Google Analytics 2027 · Capítulo 4 de 35 · 11 min
Desenhar conta, propriedade e fluxo para o negócio que existe
Uma hierarquia que cabe no negócio, com moeda, fuso, papéis, retenção de 14 meses e uma página que documenta a propriedade.
Este capítulo faz parte do curso gratuito Google Analytics 2027.
Com o vocabulário fechado, falta decidir onde os eventos moram. A Verde Vivo tem um site em Next.js, uma loja na Shopify em domínio próprio, um aplicativo em duas plataformas e uma loja física, e a propriedade criada em 2023 foi desenhada por quem só conhecia o site.
Desenho errado custa em dois tempos. Na hora, porque uma propriedade por site separa a mesma pessoa em três relatórios e nenhum deles mostra a compra inteira. Mais tarde, porque hierarquia não se corrige com filtro: mudar de propriedade zera o histórico, e retenção deixada em dois meses apaga a exploração de que a diretoria precisa em março.
Ao terminar, a pessoa sabe desenhar organização, conta, propriedade e fluxo para o negócio que tem, configurar setor, moeda e fuso antes do primeiro evento, dar a cada pessoa o papel mínimo, escolher a retenção com a exploração em mente e deixar a propriedade documentada numa página. A Verde Vivo refez o desenho dela sem perder o histórico.
A hierarquia tem quatro níveis, e cada um responde a uma pergunta. Organização: qual empresa é dona de tudo (junta Analytics, Tag Manager e os outros produtos do Google Marketing Platform). Conta: quem administra e fatura. Propriedade: o conjunto de dados que se lê junto, com os próprios relatórios e a própria retenção. Fluxo: de onde o dado vem, um site ou um aplicativo.
- Etapa 1 de 4: Organização
Verde Vivo Comércio de Plantas: dona da conta do Analytics e do contêiner do GTM
- Etapa 2 de 4: Conta
Uma conta, administrada por Marina, com o limite de 2.000 propriedades longe de ser alcançado
- Etapa 3 de 4: Propriedade
Verde Vivo, produção (padrão, moeda BRL, fuso de São Paulo) e Verde Vivo, homologação
- Etapa 4 de 4: Fluxos
Web (site Next.js e loja Shopify no mesmo fluxo), Android e iOS do aplicativo do clube
Propriedade é a decisão que mais pesa, e a regra é uma: tudo o que se lê junto vai na mesma propriedade. Site e loja da Verde Vivo são o mesmo cliente comprando a mesma planta, então ficam no mesmo fluxo web, com a mensuração entre domínios do capítulo 10 juntando os dois. O aplicativo entra como fluxos separados da mesma propriedade, para que o assinante do clube seja a mesma pessoa no site e no app.
Negócios maiores pedem mais propriedades, e o critério continua o mesmo. Duas marcas com clientes diferentes pedem duas propriedades; dois países com moedas diferentes também, porque a propriedade tem uma moeda de relatório. Quem precisa ler tudo junto e separado ao mesmo tempo usa subpropriedades e propriedades de consolidação, recursos do Analytics 360 que o capítulo 33 detalha.
Como o desenho muda conforme o negócio
| Situação | Desenho recomendado | Por quê | O que exige |
|---|---|---|---|
| Um negócio, um site, uma loja em outro domínio | Uma propriedade, um fluxo web | A mesma pessoa compra nos dois domínios | Mensuração entre domínios configurada |
| Site mais aplicativo (Verde Vivo) | Uma propriedade, fluxo web e fluxos Android e iOS | Assinante do clube usa site e app | User-ID no login para juntar as plataformas |
| Duas marcas com públicos distintos | Uma propriedade por marca | Relatório de uma marca não deve diluir o da outra | Padrão de eventos comum às duas, para comparar |
| Países com moedas diferentes | Uma propriedade por país | A propriedade tem uma moeda de relatório | Consolidação em roll-up (só 360) ou no BigQuery |
| Grupo com muitas unidades | Propriedade fonte com subpropriedades | Cada unidade lê a sua parte; a matriz lê o todo | Analytics 360; até 400 subpropriedades por propriedade fonte |
Subpropriedades contam para o limite de 2.000 propriedades por conta; um roll-up aceita até 200 propriedades fonte.
