvo Baseline que você declarar | No primeiro pedido de tela, junto com a linha de compatibilidade do briefing; está em prévia | 19/05/2026 |
| Baseline Checker com Google Analytics | Cruza o recurso com as visitas reais do site e mostra a fatia do público que já o tem | Antes de escrever o alvo de compatibilidade, para decidir pela fatia real do seu público | 19/05/2026 |
| Safari MCP (safaridriver --mcp) | Abre a página no Safari para o agente ler DOM, console, rede, acessibilidade e tirar print | Público com muito iPhone; exige Safari 27 ou Technology Preview, num Mac | 01/07/2026 |
| Auditoria Baseline Features do Lighthouse | Lista os recursos de plataforma que a página usa, inclusive de scripts de terceiros, com o selo Widely, Newly ou Limited | Como critério de aceite: nenhum recurso Limited sem reserva escrita | 27/07/2026 |
| Chrome DevTools MCP, edição de outubro | Plugins de agente, inspeção sem executar JavaScript, ferramentas de PWA e pilha de chamadas nas mensagens do console | Aceite de console limpo e de app instalável conferido pelo próprio agente | 22/09/2026 |
Baseline é o selo público que diz se um recurso já roda nos navegadores principais: Widely (há 30 meses), Newly (acabou de chegar a todos) ou Limited (falta em algum).
Casos de uso
Gerente de marketing de uma escola de idiomas em Belo Horizonte
Educação
Dor
A landing da matrícula de janeiro chegou com um seletor de turma bonito no computador do fornecedor e quebrado nos iPhones dos pais, que são a maioria das visitas.
Solução
Abriu o Baseline Checker com o Google Analytics da escola, escreveu no briefing "alvo Baseline Widely; recurso Newly só com reserva" e pediu ao agente que conferisse a página no Safari pelo Safari MCP antes de devolver.
Resultado
O que observar: na auditoria Baseline Features do Lighthouse, nenhum recurso Limited sem reserva; no GA4, a taxa de envio do formulário em iPhone contra Android nas duas semanas após a publicação.
Custo apurado: Sem custo de ferramenta; o Safari MCP pede um Mac com Safari 27.
Cenário construído para fins didáticos. Números não correspondem a cliente específico.
Dona de uma agência de tráfego pago em Florianópolis que entrega seis landings por mês
Marketing digital
Dor
Cada cliente recebia uma página com um defeito diferente no celular, e a revisão manual em três larguras tomava uma tarde por entrega.
Solução
Passou a escrever o critério de aceite como frases medíveis e pediu ao agente um teste do Playwright para cada uma, rodado antes de toda entrega: sem rolagem lateral em 390, 768 e 1440 px, botão principal visível sem rolar.
Resultado
O que observar: quantas entregas voltam do cliente com defeito de celular no mês seguinte, comparado ao mês anterior.
Cenário construído para fins didáticos. Números não correspondem a cliente específico.
Na prática
Neste portal, o critério de aceite do painel /admin tinha uma frase que qualquer pessoa confere olhando: nenhuma rolagem horizontal em 390, 768 e 1440 px. Ela virou o arquivo e2e/admin-sem-rolagem-horizontal.spec.ts, que abre oito rotas em cada largura e compara a largura do conteúdo com a da janela. O teste corta as chamadas externas e liga o movimento reduzido, para que a medida dependa só do layout. O mesmo caminho serve para qualquer frase do briefing que se responde com sim ou não.
const LARGURAS = [390, 768, 1440];
for (const largura of LARGURAS) {
test(`sem rolagem horizontal a ${largura} px nas oito rotas`, async ({ page }, info) => {
await preparar(page, info.project.use.baseURL);
await page.setViewportSize({ width: largura, height: 900 });
const estouros: string[] = [];
for (const rota of ROTAS) {
await page.goto(rota);
const medida = await page.evaluate(() => {
const raiz = document.documentElement;
return [raiz.scrollWidth, raiz.clientWidth];
});
// conteúdo mais largo que a janela = rolagem lateral
if (medida[0] > medida[1]) estouros.push(`${rota}: documento ${medida[0]} > ${medida[1]}`);
}
expect(estouros).toEqual([]);
});
}Do briefing ao teste que reprova a entrega
Passo 1: Leia o público antes de escolher o alvo
Abra o Baseline Checker ligado ao Google Analytics do site, ou a fatia de navegadores no GA4, e veja quanto das visitas vem de Safari e de aparelho antigo.
Deu certo quando: Você escreve o alvo Baseline com o número do público ao lado.
Erro comum: Copiar "funciona em todos os navegadores", frase que o agente não consegue testar.
