LinkedIn Ads 2027 · Capítulo 23 de 41 · 7 min
Planejar vídeo, BrandLink e CTV sabendo onde cada um está disponível
Roteiro de vídeo B2B, indicadores que importam e a resposta honesta sobre BrandLink e CTV para quem anuncia para o Brasil em 2026.
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Com as peças estáticas prontas, o vídeo entra para explicar o que a imagem não explica: como a apuração funciona, quem está por trás e o que muda no fechamento. É também o formato em que o LinkedIn concentrou as ofertas novas de 2026, e em que a distância entre o anunciado e o disponível no Brasil é maior.
Planejar vídeo sem conferir disponibilidade custa semanas. A agência apresenta BrandLink e CTV no plano, a verba fica reservada, e a conta descobre na montagem que um exige atendimento pelo time de vendas do LinkedIn e o outro segmenta só Estados Unidos e Canadá.
Ao terminar, você escreve um roteiro de vídeo B2B em três partes, sabe quais indicadores de consumo ligam o vídeo à venda e separa os formatos premium que cabem na sua conta daqueles que ainda não chegaram.

Se a figura ultrapassar a área visível, deslize para os lados. Pelo teclado, foque a figura e use as setas.
Vídeo B2B cumpre quatro papéis: explicar um problema, demonstrar a solução na tela, contar a história de um cliente e provar um resultado. Cada papel conversa com uma etapa. A explicação abre conta que não conhece a marca; a demonstração serve ao usuário que avalia; o caso e a prova chegam ao diretor que precisa justificar a compra.
- Etapa 1 de 4: Explicar o problema
Abre conta que não conhece a marca
- Etapa 2 de 4: Demonstrar a solução
Serve ao usuário que avalia
- Etapa 3 de 4: Contar o caso
Chega ao diretor que justifica a compra
- Etapa 4 de 4: Provar o resultado
Também serve ao diretor que decide
Roteiro de vídeo tem três partes. A abertura nomeia a dor nos primeiros segundos, com a pessoa ou o número na tela. O desenvolvimento mostra uma ideia só, com imagem que acompanha a fala. O próximo passo diz o que fazer e onde, falado e escrito, porque parte do público assiste sem som.
Produção pede menos orçamento do que parece e mais cuidado com quatro pontos. Áudio limpo pesa mais que câmera cara. Enquadramento vertical ou quadrado ocupa mais tela no celular. Legenda em arquivo SRT deixa o vídeo compreensível sem som. Identidade visual constante faz o leitor reconhecer a marca antes do logotipo aparecer.
Especificações de vídeo publicadas pelo LinkedIn
| Item | Regra publicada |
|---|---|
| Duração | De 3 segundos a 30 minutos; recomendação de 15 a 30 segundos |
| Arquivo | De 75 KB a 500 MB; MP4, H.264 ou VP8; menos de 30 quadros por segundo |
| Proporção | 16:9, 1:1, 4:5 (recomendada) ou 9:16; tolerância de 5% |
| Legenda | Arquivo SRT enviado com o vídeo |
| In-stream | Até 90 segundos |
Fonte: LinkedIn Help, Video ads specifications, consultado em setembro de 2026
Indicadores de vídeo contam três histórias. Consumo diz quantas pessoas começaram a assistir e por quanto tempo. Conclusão diz quantas chegaram ao fim, o termômetro do roteiro. Ações posteriores dizem o que aconteceu depois: visita ao site, lead, entrada da conta no Companies Hub. Só a terceira liga o vídeo à receita.
Quem assistiu ao vídeo vira público. O LinkedIn aceita espectadores de vídeo como fonte de remarketing em Matched Audiences, o que transforma o vídeo de topo no começo de uma sequência. Quem viu metade da demonstração recebe o convite para o diagnóstico; quem viu só o início recebe outro corte da explicação.