Ambiente separa produção de teste, e o jeito mais seguro é uma segunda propriedade. A propriedade de homologação recebe a tag do site de homologação e todo experimento de GTM; a de produção só recebe o que passou por lá. Filtro de tráfego de desenvolvimento dentro da mesma propriedade resolve casos pequenos, mas mistura evento de teste com histórico real quando alguém esquece de marcar.
Três configurações são feitas antes do primeiro evento porque não se corrigem depois no histórico. Setor: a categoria do negócio, usada em comparações e em alguns recursos. Moeda de relatório: BRL para a Verde Vivo; receita enviada em outra moeda é convertida pela cotação do dia. Fuso horário: define onde termina o dia nos relatórios, e uma propriedade em fuso do Pacífico corta o dia da loja de Campinas às 4 da manhã.
Papéis dão a cada pessoa o mínimo que o trabalho pede. Administrator gerencia usuários e a propriedade inteira. Editor muda configuração e dados. Marketer mexe em públicos, eventos-chave e vínculos de anúncio. Analyst cria e compartilha explorações e painéis pessoais. Viewer só lê. Acesso de agência entra como Marketer ou Analyst, com data de revisão anotada, e sai no fim do contrato.
Os recursos novos de 2026 respeitam essa escala, e a tabela abaixo mostra quem vê o quê. O Task Assistant, lançado em 29 de abril de 2026, exige Administrator, Editor ou Marketer; Analyst e Viewer não o veem. Os dashboards nativos de 9 de setembro pedem Editor ou Administrator para criar e publicar, e qualquer usuário da propriedade vê os publicados. O filtro de hostname de 21 de setembro exige Editor.
Papéis da propriedade e o que cada um alcança em 2026
| Papel | Configuração da propriedade | Task Assistant | Dashboards nativos | Filtros de dados (hostname) |
|---|---|---|---|---|
| Administrator | Tudo, inclusive usuários | Vê | Cria, publica e vê | Cria e edita |
| Editor | Configuração e dados | Vê | Cria, publica e vê | Cria e edita |
| Marketer | Públicos, eventos-chave, vínculos de anúncio | Vê | Só vê os publicados | Não |
| Analyst | Explorações e painéis pessoais | Não vê | Só vê os publicados | Não |
| Viewer | Somente leitura | Não vê | Só vê os publicados | Não |
Fonte: Google Analytics Help, About Google Analytics dashboard (setembro de 2026); Search Engine Land, Google Analytics introduces Task Assistant (abril de 2026)
Task Assistant merece uma explicação própria, porque ele muda a rotina de quem administra. É um painel na navegação esquerda com recomendações de configuração em seis categorias: começar, conectar contas, melhorar relatórios, otimizar publicidade, adicionar dados próprios e corrigir problemas de dados. Ele aponta o que falta; a decisão de fazer ou não continua com a equipe, porque parte das recomendações liga recursos de anúncio que a empresa pode não querer.
Retenção decide por quantos meses os dados de usuário e de evento continuam disponíveis para exploração. A propriedade padrão oferece 2 ou 14 meses, e vem em 2. O Analytics 360 oferece, para eventos, 2, 14, 26, 38 ou 50 meses, e para usuários 2 ou 14. A escolha afeta explorações e funis, e não os relatórios agregados, que continuam mostrando o histórico inteiro.
Retenção de dados: o que cada tipo de propriedade permite
| Dado | Propriedade padrão | Analytics 360 | Observação |
|---|---|---|---|
| Eventos | 2 ou 14 meses | 2, 14, 26, 38 ou 50 meses | Vale para explorações e funis; relatórios agregados não são afetados |
| Usuários | 2 ou 14 meses | 2 ou 14 meses | Propriedades Large e XL do 360 ficam limitadas a 2 meses |
| Dados de Google signals | Até 26 meses | Até 26 meses | Teto próprio, independente da retenção escolhida |
| Idade, gênero e interesses | Sempre 2 meses | Sempre 2 meses | Não muda com a configuração |
Fonte: Google Analytics Help, Data retention
Compartilhamento é a outra decisão de governança dessa tela: o que a propriedade autoriza o Google a usar em produtos, atendimento técnico e benchmarking. Desde 15 de junho de 2026, a coleta de cookies e identificadores do Google Ads pela tag do Analytics deixou de depender do Google signals e passou a depender só do ad_storage do Consent Mode, o que o capítulo 9 explica. O que fica aqui é a conduta: ler cada opção antes de ligar e anotar quem decidiu.