Passo 2: Reescreva cada critério como pergunta de sim ou não
Troque "bom no celular" por "sem rolagem lateral em 390 px" e "rápido" por um número de LCP.
Deu certo quando: Cada linha do aceite pode ser conferida por uma máquina.
Erro comum: Deixar adjetivo no aceite e receber a opinião do agente como resposta.
Passo 3: Dê ao agente as ferramentas de conferência
Instale o servidor MCP do navegador que o público usa (Chrome DevTools ou Safari) e as skills do Modern Web Guidance, e diga no pedido que ele deve usá-los antes de devolver.
Deu certo quando: A resposta do agente traz o que ele abriu, o que viu e o que corrigiu.
Erro comum: Instalar o MCP e não pedir a conferência: ele fica parado.
Passo 4: Guarde os testes no repositório
Os testes do aceite ficam em e2e/ e rodam antes de toda entrega, da primeira à última.
Deu certo quando: A segunda versão da página passa pelos mesmos testes da primeira.
Erro comum: Apagar o teste quando ele reprova, em vez de corrigir a página.
No fim você tem: Um briefing que o agente executa e uma entrega que só chega a você depois de passar no próprio aceite.
Armadilhas
Critério que a máquina confere contra critério que ninguém mede
Evite
Coluna a evitar
- "Compatível com todos os navegadores", sem dizer qual alvo
- Aceitar a página porque o agente disse que testou, sem ver o relatório
- Tratar o Modern Web Guidance como auditoria de acessibilidade: é prévia e não cobre todo padrão
- Rodar a conferência só no Chrome quando metade das visitas vem do iPhone
Prefira
Coluna recomendada
- Alvo Baseline escrito, com a fatia real do público ao lado
- Pedir a lista da auditoria Baseline Features e o resultado dos testes na resposta
- Teclado, leitor de tela e contraste conferidos por você, mesmo com skill instalada
- Conferência no navegador que o público usa, pelo MCP correspondente
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Conexões deste capítulo
Veja o que estudar antes e para onde seguir depois, explore os conceitos e compare abordagens em outros cursos. Sugestões marcadas como “sugerido pelo grafo” vêm dos assuntos em comum, não do índice do curso.
Estude antes
- CursoClaude Code CLI: Programação com IA
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- Frontend vs Backendsugerido pelo grafoApresenta o conceito “Frontend”, usado em “Projetar o briefing, o repertório da marca e o custo de manter”.
- CursoVídeo com IA: Claude Code, Codex e ElevenLabssugerido pelo grafo20 capítulos de “Frontends com Vibecoding” usam conceitos apresentados em “Vídeo com IA: Claude Code, Codex e ElevenLabs”.
Depois, siga para
- CursoPrompt Engineering para Executivossugerido pelo grafo7 capítulos de “Prompt Engineering para Executivos” usam conceitos apresentados em “Frontends com Vibecoding”.
- CursoLLM FinOps: o custo da IA para quem assina o orçamentosugerido pelo grafo3 capítulos de “LLM FinOps: o custo da IA para quem assina o orçamento” usam conceitos apresentados em “Frontends com Vibecoding”.
Conceitos deste capítulo
O mesmo assunto em outros cursos
- Segundo cérebro com IAPor que dar mais contexto pode deixar o agente piorExaminar conexões de Por que dar mais contexto pode deixar o agente pior
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Leve uma ideia para a prática
Escolha uma atividade no painel e volte a este curso quando quiser.
Atividades e evolução ficam reunidas no painel da sua conta.
Laboratórios ao vivo deste curso
Cada laboratório monta a biblioteca real dentro da aula, com controles para você mexer e o código do exemplo para copiar. O texto de reserva descreve a demonstração para quem lê sem JavaScript. O link abre o capítulo já no ponto do laboratório.
Base UI
Prenda o foco num diálogo sem escrever o comportamento
Abra a janela Agendar visita, percorra os campos com Tab, feche com Esc e acompanhe no painel onde o foco está e para onde ele volta.
Pacote
Abrir no capítuloConstruir componentes, usar o registro e publicar o catálogo@base-ui/reactLucide e Iconify
Mantenha uma família de ícones coerente e nomeie cada botão
Mude tamanho, traço e cor da barra, veja o símbolo do Iconify acompanhar o Lucide e rode a auditoria de nomes acessíveis.
Pacote
Abrir no capítuloProjetar uma linguagem de ícones e ilustraçãolucide-react, @iconify/reactMotion
Testar os três sinais que autorizam o terceiro degrau
Reproduza a entrada em sequência, aperte o botão com mola e arraste o cartão; ajuste rigidez e amortecimento e veja o que muda.
