O per-seat está morto. O outcome está vivo.
Por que uma empresa vai pagar dez licenças de Salesforce se um agente de IA bem treinado faz o trabalho de dez SDRs? A resposta é: não vai. E isso está acontecendo agora.
O modelo SaaS clássico — cobrar por cabeça, por assento, por funcionalidade — está em colapso. O valor migrou da construção do código para a orquestração e o contexto.
O que o seu CFO precisa entender
Peter Steinberger vendeu sua empresa anterior por US$ 100 milhões após 13 anos. Em 2026, o projeto 44 dele bateu 180 mil estrelas no GitHub em 80 dias — feito num fim de semana com vibe coding. O Linux levou 33 anos pra chegar em 200 mil.
A OpenAI comprou. Não pelo código — era open source. Compraram o builder, a comunidade, o sinal.
Numa auditoria, 500 vulnerabilidades foram encontradas. O executivo corporativo não quer brincar de vibe coding — quer algo que não vaze os dados dele.
A oportunidade brasileira: implementação > invenção
O Brasil não precisa criar o próximo ChatGPT. Precisa profissionalizar o código imperfeito. A TIVIT, a Stefanini — empresas de bilhões construídas em cima de implementar tecnologia gringa.
O mercado que nasce agora: pegar soluções de vibe coding cheias de buracos e transformar em produtos corporativos seguros. Adicionar compliance, segurança, integração, governança.