Documentação da propriedade é uma página, e não um sistema. Ela traz o ID da propriedade e de cada fluxo, moeda, fuso, retenção e a lista de usuários com papel e data de revisão. Traz também os vínculos ativos (Google Ads, Search Console, BigQuery, Perfil da Empresa), os eventos-chave com a linha do plano de mensuração de cada um e um histórico de mudanças com data, autor e motivo. Sem essa página, a propriedade só existe na cabeça de quem a criou.
Armadilha comum: criar uma propriedade por site "para não misturar". O site institucional, a loja e o aplicativo viram três propriedades, a pessoa que pesquisou no site e comprou na loja aparece como duas, e a taxa de conversão de cada propriedade fica errada em direções opostas. Quando alguém percebe, o histórico está partido em três e não há como juntar.
Na Verde Vivo, o inventário achou a propriedade de 2023 com retenção em 2 meses, fuso do Pacífico herdado da conta de quem a criou, 9 usuários (4 com papel de Administrator, 2 de uma agência que saiu em 2025) e nenhum ambiente de homologação. A loja Shopify enviava dados para uma segunda propriedade, criada pelo plugin, e o aplicativo do clube estava em um projeto Firebase sem vínculo.
Marina manteve a propriedade de 2023 para não perder o histórico e corrigiu o resto por cima. Retenção foi para 14 meses no mesmo dia; fuso e moeda foram ajustados, com uma nota no histórico avisando que os relatórios diários anteriores à data cortavam o dia em outro horário. A propriedade da Shopify foi desativada e a loja passou a enviar para o fluxo web da propriedade principal, e os dois fluxos do aplicativo foram vinculados à mesma propriedade.
A lista de usuários caiu de 9 para 5: Marina como Administrator, Caio como Editor, o gestor de mídia como Marketer, o dono e o comercial como Viewer. Uma propriedade de homologação recebeu a tag do site de teste. A página de documentação nasceu com 22 linhas, e a primeira exploração de coorte do clube, que antes só alcançava 2 meses, passou a mostrar 14 assim que o período foi acumulado.
O que mudou foi o dado deixar de morar em três lugares. Uma propriedade, quatro fluxos, cinco pessoas nomeadas e uma página que qualquer um lê. Nada disso melhorou um número ainda; o que melhorou é que, a partir daqui, o número que sair vai ter uma origem só.
Abra a administração da sua propriedade e anote em uma página: ID da propriedade, ID de cada fluxo, moeda, fuso, retenção e a lista de usuários com papel. Se a retenção estiver em 2 meses e a empresa faz alguma análise que olha mais de dois meses para trás, mude para 14 antes de fechar a aba. O próximo capítulo instala a Google tag, e ela precisa saber para qual desses fluxos vai enviar.
O redesenho da Verde Vivo resolveu a hierarquia, mas a propriedade ainda precisava de uma tarde de Administrador: dizer ao Analytics quem é tráfego da própria empresa, quais domínios são a mesma loja, qual gateway de pagamento não é origem de visita e para onde os dados seguem depois. O guia abaixo é a sequência que Marina seguiu, na ordem em que cada ajuste protege o seguinte.
Guia prático: a primeira tarde de Administrador numa propriedade
Todos os caminhos partem da engrenagem Administrador, no canto inferior esquerdo. Os nomes seguem a interface em português do Brasil; entre parênteses, o nome em inglês para quem usa o GA4 nesse idioma.
Passo 1: Conferir fuso horário e moeda
Administrador > Configurações da propriedade > Propriedade > Detalhes da propriedade (Property details). Para a Verde Vivo: fuso de São Paulo e moeda Real brasileiro (BRL).
Deu certo quando: Detalhes da propriedade mostram o fuso de São Paulo e BRL, e a data da mudança está anotada na página de documentação.