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BrandLink: o pré-roll de 3 a 30 segundos exibido antes de vídeos de veículos parceiros dentro do LinkedIn. Em 18 de março de 2026, o LinkedIn somou novos publishers aos mais de 40 veículos, e a cobertura de 20 de março registrou que o formato continua em beta para clientes gerenciados. O self-service existe só para contas atendidas pelo time de vendas, com 1 vídeo de publisher por mês.
Segundo o LinkedIn, em março de 2026, membros expostos ao BrandLink tiveram até 18 por cento mais chance de virar lead, número sem metodologia publicada. O formato chegou à Austrália em março e à França em setembro de 2026. Não há lançamento no Brasil registrado até 23 de setembro de 2026; quem tem atendimento do LinkedIn deve perguntar ao gerente de conta.
Connected TV, ou CTV: o anúncio exibido na televisão conectada, dentro de aplicativos de streaming. No LinkedIn, aceita só o objetivo de reconhecimento, com lance Maximum delivery, Audience Network ligado e segmentação apenas de Estados Unidos e Canadá, em inglês. Para quem anuncia para o público brasileiro, o formato está fora de alcance hoje.
CTV também mostra as três formas de compra. No leilão do Campaign Manager, cada impressão é disputada. Na reserva, o anunciante compra espaço garantido, como o Reserved Ads, primeiro anúncio do feed, lançado em 8 de dezembro de 2025 só para contas gerenciadas. Na programática, a compra passa por uma DSP; em 18 de março de 2026, o LinkedIn abriu a compra de CTV pela The Trade Desk para clientes dos Estados Unidos.
Formatos premium de vídeo e reserva, com status em setembro de 2026
- 8 de dezembro de 2025Concluído
Reserved Ads
Primeiro espaço do feed por reserva; só contas gerenciadas
- 18 de março de 2026Concluído
BrandLink ampliado e CTV pela The Trade Desk
Novos publishers; CTV programático para clientes dos Estados Unidos
- 20 de março de 2026Concluído
BrandLink segue em beta
Para clientes gerenciados no mundo; self-service só com time de vendas
- 10 de junho de 2026Concluído
Equipe BrandWorks
Reuters: o LinkedIn cria equipe para vender BrandLink a grandes anunciantes
- 14 de setembro de 2026Agora
BrandLink na França
Sem lançamento no Brasil encontrado até 23 de setembro
Disponibilidade se confere em quatro perguntas antes de qualquer plano: o formato segmenta o mercado da sua conta, a conta precisa ser gerenciada pelo LinkedIn, há contrato mínimo ou compra por DSP, e a mensuração alcança o formato. A última costuma ser esquecida: o Conversion Lift do LinkedIn ainda não mede CTV.
Quatro perguntas antes de pôr um formato premium no plano
Disponibilidade
0/4Armadilha comum: medir vídeo B2B pelo custo por visualização. O lance por visualização entrega o vídeo a quem assiste por hábito, e o relatório comemora um custo baixo enquanto nenhuma conta da camada 1 aparece entre os espectadores. O processo de leitura precisa cruzar o público que assistiu com a lista de contas antes de chamar o vídeo de sucesso.
Na Vértice Fiscal, cenário composto do curso, o vídeo entrou no mês 4 com R$ 6.000 dos R$ 45.000 mensais. Foram três peças: uma explicação de 25 segundos sobre a dupla apuração, uma demonstração de 70 segundos da conferência contra o ERP e um corte de 20 segundos da diretora tributária respondendo à pergunta mais ouvida pelos vendedores.
Vértice: vídeo nos meses 4 e 5
31%
das visualizações da explicação de 25 s chegaram ao fim
A demonstração de 70 s ficou em 12%
5.200
membros viram ao menos metade de algum vídeo
Viraram público de remarketing para o webinar
37
contas da camada 1 entre os espectadores
De 120; cruzamento com a lista de contas
R$ 0
em BrandLink e CTV
Sem atendimento gerenciado; CTV só nos Estados Unidos e no Canadá
Fonte: Vértice Fiscal, cenário composto deste curso
Para a Vértice, o vídeo virou a porta do webinar do mês 5: o público de quem viu metade de algum vídeo recebeu o convite primeiro. A verba que um plano de agência teria reservado para formatos premium ficou no leilão, onde a conta consegue comprar e medir.