Pacote
Abrir no capítuloProjetar movimento, assinatura e narrativas por rolagemmotionVidstack
Ver o que separa um player de um vídeo cru
Dê o play, troque a velocidade e ligue a legenda; o painel ao lado mostra o estado que o player publica e que a etiqueta crua esconde.
Pacote
Abrir no capítuloProjetar movimento, assinatura e narrativas por rolagem@vidstack/reactcmdk
Achar um destino entre quarenta digitando três letras
Abra a paleta, digite fat e escolha um item só pelo teclado; o painel embaixo conta o que o filtro deixou passar e quanto tempo levou.
Pacote
Abrir no capítuloConstruir formulários e estados de interaçãocmdknumber-flow
Animar indicadores que mudam ao vivo com formato pt-BR
Veja três indicadores fictícios rolarem a cada troca e compare com o número em texto puro. Pause, reinicie e observe o separador de milhar.
Pacote
Abrir no capítuloProjetar gráficos e painéis pela decisão@number-flow/reactApache ECharts
Medir o custo de desenhar 200 mil pontos com o ECharts
Troque o tipo de gráfico e o volume de pontos, leia o tempo de desenho e alterne o eixo em zero. Mude o tema do site e veja as cores refazerem.
Pacote
Abrir no capítuloProjetar gráficos e painéis pela decisãoechartssharp e svgo
Escolher a variante certa da imagem e conferir o teto de 150 KB
Arraste a largura da tela simulada, troque a densidade entre 1x e 2x e veja qual arquivo o navegador escolhe, quanto ele pesa e se cabe no orçamento.
Pacote
Abrir no capítuloValidar desempenho, autenticação e segurançasharp, svgoReact Flow (xyflow)
Disparar um pedido e ver o orquestrador distribuir, conferir e responder
Alterne paralelo e sequencial, ligue e desligue a verificação e use a medição real; observe o tempo de parede em cada combinação.
Pacote
Abrir no capítuloConstruir as cenas do orquestrador, do paralelismo e do robô@xyflow/reactGSAP, Web Workers e number-flow
Dividir mil tarefas entre trabalhadores reais e correr três ritmos de geração
Execute com um trabalhador, depois com quatro e oito, e compare o tempo; em seguida percorra a corrida e separe a espera inicial do ritmo.
Pacote
Abrir no capítuloConstruir as cenas do orquestrador, do paralelismo e do robôgsap, @number-flow/reactThree.js com React Three Fiber, drei, Rapier e XR
Carregar o braço robótico, ver a física trabalhar e entrar na cena com o visor
Carregue a cena pelo botão, inicie o ciclo, mostre os ângulos das juntas, troque a câmera e a velocidade; com visor, entre em realidade virtual.
Pacote
Abrir no capítuloConstruir as cenas do orquestrador, do paralelismo e do robôthree, @react-three/fiber, @react-three/drei, @react-three/rapier, @react-three/xrMotion
Ver quatro agentes em raias trocando mensagens e a revisão devolvendo um trecho
Reproduza os 60 s de modelo, percorra o tempo pelo controle e esconda as mensagens para comparar a leitura; repare no tempo de parede contra a soma.
Pacote
Abrir no capítuloEspecificar, medir e produzir as cenas da máquinamotionMediaRecorder, Canvas 2D e Long Animation Frames (plataforma)
Medir o quadro da cena e gravar seis segundos dela em vídeo
Suba as partículas, force um bloqueio de 300 ms e leia o medidor; depois grave seis segundos, veja o codec escolhido e baixe o arquivo.
Pacote
Abrir no capítuloEspecificar, medir e produzir as cenas da máquinasem pacotesigma.js, graphology com ForceAtlas2 e cosmos.gl
Ver o grafo real do curso e um grafo de milhares de nós se organizarem em aglomerados
Rode o layout no grafo real, passe o mouse pelos nós e busque uma entidade; troque para 20 mil nós e leia o medidor; depois carregue o modo massivo na placa de vídeo.
Pacote
Abrir no capítuloAnimar um grafo de conhecimento amplo em movimentosigma, graphology, graphology-layout-forceatlas2, graphology-generators, @cosmos.gl/graph
Capítulos vizinhos em Frontends com Vibecoding
- 01Projetar o briefing, o repertório da marca e o custo de manter
- 02Dirigir o prompt e avaliar a entrega do agente
- 03Escolher a stack e projetar suas dependências
- 04Investigar uma stack e priorizar atualizações
- 05Construir a identidade com tokens, CSS moderno e DESIGN.md