Erro comum: Mudar o fuso só afeta dados posteriores e pode gerar um dia com pico ou vazio. O Google recomenda alterar o fuso no máximo uma vez por dia.
Passo 2: Levar a retenção para 14 meses
Administrador > Coleta e modificação de dados > Retenção de dados (Data retention). Escolha 14 meses em Retenção de dados de eventos e salve.
Deu certo quando: A tela mostra 14 meses salvos; explorações passam a alcançar períodos mais longos conforme o histórico acumula.
Erro comum: Reduzir a retenção apaga os dados que ficaram fora do novo prazo. Quem baixa para 2 meses por engano tem uma janela curta para voltar atrás.
Passo 3: Decidir sobre os sinais do Google
Administrador > Coleta e modificação de dados > Coleta de dados (Data collection). A opção aparece como coleta de dados dos indicadores do Google (Google signals), com ajuste por região na engrenagem.
Deu certo quando: A decisão, ligada ou desligada, está registrada com nome de quem aprovou e com a relação com o consentimento do capítulo 9.
Erro comum: Ligar sem conversar com quem cuida de privacidade. Os dados de usuários conectados têm prazo próprio de até 26 meses, independente da retenção escolhida.
Passo 4: Escolher a identidade para relatórios
Administrador > Exibição de dados > Identidade do relatório (Reporting identity). As opções são Combinada, Observada e Com base no dispositivo.
Deu certo quando: A opção escolhida está anotada, junto do motivo. A Verde Vivo usa User-ID no login do clube, então Combinada ou Observada aproveitam essa identidade.
Erro comum: Achar que a troca mexe nos dados. Ela não altera coleta nem processamento, e pode ser revertida a qualquer momento. Serve inclusive para testar se um limite de dados em relatório vem da identidade escolhida.
Passo 5: Definir o tráfego interno pelo IP
Administrador > Coleta e modificação de dados > Fluxos de dados > fluxo web > Definir as configurações da tag > Mostrar mais > Definir o tráfego interno. Crie uma regra por local (escritório de Campinas, loja física) com traffic_type igual a internal e o IP ou intervalo CIDR.
Deu certo quando: Cada local tem uma regra com nome claro, e o IP de cada um foi conferido com quem administra a rede.
Erro comum: Cadastrar o IP da operadora doméstica de alguém da equipe. IP residencial muda, e a regra passa a marcar outra pessoa ou ninguém.
Passo 6: Criar os filtros de dados em modo de teste
Administrador > Coleta e modificação de dados > Filtros de dados (Data filters) > Criar filtro. Crie um de Tráfego interno e um de Tráfego do desenvolvedor, os dois com a ação Excluir e o estado Testes.
Deu certo quando: Numa exploração, a dimensão Nome do filtro de dados de teste (Test data filter name) aparece preenchida só nos eventos do escritório e das sessões de depuração.
Erro comum: Pular direto para Ativo. Filtro ativo é permanente: o dado excluído nunca é processado e não volta.
Passo 7: Ativar os filtros depois de uma semana de teste
Volte a Filtros de dados, abra cada filtro e mude o estado para Ativo. A aplicação leva entre 24 e 36 horas.
Deu certo quando: Dois dias depois, os eventos marcados como internos somem dos relatórios e o DebugView continua mostrando as sessões de depuração.
Erro comum: Esquecer que o filtro de tráfego interno também tira a equipe do DebugView. Para depurar de dentro do escritório, use o modo de depuração, que cai no filtro de desenvolvedor.
Passo 8: Listar as indicações indesejadas
Fluxos de dados > fluxo web > Definir as configurações da tag > Listar indicações indesejadas (List unwanted referrals). Inclua o domínio do gateway de pagamento e do provedor de autenticação por onde o cliente passa e volta.
Deu certo quando: Na semana seguinte, o domínio do gateway deixa de aparecer como origem de sessões com compra no relatório de aquisição de tráfego.
Erro comum: Colocar ali o domínio da própria loja Shopify. Domínio próprio que carrega a mesma tag vai em Configurar domínios, não em indicações indesejadas.