Se a figura ultrapassar a área visível, deslize para os lados. Pelo teclado, foque a figura e use as setas.
Calcule, no seu relatório de vídeo dos últimos 60 dias, quantas contas da sua lista prioritária aparecem entre quem assistiu à metade. Se forem menos de 20 por cento, o capítulo "Criar Document Ads e usar as ferramentas de IA com revisão humana" mostra o formato que o decisor guarda para ler com calma.
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Todos os capítulos de LinkedIn Ads 2027
- 01Entender o ecossistema do LinkedIn antes de investir o primeiro real
- 02Entender como o LinkedIn entrega o anúncio e quando o canal compensa
- 03Definir o ICP, o comitê de compra e a mensagem de cada decisor
- 04Calcular o funil reverso e o orçamento que o negócio aguenta
- 05Organizar Página, Business Manager e acessos sem perder a propriedade
- 06Operar o Campaign Manager com a nova hierarquia de campanha e conjunto
- 07Anunciar dentro das políticas e tratar o dado profissional com cuidado
- 08Montar a oferta e a página que um comprador B2B conclui
- 09Desenhar o plano de mensuração que vai do lead à receita
- 10Instalar o Insight Tag e conferir cada conversão no navegador
- 11Enviar conversões pelo servidor com a Conversions API sem contar duas vezes
- 12Ligar o CRM ao Campaign Manager e auditar do formulário ao contrato
- 13Segmentar por cargo, empresa e competência sem estrangular o público
- 14Trocar os Lookalikes por listas, remarketing e públicos preditivos
- 15Planejar ABM com contas em camadas e o comitê inteiro coberto
- 16Priorizar contas no Companies Hub sem confundir sinal com intenção
- 17Escolher o objetivo certo e organizar campanhas por hipótese
- 18Usar a automação do fluxo Classic depois do fim do Accelerate
- 19Planejar orçamento e lance sem tratar a previsão como promessa
- 20Otimizar para lead qualificado e para valor, não para formulário
- 21Escrever o anúncio B2B que um decisor lê até o fim
- 22Produzir imagem, carrossel, Text Ads e Dynamic Ads para a mesma oferta
- 23Planejar vídeo, BrandLink e CTV sabendo onde cada um está disponível
- 24Criar Document Ads e usar as ferramentas de IA com revisão humana
- 25Promover a voz de executivos e especialistas com Thought Leader Ads
- 26Configurar Lead Gen Forms que qualificam o lead e marcam a reunião
- 27Usar Message Ads e Conversation Ads sem soar como spam
- 28Divulgar eventos e webinars e transformar presença em conversa comercial
- 29Equilibrar criação e captura de demanda num plano de funil completo
- 30Conduzir públicos conhecidos com remarketing em sequência
- 31Adaptar a estratégia a SaaS, serviços, indústria e setores regulados
- 32Alinhar marketing, SDRs e vendas em torno das mesmas definições
- 33Ler os relatórios do Campaign Manager e achar o gargalo antes de mexer
- 34Reconciliar a atribuição do LinkedIn com GA4 e CRM sem forçar igualdade
- 35Ler o Revenue Attribution Report sem confundir influência com causa
- 36Desenhar testes A/B, Brand Lift e Conversion Lift e ler o inconclusivo
- 37Escalar com critério e integrar LinkedIn, Google Ads e outros canais
- 38Montar dashboards, usar IA na análise e governar integrações por API
- 39Gerir contas de clientes com escopo, aprovação e relatório
- 40Diagnosticar os doze problemas que mais travam uma conta B2B
- 41Defender o plano completo e conduzir os primeiros 90 dias da conta