Passo 9: Configurar os domínios cruzados
Fluxos de dados > fluxo web > Definir as configurações da tag > Configurar domínios (Configure your domains). Inclua o domínio do site e o da loja, que usam o mesmo ID de medição do mesmo fluxo web.
Deu certo quando: Ao clicar do site para a loja, a URL de destino chega com o parâmetro _gl, e o Tag Assistant mostra o mesmo ID de cliente nos dois domínios.
Erro comum: Esperar que funcione em link que navega por JavaScript sem ser um link comum. Nesses casos o parâmetro _gl não é anexado e a sessão se parte.
Passo 10: Vincular Google Ads, Search Console e BigQuery
Administrador > Vinculações de produtos (Product links) > Vinculações do Google Ads, Vinculações do Search Console e Vinculações do BigQuery. Cada vínculo pede o papel de Editor na propriedade e acesso correspondente no outro produto.
Deu certo quando: Os três aparecem na lista de vínculos, e a página de documentação registra quem criou cada um e em que data.
Erro comum: Deixar o BigQuery para depois. A exportação não é retroativa: o conjunto de dados só recebe eventos a partir do dia do vínculo.
No fim você tem: Uma propriedade com fuso e moeda certos, retenção de 14 meses, tráfego próprio fora dos relatórios, uma sessão por visita entre site e loja, e os três vínculos que os capítulos de mídia, busca e dados brutos vão usar.

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Limites e prazos que pesam na configuração inicial
| Configuração | Limite ou prazo | O que isso significa na prática |
|---|---|---|
| Filtros de dados | Até 10 por propriedade | Tráfego interno, desenvolvedor e hostname dividem esse espaço |
| Aplicação de um filtro ativo | Entre 24 e 36 horas | Não confira o efeito no mesmo dia; confira no terceiro |
| Nome do filtro | Até 40 caracteres | Use nomes que digam o que excluem, como interno_escritorio_campinas |
| Indicações indesejadas | Até 50 por fluxo de dados | Liste gateways e autenticadores, não todo domínio que manda visita |
| Domínios cruzados | Até 100 condições | Cabe qualquer desenho real; o problema costuma ser o link, não o limite |
| Exportação diária para o BigQuery | 1 milhão de eventos por dia na propriedade padrão | A exportação contínua (streaming) não tem esse limite |
| Início da exportação para o BigQuery | Em geral até 24 horas depois do vínculo | Sem dados anteriores ao vínculo |
| Search Console | Um fluxo web por propriedade do Search Console | Dados novos chegam em até 48 horas; o relatório só aparece depois de publicar a coleção na Biblioteca |
Fonte: Google Analytics Help: Filter out internal traffic, Identify unwanted referrals, Set up cross-domain measurement, Set up BigQuery Export, Search Console integration (2026)
O que especialistas repetem sobre a configuração inicial
Tudo o que é permanente passa primeiro por um estado reversível.
- Julius Fedorovicius, da Analytics Mania, recomenda deixar o filtro de tráfego interno em Testes e ler a dimensão Nome do filtro de dados de teste antes de ativar, porque nessa fase o GA4 só marca o evento, sem excluir.
- No mesmo guia, ele aponta o efeito colateral: com o filtro interno ativo, quem está no escritório some também do DebugView. A saída que ele propõe é uma tabela de consulta no GTM que troca o traffic_type quando o modo de visualização está ligado.
- Filtro de tráfego do desenvolvedor pega só quem está em modo de depuração. Funcionário navegando normalmente continua nos relatórios; por isso os dois filtros andam juntos.
- Gateway de pagamento que devolve o cliente para a página de obrigado vira origem da venda se não estiver em indicações indesejadas. A campanha que trouxe a pessoa perde o crédito sem aviso.
- Vínculo com o BigQuery no primeiro dia pode começar no sandbox, sem custo e com os limites dele, e evita a frase mais ouvida em projeto de dados: o histórico bruto começa só no mês em que alguém lembrou.
O teste: Os filtros passaram uma semana em Testes e a dimensão de teste mostra só o tráfego esperado?
alexandrecaramaschi.com/educacao/frontends-com-vibecoding
Configuração inicial da propriedade, conferida
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